O que acontece quando você fica elogiando a inteligência de uma criança

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Gabriel é um menino esperto.
Cresceu ouvindo isso.

Andou, leu e escreveu cedo.

Vai bem nos esportes.

É popular na escola e as provas confirmam, numericamente e por escrito, sua capacidade.

“Esse menino é inteligente demais”, repetem orgulhosos os pais, parentes e professores. “Tudo é fácil pra esse malandrinho”.

Porém, ao contrário do que poderíamos esperar, essa consciência da própria inteligência não tem ajudado muito o Gabriel nas lições de casa.

- “Ah, eu não sou bom para soletrar, vou fazer o próximo exercício”.

Rapidamente Gabriel está aprendendo a dividir o mundo em coisas em que ele é bom, e coisas em que ele não é bom.

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A estratégia (esperta, obviamente) é a base do comportamento humano: buscar prazer e evitar a dor. No caso, evitar e desmerecer as tarefas em que não é um sucesso e colocar toda a energia naquelas que já domina com facilidade.

Mas, como infelizmente a lição de casa precisa ser feita por inteiro, inclusive a soletração, de repente a auto-estima do pequeno Gabriel faz um… crack.

Acreditar cegamente na sua inteligência à prova de balas, provocou um efeito colateral inesperado: uma desconfiança de suas reais habilidades.

Inconscientemente ele se assusta com a possibilidade de ser uma fraude, e para protegê-lo dessa conclusão precipitada, seu cérebro cria uma medida evasiva de emergência: coloca o rótulo dourado no colo, subestima a importância do esforço e superestima a necessidade de ajuda dos pais.

A imagem do “Gabriel que faz tudo com facilidade” , a do “Gabriel inteligente” (misturada com carinho), precisa ser protegida de qualquer maneira.

Gabriel não está sozinho. São muitos os prodígios, vítimas de suas próprias habilidades de infância e dos bem intencionados e sinceros elogios dos adultos.

Nos últimos 10 anos foram publicados diversos estudos sobre os efeitos de elogios em crianças.

Um teste, realizado nos Estados Unidos com mais de 400 crianças da quinta série (Carol S. Dweck / Ph.D. Social and Developmental Psychology / Mindset: The New Psychology of Success), desafiava meninos e meninas a fazer um quebra-cabeças, relativamente fácil.

Quando acabavam, alguns eram elogiados pela sua inteligência (“você foi bem esperto, hein!) e outros, pelo seu esforço (“puxa, você se empenhou pra valer hein!”).

Em uma segunda rodada, mais difícil, os alunos podiam escolher entre um novo desafio semelhante ou diferente.

A maioria dos que foram elogiados como “inteligentes” escolheu o desafio semelhante.

A maioria dos que foram elogiados como “esforçados” escolheu o desafio diferente.

Influenciados por apenas UMA frase.

O diagrama abaixo mostra bem as diferenças de mentalidade e o que pode acontecer na vida adulta.

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O Malcom Gladwell tem um ótimo livro sobre a superestimação do talento, chamado “Fora de Série” (“outliers”). Lá aprendi sobre a lei das 10 mil horas, tempo necessário para se ficar bom em alguma coisa e que já ensinei pro meu filho.

Se você tem um filho, um sobrinho, ou um amigo pequeno, não diga que ele é inteligente. Diga que ele é esforçado, aventureiro, descobridor, fuçador, persistente.
Celebre o sucesso, mas não esqueça de comemorar também o fracasso seguido de nova tentativa.

UPDATE : Apenas alguns esclarecimentos a alguns dos comentários…

01. Não, eu não estou dizendo para não elogiar as crianças. E não, também não estou dizendo para você nunca dizer para o seu filho que ele é inteligente. É apenas uma questão de evitar o RÓTULO.

02. Evidentemente não sou o autor dessa tese/teoria, muito menos desse estudo citado no post. Escrevi justamente SOBRE essa linha de pensamento. Quem escreveu essa teoria foi Carol S. Dweck / Ph.D. Social and Developmental Psychology / Mindset: The New Psychology of Success(http://news.stanford.edu/news/2007/february7/dweck-020707.html) como foi citado acima e nos comentários também.

03. Gostaria de aproveitar o update e agradecer pelos inúmeros comentários e likes, o que prova o quanto esse assunto é fascinante. Obrigado!

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421 Responses / Leave a comment

  1. Manoel Felipe

    Mto interessante o efeito que uma única frase pode provocar no desenvolvimento de uma criança!

  2. Rafael Castelhano

    Essa material eh bem antiga e particularmente discordo totalmente

  3. Willames Yano

    deve-se elogiar o esforço e não a inteligencia.

  4. Cristina Nogueira

    Anderson Felipe Oliveira Nogueira

  5. Larissa Queiroz

    Rosangela Assunção Jack Alex Adrielly Lazaro Day Lazaro Rose Lazaro Keylla Corrêa Kerlei Correa Alline Farias Lazaro Marcos Assunção Fernanda Cristina

  6. Thiago Pelli

    Marcela Duarte Plantier Rinaldi Pelli

  7. Bernardo Santana

    Muito bom! Leiam papai Diogo Santana e mamãe Ana Paula Akaishi Santana

  8. Viviane

    Eu fui uma criança assim, todo mundo me achava muito inteligente, mas eu sempre me senti uma fraude, porque não era fácil conseguir aquelas notas, não tão fácil como faziam parecer, com frases do tipo: “nossa se a vivi não conseguiu ninguém mais consegue”. Sempre me senti mal com o fracasso e com o tempo parei de tentar várias coisas. E tudo isso se reflete na minha vida adulta, eu não paro em um emprego e divido minha vida entre empregos muito imbecis para mim e empregos muito complicados nos quais foi impossivel ficar, mas a verdade é que eu nem tentei.

  9. Anonymous

    Na verdade, trata-se justamente do contrário: esforçar-se em superar suas fraquezas, e não o da acomodação.

  10. CAETANO

    Gostei da ideia geral do texto e concordo bastante.
    Entretanto, pelo que eu entendi, a lógica do próprio texto segue a lógica estabelecida pela sociedade de que é preciso ter sucesso na sua carreira.
    Até aí tudo bem, mas se esse esforço em busca pelo sucesso acadêmico/profissional não for consciente, inclusive do ponto de vista ambiental, não concordo com esse aspecto do texto.
    Resumindo, como todo ser humano, eu procuro o melhor para mim,
    ou seja, prefiro ter qualidade de vida com pouco sucesso do que me esforçar para realizar algo sem sentido, somente pelo sucesso.

  11. A influência da comunicação não-verbal no desenvolvimento da inteligência - Marketing Trends

    [...] Em seu post, Wagner apresenta pesquisas que mostram o que acontece quando você fica elogiando a inteligência de uma criança. Por fim, ele conclui: “se você tem um filho, um sobrinho, ou um amigo pequeno, não diga que ele é inteligente. Diga que ele é esforçado, aventureiro, descobridor, fuçador, persistente. Celebre o sucesso, mas não esqueça de comemorar também o fracasso seguido de nova tentativa”. O texto é muito interessante. Vale a leitura. [...]

  12. Suely guglielmi

    I have one exemple, perfect, like this im home, right now!!!a genius!!i’d like to know about others texts to use , to help my son!! Thank you

  13. Silvana Siqueira

    muito bom! tenho um "inteligente" em casa, depois de ler esse artigo, vou mudar a estratégia. muito legal!

  14. Cris Jean

    Um pouco exagerado esse artigo… não é bem por aí , não… dizer a nossos filhos que eles sao inteligentes nada mais é que incentivá-los ao estudo, não à performance, à qualquer preço, mas a tirar o máximo proveito das suas potencialiddes.

  15. Leotech Leo

    incentivar é sempre bom … não só criança não , isso serve pra qualquer individuo "programação neuro linguística "é foda é o poder !

  16. Carolina Biondi

    o bom desta matéria é mostrar o social/simbólico se sobrepondo a circuitos compensatórios neuronais.. e não o contrário como tanto se quer hoje em dia.. um retorno ao natural/biológico a qq preço, demitindo o sujeito..
    l

  17. Gislene Bruno

    Gostei muito do texto, da direção que nos dá para tentarmos acertar cada vez com nossas crianças Além de mãe de um garotinho maravilhoso, de 3 anos, sou professora de Educação Infantil e posso ver, na prática, os resultados positivos de várias teorias, inclusive desta ! Obrigada por dividir conosco esse estudo tão interessante.

