Repensando formatos: Ponto de ônibus interativo.

A Plan, uma reconhecida organização de caridade britânica, voltada para crianças pobres ao redor do mundo, utilizou por 2 semanas uma mídia interativa num ponto de ônibus da Oxford Street com reconhecimento facial para direcionar conteúdo exclusivo para homens ou mulheres.

Ao se aproximar, a mídia provocava com uma mensagem inicial sobre o tema. A interatividade ficou por conta da continuidade da mensagem, por opção do interlocutor, dava-se sequencia à histórias reais de jovens meninas de vários países, neste caso para as mulheres, que se sensibilizavam com tal situação. Para os homens, uma série de estatísticas sobre esta situação ao redor do mundo. Foram veículadas diferentes versões de histórias e dados.

Não é a reinvenção da roda, sei disso. Por conta da sincronia entre tecnologias, interatividade, mídia e conteúdo direcionado, esta ação no mínimo nos traz um lembrete: O que mudou foram as formas com as quais as pessoas querem interagir com a comunicação.

Veja o vídeo da ação: