Formspring.me, a nova twitmania?
Foi assim. Na terça-feira, 15 de dezembro, meu timeline do Twitter começou a ficar cheio de tweets sobre um tal de Formspring.me. De repente. Não mais que de repente. Primeiro, não entendi: por que as pessoas vão fazer perguntas e dar respostas em outra página se já têm o Twitter para isso? Depois, entendi: o Formspring garante o anonimato de quem pergunta e confere mais protagonismo a quem responde.
Tem muita gente embarcando no Formspring pela diversão e por piada, imagino, mas para alguns também pode haver um lance de se sentir microcelebridade dando entrevista na Marilia Gabriela ou no Jô Soares (ao gosto do freguês) ou, ainda, no Roda Viva, acionando o minuteiro da fama.
Querem experimentar? Vejam o vídeo:
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=sVrZCNuFsX4[/youtube]
1) Não canso de me surpreender com o conceito de ideia-vírus do Seth Godin em ação, e que foi concretizado em toda sua plenitude no caso dessa app no dia 15 (como reforça o comentário do Jediroma ao lado). Quisera eu poder rastrear e descobrir quem/como começou a infecção…
2) Já pensei no uso mais profissional do Formspring.me, para quando um fulano lança um livro/disco ou se uma construtora abre a venda de um prédio de apartamentos, por exemplo. Aí, com fatos, pode ficar mais legal. Para quem for dar a entrevista, aliás, esta app não em tempo real certamente é mais confortável do que chat, cuja velocidade às vezes fica insana (mas precisa garantir um mínimo de visitação…).
E cadê as ideias-vírus e apps brasileiras???