  18. Rahely Lopes

    então.. hj em dia eu sou assim. demorei pra amadurecer isso, infelizmente :/
    hj em dia eu corro atras de melhorar tudo em que eu era boa pra compensar o tempo perdido

  19. Thaís Gualberto

    Comigo foi meio "ao contrário"… Quanto mais me elogiavam mais eu queria saber de tudo e coisa e tal… Eu era um pouco competitiva comigo mesmo e queria sempre me superar…

  20. Rahely Lopes

    como eu quando pequena. sempre tive tendência a ignorar esforço em tarefas que eu era elogiada. com o tempo, fui estagnando. o melhor exemplo que tenho é de quando todo mundo me elogiava por desenhar bem e eu resolvia repetir sempre os mesmos desenhos, o mesmo tipo de desenhos, pra ouvir os mesmos elogios. até que eu fui crescendo e as outras crianças melhorando e um dia eu vi o desenho de um coleguinha que era tão impressionante que nem parecia feito por uma criança. BUM comecei a achar que todo mundo que dizia que eu desenhava bem era porque só sabia fazer boneco palito e que tinham mentido pra mim…

  21. Talita de Souza

    Fui uma dessas crianças inteligentes e agora que eu estou na faculdade percebi as consequências, lendo isso percebi o que devo fazer para mudar :D

  22. Paulo Ricardo

    Para todos eu sou inteligentíssimo, todavia eles não sabem que não sou nada esforçado, desaprendi a buscar meus objetivos e trabalhar duro. Mas esse post me fez refletir, eu realmente sou a criança desse post. Fui tão bombardeado por esses tipos de elogios, que hoje sou quase um sequelado. Mas o contrário é o mesmo, não devemos dizer para uma criança que ela não é tão inteligente ou capaz, mesmo que só por brincadeira.

  23. Laís Bueno Tonin

    O livro "Os 10 erros mais comuns na educação de crianças." apresenta esta tese de Carol S. D. Realmente muito interessante de utilidade pública. Gostei muito!

  24. Luciano Barradas

    genial. tenho dois exemplos em casa e vejo esse resultado na pratica, que acabamos adotando naturalmente ou por instinto eu diria. mas nao tinha esse visao cientifica.

  25. Gislaine Ribeiro

    Fiquei super feliz, pois, mesmo não tendo essa visão de como eles podem reagir… sempre elogiei minha filha, mas sempre lembrando a ela o quanto ela é determinada, e que quando não dá certo uma vez, ela continua até conseguir e sempre admirei essa qualidade nela desde muito pequena. Estou fazendo o correto e sei que os resultados continuarão surgindo, pois as notas dela sempre foram as melhores. Até o temido português que ela não gosta, por ser amante the matemática, ela tem se esforçado e ficado com muito boas notas.

  26. Fátima Guimarães

    Bom, o que eu faço em casa é que além do elogio, esclareço que vivemos em comum+união, compartilhamento de acertos, sucessos e fracassos, erros e tarefas, pois onde vivem duas ou mais pessoas, a partilha é acima de tudo, a forma mais fácil de se praticar a união e de se conviver com as diferenças…Tenho tres filhas…É minha prova de vida…

  27. Gabriel de Luca

    Olá, Brenner. Ótimo texto, muito obrigado por nos proporcionar tal leitura.
    Uma sugestão, vale a pena também a leitura do livro "Comunicação entre pais e filhos – a linguagem do sentir", the Maria Tereza Maldonado, uma professora (se eu não me engano…) the USP. Nesse livro, há um capítulo intitulado "Formas típicas de comunicação e seus efeitos". Uma dessas formas típicas é o elogio. A autora examina de forma bacana as implicações do elogio e reitera o que é indicado nessa pesquisa: criar rótulos por meio de elogios aumenta muito a dependência the criança pelo elogio e faz ser aversivo a ela perder tal rótulo, aumentando sua ansiedade e tornando-a reativa a realizar processos que ela tem dificuldade. A referência do livro é a seguinte: Maldonado, M. T. (1983) Comunicação entre pais e filhos – a linguagem do sentir. 4a. ed. Petrópolis (RJ): Vozes. Ultra recomendado!

  28. Wagner Brenner

    Extrapolar? Hahaha, essa conclusão é sua, eu não extrapolei nada. Agora, saber intuir por amostragem tb faz bem viu seu André. Um abraço!

  29. Leila Bambino

    Penso que tudo em excesso faz mal…elogiar demais pode sim causar algum tipo de ansiedade na criança, e quando esta não atinge seus objetivos entra em pânico, se achando incapaz e uma fraude. Tudo na vida deve ser balanceado…inclusive elogios!

  30. Leila Bambino

    Penso que tudo em excesso faz mal…elogiar demais pode sim causar algum tipo de ansiedade na criança, e quando esta não atinge seus objetivos entra em pânico, se achando incapaz e uma fraude. Tudo na vida deve ser balanceado…inclusive elogios!

  31. André Troiano

    extrapolar resultado de estudo com 400 criancas pra populacao geral eh cientificamente nulo. seu wagner, o senhor precisa se esforcar mais.

  32. Taís Albina

    Adorei o texto! Eu passei por problemas parecidos. Quando criança, muitos adultos falavam sobre a minha inteligência e eu de fato entrei no esquema de "só fazer aquilo em que eu sou boa", como uma forma de garantir a continuação dessa admiração toda, se eu falhasse eu poderia perder o carinho que me era dado em forma de elogio à minha inteligência. Na adolescência e na vida adulta: problemas para levar adiante as obrigações em coisas que eu não sou tão boa assim, baixíssima tolerância às inevitáveis frustrações, sentimento de que minha suposta inteligência seria uma fraude e a conseqüente desvalorização de mim mesma. Posso garantir que esse rótulo de inteligente atrapalha muito mais do que ajuda. Não tenha medo de dizer que seu filho é inteligente uma vez ou outra. Mas, por favor, não o faça acreditar que o que ele tem de melhor é a inteligência. Mais vale uma pessoa de inteligência mediana e bom esforço do que uma que tem inteligência acima the média mas tem insegurança de tentar e falhar.

  33. Elisa Simaya

    Luciene Alves Anderson Godinho Julia Darc Godinho Luciano Ferreira Leiam depois… Achei muito interessante….

  34. Elisa Simaya

    Amei a matéria é muito esclarecedora porque aconteceu comigo… Eu sempremrecebi elogios de inteligência quando pequena… E os pontos que não sou tão boa… Eu realmente tento fugir… Foi tenso ler essa matéria… Rsrsrs

  35. Pietra França Barboteo

    Matéria de extrema importância, valeu parar alguns minutos para ler…tenho uma filha de 8 anos que tem uma relativa facilidade de raciocínio lógico e me pego ás vezes exaltando isso exaltando isso the forma errada! É muito bom saber que posso motivá-a de um jeito. Obrigada!

  36. Wagner Brenner

    Emir, excelentes pontos. Embora o estudo nnao seja meu (apenas o trouxe para dividir), acredito que a questão não é a dos elogios, mas sim dos rótulos. Algo que recebemos ainda crianças e que passamos a vida inteira acreditando que somos aquilo de fato, porque alguém muito influente na nossa vida assim o disse, então introjetamos como verdade sem questionar de onde veio isso. Sou totalmente favorável a elogiar crianças. Mas quando o elogio é de um tipo só, vira característica. E "inteligência" acaba passando a ideia de talento nato e inibe o esforço. Concordo com você quanto ao encantamento, mas acho sim que não estamos sozinhos nessa, já fui encantado por muitas pessoas. Encantamento é transferível e minha obsessão, primeiro como pessoa, depois como publiciteario e hoje em prol do conhecimento. O sentimento de ser uma farsa é inevitável, já que como dizia Sócrates, quanto mais a gente aprende, mas descobre que nada sabe. ;) Um abraço e obrigado pelo comentário.

  37. Silvana AAndrade

    Assim, venho conduzindo a minha boneca, embora não lhe poupe elogios, sempre falo com ela para tentar novos desafios…

  38. Silvana AAndrade

    Em 1990 eu senti o peso da "frustração pela expectativa que era depositada em mim tanto por mim e como pelos meus, e, desde então, tenho por lema que ninguém é bom o bastante, devendo sempre se esforçar…

  39. Marli Maria Fernández

    Como eu tive a sorte de ter dois filhos bons e inteligentes, vivo mencionando isto. Agora vou tentar me policiar e incentivá-los a corrigir os seus erros e aceitar novos desafios. Já anotei as palavras mais usuais para comunicar com eles – esforçado, aventureiro, capaz de vencer desafios, curioso, persistente… obrigada.

  40. Renata Malveste

    Adorei o texto. Para nós, pais de primeira viagem, é uma ótima orientação. E pensando mais sobre o assunto, é assim que funciona mesmo. A pessoa é o que é, e não o que os outros querem que ela seja. Claro que queremos o melhor para nossos filhos, mas essa matéria nos ajudou a abrir os olhos para nossos possíveis erros. Valeu!

