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Aqui onde trabalho, tive uma discussão inflamada com meu diretor criativo, porque eu dizia não acreditar na publicidade como era feita antigamente. Formatos retrógrados, abordagens invasivas, discursos pedantes, e pouca tecnologia pra mim já não são notórios. Ele me jogou na cara que sou muito tech, que todas minhas idéais necessitam de apoio de internet, e outros meios para ter fundamento. E que por isso eu deveria pensar fora de um computador e sem meu I-Phone. Depois, ele disse que sem um call to action o anúncio não resulta em vendas. E acabou dizendo que um anúncio não tem sentido se os benefícios do produto não forem explícitos. Fiquei bastante chateado com a discussão, mas por hierarquia tive que dar aquele sorriso de aceitação. E não é que hoje recebo um email dele, com esse filme aí de baixo, contradizendo alguns dos seus pontos de vista. ps: alguém tem uma máquina do tempo, eu preciso ir pro futuro, pra que alguém me escute.

Mudei um pouco o texto aí de cima pra não deixar dúvidas aos leitores.  Assistam também o making of

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