A verdade sobre o Second Screen no Super Bowl
O Super Bowl passou, e começam a chegar alguns dados realmente impressionates.
O primeiro é que realmente o recorde do maior número de pessoas assistindo a mesma coisa pela TV foi batido: 111 milhões, só nos Estados Unidos.
A outra previsão é que seria o ano do Second Screen (assistir pela TV e usar celular e/ou tablet ao mesmo tempo).
E foi mesmo.
Mesmo que eu digo, é mesmo mesmo.
Dá uma olhada isso:

A audiência nos apps foi quase a mesma da TV!
Quer mais? Bom, a ideia por tras do second screen é de algo complementar à primeira tela. Mas na verdade não é bem isso.
O estudo da Flurry Analytics (que cobre 160.000 apps – equivalente a 90% de todos apps para iOS e Android utilizados por dia) mostrou que durante os melhores comerciais e o Show da Madonna, os apps acalmavam (galera de olho na TV).

E durante os momentos mais parados do jogo (e estamos falando de futebol americano -põe momento parado nisso), o uso dos apps disparava.
Ou seja, NADA complementar. Alternativo e disruptivo seria mais correto.
Essa coisa de achar que o espectador vai assistir o comercial na tv e interagir ao mesmo tempo pelo app, é furado. Tirando iniciativas como a do Shazan (que liberava música “ouvida” no comercial), raramente comercial e app trabalhavam juntos.
E mais importante ainda: os números são um tapa na cara dos anunciantes que precisam entender que estão disputando não por audiência, mas por atenção mesmo. Acreditar em números dá nisso.
É a mesma coisa que dar um iPhone para cada aluno de uma classe na escola e achar que a professora tem mesmo 100% de audiência.
Se o seu comercial perdia pro xixi, e depois pro zapping… agora vai piorar. Se não tiver algo MUITO bom acontecendo na TV, vira descanso de tela na mesma hora, enquanto o seu consumidor faz outra coisa qualquer (pelo jeito, no celular ou tablet).
Sugestão? Leia tudo sobre. Começando por aqui.