  41. Estanislau Alves Silva Filho

    Acho que uma das coisas mais geniais e sensíveis que eu já ouvi na vida foi a sua fala: "Para ter-se compaixão por alguém e admiração, os nossos cães narcísicos precisam estar bem alimentados de vaidade, arrogância e supremacia cega!" – e isso é extremamente profundo e se pararmos pra pensar um pouco nisso, se pensamos em nossas posições diante disso, se sentirmos isso um pouco mais na pele, poderemos abstrair algo muito valioso. De pronto e óbvio, penso nos momentos em que mais sou incapaz de admirar e ter compaixão, em que mais sou capaz de achar o outro ruim, fraco, em que mais sou capaz de desmerecê-lo, denegri-lo, atacá-lo; são geralmente os momentos em que mais estou inseguro, mais fraco, incapaz de reconhecer a mim mesmo e ao outro. E o contrário também; vejo melhor aqueles que mais 'mijam na gente', aqueles que nos atacam, aqueles que nos saqueiam, aqueles que são os mais incapazes de reconhecer e elogiar, aqueles que precisam de estratégias (já que não podem confiar em si mesmos), que precisam de medidas preventivas exageradas, que precisam da exacerbação do controle, aqueles que precisam do apelo à loucura, enfim… aqueles de nós mesmos, aquelas partes de nós mesmos que não estão bem alimentadas, aqueles cães famintos em nós que atacam e despedaçam a primeira coisa que lhes surge à frente. É preciso estar bem alimentado pra poder viver com dignidade. Saco Vazio não pára em pé e ainda cai no pé. E isso nada tem que ver com elogios ou essas coisas superficiais, mas com esse amor, com essa verdadeira expressão de amor, com essa verdadeira canja que nutre e permite que se ande um pouco mais nesse nosso deserto existencial, referindo-se à precariedade da condição humana – que inclui, certamente, campos de batalhas e belos oásis também. Sim, podemos ser isolados sem sermos solitários! Como??? …

  42. Flavia Modena

    Acho q mesmo para nós adultos serve de lição pq estamos sempre superando etapas e não podemos esquecer q sempre estamos em constante evolução^^.

  43. André Leonardo Leite

    Preciso rever minha rede, são 6 psicológos. Algo de errado não está certo!

  44. André Leonardo Leite

    Aos prezados psicólogos desta famigerada, rede social: Luciana, José, Cybele, Marcos, Vanessa, Eduardo ou aos presunçosos como eu, da prática cotidiana deste ofício.

  45. André Leonardo Leite

    O esforço quase sempre prevalece ao talento (isolado).

  46. Paula Capeletto

    Emir Tomazelli, eu te curto…sempre! E viva o elogio, até pras crianças grandes. Bjos

  47. Emir Tomazelli

    Caro Wagner Brenner, tomo a liberdade de fazer um comentário bastante pessoal. aí vai:
    Li o texto e as idéias que estão nele. Tudo me pareceu interessante mas ao mesmo tempo superficial. O que eu sei é que o crescimento de uma criança é algo extermamente complexo, tanto quanto sofrido, doloroso.
    Te pergutno: – Se os eleogios são capazes de causar tamanho desastre, o que faríamos nós de nossas pobres formas de amor, se não pudéssemos mais expressá-lo para alguém que nos encanta?
    A luta contra o que nos assusta e mete medo é diária, temos que ter força e coragem, e raramente sabemos como conseguir essa foraça e essa coragem. Nossos filhos, certamente, nos dão medo, porque revelam o quanto não sabemos nada de nada sobre o ser que está diante de nós, mesmo porque não sabemos nada do ser que somos nós. De minha parte e das lembranças de minha vida desde pequeno, só tenho memória para o massacre ao que meu pai me submeteu, nunca fazendo sequer um elogio sobre meu desempenho (que, cá entre nós, era uma merda mesmo: sempre fui um péssimo aluno) fosse no que fosse. então…
    Hj estou aqui, me dou relativamente bem com meu pai, tenho filhos, sou formado, trabalho, sou doutor e professor e mesmo assim, sigo com um enorme medo de ser uma farça – na verdade me sinto uma farça – e, dia após dia, luto contra isso do modo que posso.
    Crescemos sozinhos, estimado Wagner. Ninguém nos educa, ninguém nos protege, ninguém nos atinge a não ser se estiver em jogo algo que podemos chamar de encantamento. Quanto nos encantamos aprendemos sozinhos, incluisive, que não podemos viver sozinhos e que não temos força para mandar no mundo, porque não fazemos a menor ideia do que ele é. Sei lá, foi o que me ocorreu. Att, Emir Tomazelli.

  48. Wagner Brenner

    Isso aí Thalita. Mas o ponto nem é o elogio. Toda criança deve receber elogios, é ótimo, aumenta a auto-estima. O problema é quando o elogio é de um tipo só, e aí vira um rótulo, uma característica imposta numa fase muito influenciável e que a criança vai precisar lidar para o resto da vida.

  49. Wagner Brenner

    Paulo, os 2 grupos eram elogiados, só que um por uma característica (inteligência) e outro por uma ação (o esforço).

  50. Marcio Prates

    Bem interessante. Esse tipo de coisa aconteceu comigo quando eu era pequeno, e nos anos seguintes refleti bastante sobre algumas das consequências negativas que isso me trouxe. E é engraçado como em muitos momentos me veio a tona um forte ressentimento por pessoas que me diziam justamente esse tipo de coisa (chegaram ao ponto de dizer que eu era superdotado o_O). Enfim, rotular nunca é lá uma atitude muito inteligente :].

  51. Nazaré Stevaux

    É verdade. Eu sou testemunha disso e o resultado pode ser muito, muito ruim. Meu filho sempre foi apontado como inteligentíssimo, pq andou aos sete meses, tem raciocínio matemático muito evidente, é bastante carismático, etc. Sempre fiquei possessa por apontarem o garoto como geninho e (a gente não sabe bem o que fazer) sempre tentei mostrar que a maior inteligência está e encarar desafios no que não é facil – ele tem sérias dificuldades em portugues e disciplinas que envolvem leitura – como história p. ex. Acabou deixando os estudos, avida social e só vive em jogos de internet… triste e dificil de lidar.

  52. Augusto Rosario

    Interessante. Já conhecia esta tese, que acho correta. E vou mais longe: elogio, algo necessário e bom, pode ser nocivo à criança quando se exagera, já que um elogio dos pais, por exemplo, não se refere realmente à criança, mas sim às expectativas dos próprios pais. Por exemplo: um pai preguiçoso elogiaria um filho que gosta de curtir a vida. Já um pai trabalhador jamais elogiaria essa mesma "virtude". Quando você elogia seu filho, portanto, você diz em primeiro lugar que ele "correspondeu a suas expectativas". O problema é que a criança gosta de ser elogiada (= de saber que correspondeu às expectativas dos adultos), sente-se bem, quer mais elogios e começa a se comportar dentro de um determinado padrão, que a permita colher mais elogios, tendo aqui sua autenticidade e liberdade de ação prejudicadas, ambas tão essenciais para um crescimento saudável e a formação de sua autoestima. O elogio também é problemático devido à empatia. Elogiamos mais facilmente aqueles que gostamos, elogiamos menos os menos simpáticos. Conheço histórias de professores que elogiam um aluno (que ele acha simpático) pelas boas notas, mas não elogia um outro aluno (menos simpático), que teve o mesmo desempenho, pois ele (o professor) acha que esse último “não fez mais que sua obrigação”. E de fato (voltando ao texto), elogio freia o desenvolvimento the criança. Quem sabe que é "bom", se esforça menos, pula etapas (vide exemplo acima the soletração), escolhe as tarefas mais "fáceis", evitando assim o fracasso, não aprendendo a lidar com ele. As dificuldades na vida futura são aqui previamente programadas.

    Excelente texto, parabéns.

  53. Fabiana Beatriz Mazzorana

    Pra Marcinha Re, que vai precisar ;).

  54. Paulo Zemek

    Eu sinceramente acho que o teste está mal feito, como muitos. Os que eram elogiados entendiam: Mesmo sem saber por quê, fiz algo certo, vou continuar. Os que não eram elogiados achavam que fizeram algo errado, e queriam mudar (talvez por algo mais fácil). Logo, eles não buscavam mais desafios. O teste seria válido se as crianças tivessem um perfil pré-definido ou se realmente se mostrasse que mudar os desafios as ajudava de alguma forma.

  55. Thalita Da Cunha

    Eu fui a criança inteligente elogiada – e nunca gostei de receber os elogios.
    Mas acho que se me chamassem de "esforçada" eu gostaria ainda menos, porque esforçada eu nunca fui e sempre tive consciência disso, até o vestibular, nem sabia o que era estudar em casa, nunca precisei do tal "esforço".
    Então, deve-se entender que há uma grande diferença entre ser inteligente e ser esforçado e elogiar a criança pelo que ela é, se ela é apenas inteligente e não é esforçada, chame-a apenas de inteligente, ou não faça elogio nenhum, deixe ela descobrir quem é por si própria.

  56. Denis De Oliveira Trindade

    Demais adoro estas matérias sobre inteligência, motivação, educação e crianças… Só os Updaters para me proporcionar estas leituras…Me ajuda muito na criação de minha filha, valeu!

  57. Eliana Ferrin

    É muito legal isso! Aqui em casa tenho uma gata de 10 anos que agora vibra porque consegue fazer as lições de casa sozinha… Eu olho, corrijo com ela e falo o quanto ela me deixa orgulhosa por ter tentado! Cada dia uma nova conquista celebrada e estimulada! Afinal o infinito é mais adiante! :D

  58. Carla Sofia Oliveira

    Por acaso eu fui a criança inteligente que foi elogiada pelos professores, e ainda hoje lhes agradeço por terem acreditado em mim. A minha auto-estima recebia um boost e foi sem dúvida o que fez a diferença na minha vida. Claro que ser inteligente é uma coisa, ter bons resultados é outra, exige esforço, mas uma pessoa inteligente sabe disso, não é? Portanto, discordo do artigo. Acho que se deve ensinar a criança a acreditar em si sim, mas acrescentando-lhe a ideia de que se quer ser a melhor, que trabalhe mais que os melhores.

