O conflito do Oriente Médio nas redes sociais
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=FOGG_osOoVg[/youtube]
Israelenses subiram esse vídeo no You Tube três dias atrás para ridicularizar a frota de ajuda humanitária que foi levar alimentos (ou, segundo o governo israelense, armas) aos palestinos da Faixa de Gaza. O Guardian deu agora há pouco que Israel foi forçado a se desculpar por isso, mas… nem a investigação internacional do incidente eles andam querendo aceitar….
Não, este post não é sobre política (embora eu ache que os Estados Unidos precisam ficar espertos, porque Turquia é aliado tão importante quanto Israel e, se não tem bonzinho nessa história –e não tem mesmo–, pode haver atitudes mais inaceitáveis que outras) e não vou emitir opiniões do gênero aqui.
Sim, este post é sobre redes sociais – YouTube e as demais. Sim, porque tanto a brutal repercussão do incidente no mundo como a indignação de Israel com o tamanho da repercussão têm a ver –e muito– com as redes sociais. O suposto ataque (ou suposta defesa, como queiram) foi amplificado por essas redes online. Ou alguém duvida?
(Sobre a indignação israelense: ouvi o acadêmico Richard Landes, não o Netanyahu, falando na TV que o povo israelense acha que o mundo ENLOUQUECEU de criticar o país pela ação contra a frota fura-bloqueio.)