  59. FIZ Magazine

    [...] explicação é muito simples: assegurar a todo momento que seu filho é inteligente faz com que a criança se torne insegura desta…. E, por medo de errar e perder o título da inteligência, a criança passa a arriscar menos e a se [...]

  60. Felipe Celline

    Caramba!
    Como as pessoas afetadas por esse rótulo, já na fase adulta, podem superar essa insegurança? Como voltar a estimular isso the forma certa?
    Alguém arrisca?

  61. Benedito Aparecido Dias

    Wagner, muito boa essa reflexão, meu filho é diagnosticado como Altas habilidades, coisa que acho muito mistificada por pais e profissionais, ele é sim uma criança em projeto de inclusão, porque pela sua facilidade maior em aprender algumas coisas, não todas, pode perder o interesse pela escola, assim como se sua condição for supervalorizada, vai acontecer exatamente isso que o texto relata, deixa de se desafiar e até mesmo deixa de fazer bem aquilo que já sabe. Difícil a tarefa de educar, mas o mais importante é pensar que crianças "geniais", são crianças e precisam de carinho, de amor, de elogios e muito, ms muito mesmo de desafios para que possam crescer, apoio naquilo que tem mais dificuldade, incentivo a enfrentar as barreiras. acho que é isso. Abraços.

  62. Débora Rocha Costa

    Muito interessante a matéria! é muito importante ter cuidado ao elogiar crianças…a vida não é so de vitórias, o esforço é extremamente essencial para a vida! aprender com os erros, tentativas te maior lição do que propriamente acertar logo de primeira! sem contar que o gostinho the vitória com esforço será bem melhor…

  63. Carlos Bacelar

    eu te lembraria que você está escrevendo textos para internet, não deveria se preocupar com os comentários.

  64. Vanessa Goldmacher

    Foi o que aconteceu comigo… Era elogiada por ser inteligente e fiquei preguiçosa. A culpa eh sempre dos pais. Isso que importa. Hehe

  65. Cecilia Nobrega

    O esforçado acaba sendo mais inteligente do que o inteligente que não se esforça. Né não?
    Ótimo post pra quem tem filho, sobrinho ou convive com alguma criança pequena! :)

  66. Bruno Pacheco

    Olha aí! Resumidamente: Diga pro moleque que ele tem que correr atrás pra ficar bom (like a ASIAN) e não que ele é foda, "rei, carinho, coração e loooteria"!

  67. Guilherme Gonzalez

    Incrivel! Adorei esse post! Rotulos são mesmo um Problema! pois partindo deles tbm temos o mal do "bullying" que nada mais é do que uma zoação rotulada e repetitiva! que cria sensações parecidas!

  68. Luna Goberg

    Tenho um filho e uma neta que se enquadram perfeitamente neste cenário. Com meu filho aprendi o quanto foi doloroso saber que na vida adulta existiam os fracassos e que o mundo não batia palmas para ele o tempo todo. Felizmente aos poucos foi se superando e encara a NORMALIDADE DE SER FALÍVEL. Hoje o grande desafio é a sua filha. Temos que estar muito atentos para não entrar nesta armadillha. Amei o texto.

  69. Flormira Candida Marques Ferraz

    Concordo; muito bom! esforço e persistência são realidades mais concretas; penas que nem todos os pais e educadores tenham acesso a tais informações para repassar para suas crianças.

  70. Jennifer Carvalho

    Barbara Carvalho, Renata Francato, Cibele Procópio, Cibele Salles, Mirella Bagdadi, vale a pena prestar atenção nesse assunto. beijinhos

  71. Fernando Alvim

    Parabéns pelo post e grato pela dica. Espero que continue a se esforçar na divulgação de pesquisas tão boas quanto esta! Abs ;)

  72. Arte nas Quadras

    Serve de advertência para pais e professores no processo de aprendizagem das crianças, quecriticam ou estimulam excessivamente as crianças…

  73. Ana Paula Borba

    Realmente tem tudo a ver…por isso vemos muitos adultos com medo de enfrentar novos desafios, pois o medo de fracassar esta muito presente.

  74. Paulo Cesar Soares

    Aprender que ERRAR não é ruim, é fantástico, ensina a não temer o futuro por vir, ser acertivo e amoroso na ajuda de correção é aprender juntos a ser mais humano. O estudo está de parabéns! MUITO OBRIGADO pela colaboração para um Mundo Melhor.

  75. Ana Celia Furtado

    Muito interessante. Vou ler o livro…Agora, acredito muito mais em personalidade do que influencia de uma única frase sobre as açoes das crianças. A chave é muito mais o querer aprender do que obter sucesso (sejam notas, elogios, etc).

  76. Raiza Félix Boll

    Amei o texto.Eu era e ainda sou um pouco o Gabriel.Mas estou aprendo a ter um pouco mais a segunda visão apresentada no texto.

  77. Luciana Espindola

    Sempre fui dessa teoria. Queria não ter sido considerada tão inteligente pela minha família. Acho que seria uma pessoa melhor…

  78. Regina Maria Marussi

    PESSOALMENTE NÃO GOSTARIA DE SER CHAMADA DE ESFORÇADA. ESFORÇADO É O BURRINHO PERSISTENTE. MAS QUE CARREGAR O RÓTULO DE INTELIGENTE É MUITA RESPONSABILIDADE, ISSO É. MAS TEM O OUTRO LADO DA MOEDA: QUANDO VOCE É TAXADO DE INTELIGENTE TEM QUE SE "ESFORÇAR" SEMPRE PARA NÃO PERDER O PRESTÍGIO! ISTO QUASE SEMPRE É BOM E SERVE COMO MOTIVAÇÃO PARA SE SER SEMPRE MELHOR.

  79. Maria Ines Pinheiro Cardoso

    Wagner, parabens por trazer o tema de maneira tao facilitada. faz tempo comprei o Outliers do Gladwell e acho a teoria muito interessante. Inclusive ja o emprestei a muitos amigos. *no meu teclado soh as letras estao funcionando bem, os sinais e acentos, soh quando dou sorte! rsrs!

  80. Laerte Ferraz

    Meu pai sempre falou q eu era inteligente e continuo sendo até hj. Nada a ver esse papo de esforçado.

  81. Wagner Brenner

    Não acho má ideia não hahahaha. PNL tem coisas legais, mas Lair Ribeiro não vai…. vá na fonte: Grinder e Richard Bandler ;)

  82. Bianca Chagas

    Achei ótimo o artigo. Daí o fato de alguns estudantes focarem apenas na área de "exatas" ou especificamente em humanas. Fizeram uma seleção de habilidade durante o colégio. Quando chega o vestibular, são exatamente os que sofrem.

  83. Wagner Brenner

    José, o texto não é sobre elogios e sim rótulos. Elogiar é ótimo, mas sem rotular. Uma criança que ganha o rótulo de itligente passa uma vida inteira tentando manter isso, o que nnao seria ruim nnao fossem os métodos (evitar confrontos, desviar de debates, etc). Elogio sim, mas "sortidos" ;)

  84. Lucia Barreiros da Silva

    Mudaram as regras do jogo, Zé, depois de criarem uma geração de 50 anos desse jeito, agoram querem partir para outra, essa teoria, hoje em dia, não funciona mais, não da mais certo, kakakakakakaka.

  85. José Hilton Pereira da Silva

    Não concordo nem uma grama com esse autor. Elogios eleva as pessoas e a auto estima. Se o "Gabriel" crescer recebendo elogios, ele vai longe, e se ele mesmo se elogiar, ele vai parar no TOPO de qualquer empresa e o mais importante, no TOPO the vida, principalmente na financeira. Temos que nos fortalecer no que somos forte. Esse autor deve não conhecer nenhuma grama de PNL.

  86. Ilka Mello

    Uma grande verdade……gostei muito e me proponho a agir dessa maneira.

  87. Rosana Spoto

    Otimo… Sempre pensei assim, e fico feliz em ver que ja existe um estudo comprovando . Sou uma prova viva que ser esforcada eh um facilitador de vida!! Thanks!

  88. Mariana Cecchetti

    se prepara porque este papo será diário, dentro em breve. Desejo que você e Juliana Jorge Cecchetti Moreira compartilhem sempre da máxima de que 10% é inspiração e 90% é transpiração. beijos

  89. Alexandre Cecchetti

    Perfeito.
    Hoje vivemos uma situação inusitada: esforçado é pejorativo, e aquilo que é conquistado sem esforço é superestimado.

  90. Gustavo Hernan Baeza Estrada

    Esta forma de raciocínio, apontada pela Carol, muda a forma de ver o mundo. Assim educamos seres humano mais reais, mas conscientes dos seus atos, pessoas que valorizam o de fazer alguma coisa e aprender com ela e não somente o resultado fácil, que tira o real valor de crescer na vida.

  91. Nely Garcia

    " Não, eu não estou dizendo para não elogiar as crianças. E não, também não estou dizendo para você nunca dizer para o seu filho que ele é inteligente. É apenas uma questão de evitar o RÓTULO."

  92. Wagner Brenner

    Raquel Costa a maneira como configuramos aqui armazena os comentários em nossa base, assim não dependemos do Facebook, ficamos só com a parte boa ;)

  93. Wagner Brenner

    Eu não sou psicólogo, mas se puder dar meu pitaco, acho que ter consciência desse mecanismo é um bom caminho andado. Tenho certeza que a partir de agora isso fica mais evidente e aos poucos você vai se reprogramando, sem se cobrar tanto.

  94. Wagner Brenner

    Angela, faço a mesma coisa com meu filho. Elogio com sinceridade e, quando não é tão bom, incentivo o esforço., sempre lembrando que tudo é possível, para alguns é mais fácil, para outros precisa um pouco mais de esforço e, na maioria das vezes, são justamente esses que "largam mais atrás" que chegam na frente. Essa é a medida dodiscurso. O que muitos imaginam é que repetindo ad nauseum de inteligente acontece uma lavagem cerebral positiva, quando na verdade, prejudica a auto estima a longo prazo.

  95. Angela Janoni

    Adrorei o artigo!
    Não acredito que as crianças possam ser boas em tudo o que fazem. Nem um ser humano é bom em tudo. Então, sempre elogio minha filha quando ela boa em algo, e no que ela não é boa, eu comento que ela pode melhorar…Geralmente crianças que são criadas sob o rótulo de inteligentes ou superdotadas sofrem muito porque acabam desenvolvendo suas potencialidades nas áreas em que foram estigmatizadas, mas em geral, têm muita dificuldade de se relacionar. Sobra a essas crianças a inteligência racional, porém, falta a inteligência emocional, e, muitas vezes, isso ocorre por culpa dos pais mesmo…por eles supervalorizarem sua inteligência a ponto the criança exigir muito de si mesma.

  96. Lena Pariz

    Observei isso na familia, o irmão menos inteligente se deu muitíssimo melhor na vida do que a irmã, que ainda insistem em chamar de intsligente, mas que é bastante insegura.

  97. Jhu Nayane

    Passei por isso na infância e agora na fase adulta me sinto muito mal quando não alcanço algo, principalmente, quando é relacionado ao meu potencial intelectual, o que posso fazer a essa altura do campeonato?

  98. Glauco Guitti

    Posso dizer que me identifiquei com o mencionado no artigo e até hoje, aos 34 anos, sofro com as consequências descritas no estudo. Obrigado Wagner pelas informações.

  99. Raquel Costa

    Miguel, o ponto negativo talvez seja a dependência da plataforma. Qualquer mudança feita pelo FB afeta a forma como estamos acostumados a trabalha (para o bem ou para o mal). Por outro lado, o potencial de disseminação é gigantesco! bjs :)

  100. Tania Prates-Rein

    Nem tanto ao mar, nem tanto a terra, respeitemos a dualidade de cada fato e momento. O que é bom, também é ruim, depende the intencao e do processo pessoal. O mais importante é fazer tudo com muito amor, esta intencao é sempre a melhor. E tudo depende do momento, do como e do para que….pelo menos foi isso que a vida me mostou até agora. O que também pode mudar com a experiência dos anos e the minha maturidade pessoal numa visao também espiritual. Obrigada pelo artigo, bjs.

  101. Eliane Fonseca

    Tbém acho q. a criança rotulada de inteligente sempre faz c/ q . ele se ache sempre o bom sem precisar se esforçar e neste mundo competitivo vai gerar a qquer momento mta frustração , qdo não provocar sérios problemas de comportamento. A substitição da palavra inteligente por esforçado é uma ótima saída para ele se sentir sempre estimulado acrescer e melhorar cada dia mais.

  102. Débora Maria Mitter Marques

    O que eu posso dizer é que esse estudo é muito limitado para ensinar como os pais devem educar as crianças. Minha família está no facebook e é prova de que os elogios sobre esforço eram muito poucos. em suma NAO DEIXE DE ELOGIAR OS RESULTADOS DO ESTUDO DOS SEUS FILHOS no estudo por conta deste artigo. O ensino ainda é a melhor maneira de garantir um mínimo de conforto para ele, e na vida a gente tem que entregar resultados…

  103. Mario Sarli

    Muito interessante — Veja esta apresentação que complementa o seu texto muito bem:
    http://youtu.be/GXy__kBVq1M
    A parte "acadêmica" começa aos 3m. Não se iluda com o humor do cara — esse é o assunto do PhD dele.

  104. Miguel Cavalcanti

    Adorei o post, esse livro da Carol é mto bom!
    Mudando de assunto, qual o efeito de usar FB comments? Quais os pontos negativos?
    Obrigado.
    Abs, Miguel

  105. Jamila Gonçalves

    Adorei, tenho 3 filhos q tiveram rotulos diferentes, o q nao tinha o rotulo de inteligente se sobressaiu aos irmaos, agora vou evitar os erros anteriores, vamos ver o resultado!
    ;)

  106. Angélica Moreira

    Muito bom o texto. É um alerta para todos nós. Beijos, estou com saudade.

  107. Neide Vignoli Carli Viégas

    Achei excelente o texto pois é pscopedagógico.Tenho um neto q/ tem baixa tolerância a frustações pois é filho único e n/ aceita "perder" , chegando a chorar qdo isto acontece. As terminologias usadas no dia a dia têm uma importância formativa imensurável. Sou a favor do reforço positivo adequado mas, sem exageros. CUIDADO C/ SUAS PALAVRAS!

  108. Wagner Brenner

    Clarice Menezes eu entendo seu raciocínio, mas nosso compromisso não é jornalístico, e nem com o "novo" no sentido temporal. Gostamos de garimpar coisas que possam ser novas, mesmo que publicadas no século passado ;) Nosso compromisso é com a inspiração, acho que esses assuntos comportamentais são atemporais e, pelo visto, muita gente não conhecia. Acho que valeu a pena, não acha?

  109. Duke Khaos

    Acho que é interessante para a Aline Carniato, Sandra Moreira e por que não para o o futuro Pai Fabio de Paula!

  110. Adailton José Bega

    Verdade! Sabe com minha experiência de 16 anos de professor, tenho observado ser real esta pesquisa.
    Para alguns alunos que usei o termo "inteligente" depois de um tempo passaram a ficar desinteressados.
    Tenho observado isto mesmo.
    Não generalizando é claro.

  111. Gilmar Sena

    Pq não expus meu pensamentos antes, já tinha essa conclusão á muitos anos. muito bom então estava certo nas minhas indagações pessoais.

  112. Ricardo Raupp Evaldt

    Muito bom o texto, realmente há de se premiar o que é mérito: inteligência e beleza herdamos the genética; já dedicação, persistência, empenho conquistamos!

  113. João Costa

    Excelente, Wagner, excelente. To passando por uma situação dessas com meu filho de 11 anos. Durante todo o Fundamental I ele tirou excelentes notas. Porém, ao passar para o Fundamental II, teve de mudar de escola, mais convencional, com uma cobrança maior das lições e conteúdos. Além the dificuldade inerente à mudança de fase, por conta do número de professores e alunos na classe, percebemos que o garoto está no aguardo de que tudo seja feito para ele (na escola anterior ele ficava em período integral e, pela manhã, os professores o ajudavam a fazer a lição de casa).A escola anterior é construtivista, mas o mundo não é, né? O mundo é, como dizer… "Caminho Suave", para quem é the minha geração.

  114. Clarice Menezes

    Wagner Brenner : Sei que não é seu e não disse que é.Só disse que não é novo , é antigo, de 2007.
    E tb achei que a proposta do seu site fosse do tipo "quem não se atualiza se estrumbica" por isso publicar uma notícia de 2007 em 2012 acho um pouquinho atrasado demais.
    Mas ok, pelo que pesquisei o livro dela nem foi publicado no Brasil ainda, então…

  115. Wagner Brenner

    Ai ai, de novo? Vamos lá, mais uma vez: o artigo original está citado no post, duas vezes. Como tb está citado no post que é ÓBVIO que o estudo não é meu, é apenas um post sobre o trabalho da Dra Carol Dweck. What a shame Clarice.

  116. Clarice Menezes

    Estava lendo o artigo e algo me incomodava… pensei :" mas isso não é tão novidade assim, já vi isso antes".
    Bingo! Quando abri o artigo original : Stanford Report, February 7, 2007.
    What a shame: Update or die!

  117. João Marcello Calil

    Exatamente o que o Robson disse. Tendo sido elogiada das duas maneiras, vc aprendeu a concluir que seu bom desempenho no colégio era fruto também do seu esforço e, assim, pôde desenvolver a personalidade descrita na parte direita do esquema.

  118. Robson Muraro

    mas débora, me parece que vc vivenciou as duas situações, que é justamente o que o artigo pede. vivenciando as duas, vc não se rotulou e não escamoteou suas escolhas pelo rótulo.

  119. Hizildinha Monteiro

    Ainda quando são pequenos, podemos aprender a lição de casa lendo esta matéria……. mas e quando já cresceram? e hoje adultos 28 anos por ai….o que fazer?

  120. Wagner Brenner

    Isabela, resumidamente, as 10 mil horas são uma medida simbólica do tempo necessário para se dominar qualquer nova habilidade. Bill gates, por exemplo, é frequentemente lembrado porque era um dos poucos com acesso a um computador em sua universidade e portanto começou a acumular experiiencia muito antes dos outros, o que lhe deu uma vantagem. Quando meu filho diz que nnao é bom em alguma coisa eu pergunto: "mas já deu 10 mil horas de treino?" :) Ajuda a combater um pouco do imediatismo e da desistência de tarefas mais chatas. Abs!

  121. Mary Sliesoraitis

    Adorei a materia e concordo totalmente. Tenho duas filhas, uma de 3 e outra de 5 anos e incentivo muito elas a descobrirem e se esforçarem para conseguir o que elas querem. Desde a possibilidade de usar um brinquendo novo. Sempre reforço, vocês precisam tentar, se esforçar, se não conseguirem, a mamãe ajuda. Tem dado muito certo.

  122. Andrea Lindenmeyer

    Por experiência vivida em casa, só digo uma coisa:Elogiar só faz bem aos inteligentes; eleva cada vez mais sua auto-confiança; lembrando que cabe a nós, pais, educá-los para que não se tornem adultos arrogantes e prepotentes.

  123. Ana Beatriz Freitas

    Débora, parabéns pela coragem de fazer o contraponto aqui. A noção de que inteligência é dissassociada de esforço, como algo que "cai do céu" ou é inata é que o mito. Portanto, fazer esta oposição e concluir que elogiar uma criança como inteligente em relação a outras "reforçadas" como esforçadas seria prejudicial , etc sugere contradição ,como se fossem coisas excludentes e por isso, o adjetivo "inteligente" soe como "pecado". Deve-se elogiar a inteligência,sim, mas como a consciência de que ela construída.

  124. Ricardo Freitas Junior

    Elogios dirigidos a crianças não servem para muita coisa, porque elas tendem a usar as loas como moeda de negociação. Para os meus, servem cobranças educadas e educativas (nada de "você fez mais que a sua obrigação). Exigir um padrão de excelência nas atividades acadêmicas respeitando justamente o grau de inteligência the criança é uma obrigação dos pais, não uma opção.

  125. Isabela Sinder

    gostaria de saber mais sobre a lei das 10 mil horas…. meu filho tem apenas 1ano e 3 meses e ainda posso melhorar muita coisa na educação dele! obrigada por compartilhar essa preciosa informação!

  126. Raquel Costa

    Verdade. E agora o UoD integrado ao FB possibilitou que seu post navegasse por outros mares, muito além daquele que estávamos acostumados. Muito bom! Parabéns!

  127. Tathiana Boldrini

    E a solução? Caso a criança já tiver crescido com essa mentalidade que ela não controla voluntariamente, mas pq o cérebro dela foi condicionado a agir de tal maneira?

  128. Bruka Lopes

    tô lendo brincando de matar monstros, que a Conrad lançou quando eu estava por lá. lembra? desmistifica o medo por jogos e desenhos violentos. A Gio achava Pernalonga violento, até o Pedro começar a comer cenoura crua hahaha

  129. Jefferson Monteiro

    Maravilhoso, com certeza muito educacional, principalmente como pai, aprender estás coisas nos ajudam a desenvolver uma sociedade cada vez melhor e mais forte para viver nossas vidas com mais prazer e felicidade.

  130. Wagner Brenner

    Oi Débora, acho que o que sobra não é a conclusão de abrir mão de um ou outro estímulo, mas sim evitar os rótulos, porque entre os pequenos, viram verdades inquestionáveis. Seu próprio exemplo de uma vida feliz e bem sucedida é creditada aos dois tipos de estímulo, o estudo fala sobre o que aconteceria se só tivesse a parte do seu pai ;)

  131. Wagner Brenner

    Oi Pâm! Puxa, eu não sei, não sou psicólogo, também sou apenas um observador dessa teoria, mas tenho certeza que ter consciência desse mecanismo (como todos os outros), é meio caminho andado, faz parte do nosso auto-conhecimento (tarefa de uma vida inteira). O resto é treino e com 23 anos ainda tem muito tempo para ir endireitando o que quer que seja ;) Aliás, sempre é tempo! Valeu, bj.

  132. Iluska Guimarães

    Agora entendi um dos motivos que me fizeram ter trauma de matemática e até mesmo de desenhos! Sempre fui ótima em Língua Portuguesa e isso foi muito exacerbado pelas pessoas, muitos elogios quanto ao meu vocabulário etc. E lembro-me que até a 4ª série eu gostava demais de matemática, de resolver os probleminhas (pura interpretação de texto), contas de divisão com vários números na chave… Mas a partir the 5ª série, foi traumatizante! E fui rotulada como péssima em matemática, e que não sabia desenhar sequer uma casinha!
    Hoje estudo desenho de moda, e estou muito feliz em tentar romper esta barreira interna, além de gostar do que faço. Claro que nem se compara aos desenhos de meus colegas, cujos pais incentivaram desde cedo, mas estou indo bem! Fui muito criticada por escolher este curso, mas os frutos estão brotando.
    Agora, preciso romper a barreira dos números e provar que posso ser boa nisso. Provar pra mim mesma!

  133. Wagner Brenner

    Oi Viviane. Você está certa e acho que o estudo concorda com isso, afinal fala dos malefícios de ficar elogiando a inteligência com a intenção de estimular a criança. Quanto mais a gente repete um elogio, mais ele se transforma em um rótulo. Portanto, quanto mais variados e sinceros, melhor nnao é mesmo? Obrigado!

  134. Wagner Brenner

    Rodrigo Braga Alonso caramba, "shenanigans?", essa eu tive que procurar. mas só achei um pub Irlandies hehehehe. Valeu Rodrigo!

  135. Márcio Alexandre

    Queridos amigos,

    Sinto uma alegria muito grande no coração por viver numa era de grande benefício, onde pessoas de vários campos the ciência começam a desvendar a enrascada que a humanidade tem se metido com toda esta identificação exaustiva que cria um intrincado sistema a partir do acúmulo de descrições e age baseado neste sistema de crenças, assim como a encontrar soluções; prova de que esta inteligência natural que o Balanced View ( http://www.balancedview.org/ / http://greatfreedom.org/brasil.html ) tão precisamente nos instrui a instintivamente reconhecer, continua a operar em nós continuamente, mesmo que não saibamos de sua existência ou pensemos não reconhecê-la.

    Fomos acostumados a nos identificar com rótulos, construindo a possibilidade de uma identidade pessoal separada do todo, com tais e tais características (eu me chamo fulano, sou do sexo X, por isso tenho que me comportar assim…), e esta é a causa de toda limitação e sofrimento humano. Muitas pessoas começam a perceber aonde a humanidade chegou (depressão, ansiedade, pânico, doenças no corpo…) com tanto alimentar de descrições, e tem a oportunidade de se redescobrirem como verdadeiramente são, livres de rótulos, de potencial ilimitado para desfrutar de uma vida plenamente equilibrada, sábia, cooperativa, altamente produtiva e benéfica.

    Com profundo amor e gratidão,
    Márcio

  136. Priscila Stona

    Muito interessante! "Se você tem um filho, um sobrinho, ou um amigo pequeno, não diga que ele é inteligente. Diga que ele é esforçado, aventureiro, descobridor, fuçador, persistente. Celebre o sucesso, mas não esqueça de comemorar também o fracasso seguido de uma nova tentativa."

  137. Valdeci Simões

    Ju…todo mundo tem que ler…srsr..bjs

  138. Wolmar A. T. Bastos

    "Fato", além the gnt trabalhar isso em psico, afirmo a partir the minha experiência empírica, seja pessoal, seja com meus filhos, as lições de humildade devem ser diárias, pois vc só "cresce" qnd busca a superação, alguém q se considera o máximo, atingirá apenas o mínimo de sua própria capacidade.. viver é a busca permanente, o encontrar ocasionalmente e falhar frequentemente, entender e aceitar isso como parte do jogo nos faz jogadores melhores.

  139. Débora Maria Mitter Marques

    NÃO SIGAM ESTE ARTIGO! EXPERIÊNCIA PRÓPRIA! Eu me lembro de ter recebido os dois estímulos quando criança: o do esforço e the inteligência. Meu pai elogiava o boletim ("nossa, que filha sabidinha") e a minha mãe a dedicação (quando eu me dedicava muito mesmo, eu quase não me lembro de receber elogio dela). Sou engenheira com mestrado, já representei o Brasil jogando Xadrez em campeonato internacional, estudei nas melhores universidades do Brasil e the Alemanha, fui premiada em olimpíada de química, passei numa vaga de trabalho que 1 a cada 1000 consegue, falo inglês e alemão fluente, e estou sempre buscando desafios. Não confiem puramente neste artigo! Se não fossem os estímulos do meu pai em torno do estudo e the inteligência, com certeza eu não teria tentado sequer gostar de aprender quando criança. Vejam o que melhor funciona para esta criança!

  140. Regina Andrade

    eu tive uma professora freira que dizia que nenhuma criança é burra, precisa é estudar mais, se esforçar mais, e isso em 1964!

  141. Pâm Zakrzewski

    Olá Benner, tenho 23 anos e infelizmente me identifiquei muito com os Gabriéis que existem por aí… na realidade não me lembro das motivações ou dos elogias que eu recebia quando criança, mas a questão para quem como eu já cresceu e não pode voltar atrás, será que há estudos sobre como reverter o caso? Sou um caso perdido? Ou será que estou colocando a culpa dos meus insucessos em erros dos meus familiares para me redimir dos meus próprios? Gostaria de saber o que o Gabriel poderia fazer para ser mais esforçado, pois eu como uma "Gabriel" sinto que evitar o esforço e os desafios e mesmo de desistir facilmente é uma trava the qual não consigo me libertar por mais que eu queira. Será que alguém está pensando nos Gabriéis crescidinhos pra nos dar uma força?

  142. Rodrigo Braga Alonso

    Essas shenanigans comportamentais da internet parecem bruxaria pra mim, no sentido de que algo que você não controla, não uma série de algos que engloba desde sua biologia, passando pelas condições sociais e indo pra decisões tomadas por outros e por você próprio, mas um algo específico e identificável e pontual figura como chave de tudo que te ocorre… e cada semana tem um novo.
    Parece tipo: "ah, tudo na minha vida dá errado" e respondem "alguém fez macumba" e pronto, fez macumba, taí a resposta, um evento simples e identificável.

  143. Carlos Sena

    gostei muito the materia, li fora de série , o livro todo é muito bom!

  144. Michel Torres Lopes

    Excelente artigo, obrigado por disponibilizá-lo. Espero estar atento e aplicar com meu filho que ainda tem pouco mais de um aninho. Um adendo interessante é estimular a criança a compartilhar também suas dificuldades com os pais. Me lembro de sentir muita vergonha de notas baixas, ou de demonstrar insegurança diante dos meus pais. Esse tipo de sentimento não me ajudou em nada.

  145. Ana Lucia Serrano

    Deixar claro a criança que o erro faz parte the aprendizagem, as vezes é o melhor caminho. Afinal sempre é o momento para tentar novamente. Isso é sábio…

  146. Patricia de Rossi

    Posso dizer que é a mais pura verdade. E o peso de ter que saber tudo é demais para qualquer um, ainda mais uma criança.

  147. Mariana Rutigliano

    Este livro é uma das leituras obrigatórias the ong que eu trabalho, Iridescent (é o máximo trabalhar em um lugar que utiliza o poder dos livros para moldar sua cultura!). Este livro foi um dos primeiros grandes aprendizados que tive para construir uma organização ao lado de uma indiana no Silicon Valley. Muito legal ver brasileiros disseminando a ideia, ja que este é um dos grandes desafios de um povo inconscientemente adepto ao jeitinho, ao caminho mais fácil.

  148. Lu Capossi

    O artigo é bom.Infelizmente não para todos. Existem "educadores" e "pais" que (não vou julgar os motivos) humilham, marginalizam e maltratam as crianças, trazendo para a questão, um outro lado distante (as vezes, nem tanto) the moeda. /

  149. Day Caroline

    Fui "vítima" de familiares assim. E me senti muito mal, no ensino médio, quando descobri que possuía dificuldades até mesmo maiores que meus outros colegas, caindo assim em desespero e decepção. Me lembro de encarar meus primeiros cálculos de física e não conseguir entender. Tentando resolvê-los acabei chorando e me perguntando por que uma pessoa que sempre foi dada como inteligente não conseguia resolver simples questões. Hoje sou formada em Física, mas tanto o ensino médio, quanto a faculdade não foram em nada triviais. Ótima matéria.

  150. Viviane Torregrosa

    Respeito, mas não concordo. Todo elogio deve ser sincero, simples assim.

  151. Fernanda Masini

    É fogo, mas é isso aí! O pediatra do Martim sempre diz isso entre outras coisas…é muito dificil medir palavras e dosar a sua felicidade para algumas conquistas! É dificil educar e o pior é que você não sabe de fato se está certo ou errado….

  152. Rafael Viviani Jr

    A teoria pode ter sido analisada e até confeccionada, evidentemente, de frustrações passadas, com as quais, a criança GRANDE, não obteve êxito em lidar com circunstâncias adversas.

  153. Ulisses Catullo

    Mais uma daquelas teorias furadas, baseadas em pesquisas estapafúrdias!

  154. Rafael Beltrame

    Meu amigo, cuidado ao citar alguma coisa… estudos mostram que 90% das citações são baseadas em evidências fracas ou em invenções (e sim, isso é uma ironia).
    Quando tu cita que a maioria dos alunos no grupo do "esforço" escolheu um desafio diferente, e que a maioria dos alunos do grupo "inteligencia" escolheram um desafio semelhante, pode ser que a diferença seja insignificante como 51 x 49 ou gigante como 99×1… Mas eu não sei, tu não me informou nada de objetivo, apenas qualificou o resultado. Quando tu cita um trabalho científico, números, muito mais que palavras, expressam fidedignamente os resultados muito mais que um "é melhor", "é bom" e evitam falácias evidentes como essa que eu citei no meu exemplo.
    Mais que isso, supondo que haja uma diferença do tipo 60×40, como eu sei que isso não é obra do acaso? Onde está o trabalho estatístico que comprova o que tu disseste? Eu não vi um mísero valor p escrito, e muito menos um intervalo de confiança ou uma comparação objetiva estatística mostrando que essa diferença (que tu não sabe quantificar) não foi obra do mero acaso.
    Portanto, meu caro, peço que você se informe mais antes de divulgar o resultado (que você aparentemente não sabe se é confiável ou não) de um estudo que pode influenciar o que muita gente está pensando. Se por acaso você souber algo sobre trabalhos científicos e estatística, só posso supor que emitir este tipo de informação incompleta é má-fé e visa distorcer os dados.
    Para saber mais a respeito, sugiro que leia a respeito de delineamento de estudos de coorte, longitudinais, ensaios clínicos e bioestatística.

  155. Alexandre Cardoso

    Wagner Brenner, gostei do artigo, vc é muito esforçado…rs.

  156. Ivo Foggaça

    Parece que tava falando sobre mim. uahauhauha
    Legal, e o que fazemos agora, depois de adultos? =(

  157. Igor Carvalho

    Achei interessante, pois "cresci" the mesma forma. Não, calma, eu não era o inteligente the família, era minha irmã. Sempre usaram ela pra me dar lição de moral e bla bla bla, e hoje vejo que isso de colocá-la num pedestal e me rebaixar diante dela foi, na verdade, bom pra mim e ruim pra ela. Penso que éramos iguais, ela apenas se esforçava um pouco mais na escola. Eu, ao ser repreendido assim e ter que ouvir meus pais dizerem que eu deveria ser como ela, procurei melhorar. Me afundei em novas coisas e hoje só eu sei o quanto isso me ajudou. Ela? Não fez nada, sempre foi tida como inteligente, precisa mudar? Hoje tenho muitas opiniões ou teorias que ela simplesmente não entende. Pra dizer a verdade, hoje ela tem um pouco de ciúme de mim.

  158. Rita Del Monaco

    Essa teoria faz muito sentido. E ainda bem que a li agora, pois ainda dá tempo de consertar muita coisa. Tenho um filho inteligente e esperto de 9 anos e percebo que ele não se esforça muito para fazer o que não sabe, ou o que faz pior. Por exemplo, mesmo sabendo muito mais que outras crianças, ele nunca consegui tirar um 10 na escola, sempre fica nos 8, 9 e pouco. E eu vejo que ele sabia a resposta, mas não fez direito, porque não dá o braço a torcer de que ele também erra. E olha que eu aponto seus erros e aponto que ele é capaz de consertar, mas… Bem, obrigda pelo esclarecimento. Ah como eu gostaria de um manual para todas as horas de dúvidas na criação de crianças… []s

  159. Mariana de Aguiar

    hahaha Genial! Dois votos para a crise existencial. O melhor é passar a olhar os insucessos por outra perspectiva…

  160. Alessandro Zamboti

    Interessante ponto de vista, pois vemos muitas crianças que são chamadas de inteligentes de repente pararem de tirar notas altas quando mudam de série. Muitos pais se perguntam o que aconteceu, mas quase ninguém analisa sob o ponto de vista the criança.

  161. Leonard Renne Guimarães Lapa

    Aos pais e mães de plantão…. Vale ler o artigo!

  162. Carlos Magno Santos

    muito interessante a pesquisa e também muito proveitoso para os pais, pois é constume de nós elogiarmos nossos filhos, até acho que faz parte do nosso ego, porém devemos aprender que nem sempre esses elogios surtem efeitos que possam ajudá-los, as vezes atrapalha a educação e acaba deixando os filhos com a falsa aparencia de que podem resolver tudo com facilidade já que são muito inteligentes. Parabens.

  163. Pedro Brentan

    Ficar parabenizando pessoas por feitos não muito dignos entra nessa linha? Qual o efeito? Por exemplo, alguém passa em um vestibular relativamente fácil, e esse alguém teve estudo suficiente para passar numa USP, devo ou não parabenizar essa pessoa?

  164. Anderson Costa

    Parabéns pelo artigo. Sò não levou um 10 pois o diagrama está em inglês e não entendi foi nada kkkkkk Abração.

  165. Mariana Missio Rocha

    Aí a criança inteligente vira um adulto q não soube q tinha q se esforçar, vai parar num emprego mais ou menos e aí q se acha uma fraude pra vida. True story. Eu já comentava brincando (mas com um fundo de verdade), que todo mundo q falou q eu era inteligente qdo criança me enganou, fazendo parecer que ser inteligente ia fazer as coisas mais fáceis. Bom saber que tem embasamento pra isso. E conheço mais gente assim…

  166. Guz Freitas

    esse artigo me explicou 90% do meu comportamento

  167. Gabriel Schmitt

    Uauu, você se empenhou pra valer nesse post hein! =)
    (Grande Wagner! UorD cada dia melhor!)

  168. Penta Taro

    Certíssimo! Muita gente quebra a cara por que é paparicada demais, mas quando cai no mundo real não tem estrutura pra aguentar o tranco e cai… ^_^
    Ninguem é gênio por acaso, alías um dos maiores the história (Einstein) creditava 90% ao esforço pessoal…

  169. Lúcia Soares

    Gostei do texto, concordo bastante. Uma das minhas filhas diz que fui "pobre" em elogios para eles, mas nunca enfatizei nada em especial, aplaudia o certo, valorizava, mas sem muito "ôba ôba", queria que eles se esforçassem para tudo. Enfoquei um livro que fala sobre isso e muito mais, acho que quem tem filhos deve ler e "peneirar", pois como falei no final, nem tudo que é bom para os EUA é bom para o Brasil. A cultura influencia na maneira de educar, claro. http://www.luciahsoares.com/2012/03/sobre-pais-e-filhosparte-i.html

  170. Caio Xavier

    Márcio Fernandes eu também acho que sofri um pouco disso… sempre ouvi que tinha muito talento pra desenhar e pra outras coisas e sempre fui muito preguiçoso. Até hoje sou assim. É uma pena, mas agora nos resta tentar correr atrás, né? Agora que a gente entende como as coisas funcionam podemos tentar reverter isso.

  171. Andréa P. Fernandes

    É muito interessante, pois nós mães não cansamos de elogiar nossos filhos dizendo que são "inteligentes" eu sou um exemplo disso! Vou mudar e usar as sugestões acima! Agradeço pela dica!

  172. Caio Xavier

    Estava passando um comercial de um banco aqui na Espanha que tem tudo a ver com esse assunto e era muito interessante. Nele Géraldine Chaplin contava que seu pai lhe dizia "Há muito talento no mundo. Há talento por todos os lados. Trabalhe, se mate de trabalhar, que as coisas vão acontecer".

  173. Vanessa Anacleto

    Bem, sou contra qualquer tipo de rótulo. Como explicar o inexplicável – um ser humano complexo e cheio de nuances – com uma simples palavra?

  174. Cinara Moura

    O texto é muito bom e acho que vai muito além da relação com a reprodução e o futuro da espécia, trazendo uma discussão de fácil identificação e de total pertinência ao momento que estamos vivendo. Pra mim, foi o melhor post que já li no Update e acho que é em propostas como estas que o blog cumpre o seu papel :)

  175. Mourylise Heymer

    Humm… não sei, pra mim parece que estaria incentivando a criança a ser um looser. Não somos bons em tudo e ser apenas esforçado não basta. Se temos um ponto forte, algo em que realmente nos destacamos porque deveríamos nos esforçar em coisas nas quais nunca seremos bons em vez de nos aperfeiçoarmos no que somos fortes?

  176. Bruno Scartozzoni

    Seria esse o post mais repercutido the história do Update or Die? Impressionante como nos interessamos sobre tudo que diz respeito à reprodução e futuro the espécie. :)

  177. Gisele Musse

    Muito importante e bom saber q há pessoas q pensam realmente e q podem ajudar aos pais q tanto estimulam seus pequeninos no intuito de gerar mini-gênios, e por consequencia esmagam sua capacidade criativa… excelente post! Meus parabens!

  178. Wagner Brenner

    Os elogios são verdadeiros o tempo todo. O estudo mostra o que acontece quando o elogio se transforma em rótulo, não há questionamento sobre a inteligência da criança. Inteligência múltipla é outro assunto.

  179. Ivanilde Costa

    Gostei muito desse esclarecimento, obrigada.

  180. Walter Iridus

    Ficou muito bom o texto, compartilhei-o para meus conhecidos no FB. De fato elogiar é bom, mas deve ser feito com critério. A partir de quando o elogio vira um estigma, os pais devem refletir… Uma dificuldade não é um impedimento, é um desafio, e é importante a criança entender isso para não se sentir sem rumo diante de um obstáculo, como Gabriel fez com a atividade de soletrar. "Eu não sou bom agora… Mas posso ficar!"

  181. Jose Camilo Santos

    O artigo parece-me totalmente equivocado, pois não leva em consideração a Teoria das Inteligências Múltiplas de Howard Gardner e sua equipe, no Project Zero the Harvard University. Gabriel é muito inteligente, sim, na área cinestésica corporal, que inclui esportes, mas não necessariamente tem uma inteligência linguística. Os elogios são verdadeiros, no exemplo dado. Cada um de nós é mais inteligente em algumas áreas do que em outras. Para mais informações sobre inteligências múltiplas, acesse este link http://www.homemdemello.com.br/psicologia/intelmult.html. Há uma vasta literatura disponível a respeito do tema.

  182. Paulo César Fernandes

    excelente artigo Wagner. conheço mais de uma pessoa que passou por esse problema, os famosos "mais ele tinha tudo pra brilhar… o que houve?". vou procurar me informar mais sobre o tema.

    abraços

  183. Rodolfo Araújo

    Wagner Brenner eu li o livro e é sensacional. Recomendo fortemente a pais e educadores. Recentemente entrevistei alguns autores que escrevem sobre Economia Comportamental, como Daniel Pink, Dan Ariely e Tim Harford e todos eles se inspiram no trabalho da Professora Dweck.

  184. Wagner Brenner

    Boa Rodolfo. Exatamente, snao os mind sets que estnao no grafico. e esse livro vou precisar acabar lendo inteiro, o assunto é fascinante e tem implicações também entre os adultos. valeu.

  185. Pedro Ragazzi

    Olha, eu achei o texto muito bom quando li ele alguns anos atrás.
    Você é realmente o autor dele?

  186. Fabiano Ferronato

    Goste do texto, mas poderia colocar as fontes para dar mais credibilidade. Ex. quais testes? qual estudo? de onde veio o infografico?(além de ser elegante dar crédito).
    Falo isso pq mtas pessoas acreditam em tudo q leem enquanto outras em nada. E pelos mesmos motivos.
    O livro é uma dica valiosa.
    abraços

  187. Maricene Crus

    Artigo muito interessante. É bom saber que o esforço pode ser apreciado e levar uma pessoa ao sucesso sem que ela necessariamente tenha crescido ouvindo elogios à sua inteligência. Inteligente todos somos, cada um à sua maneira, mas no final das contas é realmente o esforço, a maneira como se aceita e se cresce com críticas e a persistência é que fazem de uma pessoa uma vencedora. Ser inteligente sem essas outras qualidades faz de você apenas uma pessoa cheia de conteúdo, mas, como diz o artigo, só com esforço você poderá alcançar níveis mais altos de conquistas e ter um senso maior de "livre arbítrio"! Muito legal!

  188. David Rabello

    Me encaixei nesta matéria, sempre disseram que eu era inteligente, quer era prodígio e que iria muito longe, e na verdade tudo virou uma certa pressão e não saí do lugar… Até hoje…

  189. Virginia Castiglione Hickmann

    Esse é um problema que eu tenho e depois de ler o Outliers me caiu a ficha. Faz tempo que estou tentando mudar e correr atrás das coisas. Esse lance de ser inteligente não tá com nada! hehehehe :)

  190. Lucas Ripper

    Wagner Brenner incrivel como um detalhe tão simples pode moldar uma personalidade, gostei! valeu!

  191. Paola Silva Araujo G. Barbosa

    Amei o texto! Eu fui a criança inteligente superestimada e minha irmã a que não era tão talentosa mas se esforçava em dobro. Adivinhe quem entrou em crise existencial super cedo e quem soube lidar melhor com os fracassos, fazendo deles trampolins para novas conquistas?

  192. Andreina Pessotti

    Eu já tinha lido alguma coisa parecida e tento sempre falar para Alinne que ela conseguiu, que se esforçou. O exemplo do quebra-cabeça acontece sempre com ela. Ela sempre pede um mais difícil e com 2 anos ela monta um de 49 peças sozinha! É muito importante ter esse cuidado ao elogiar nossos filhos!

  193. Raul Crespo de Magalhães

    Ótimo post. A grande dificuldade é que temos a mania de atribuir qualidades às pessoas, dar rótulos. Fulano é chato, beltrano é bacana, enfim, reduzir pra entender – Descartes. É preciso um esforço consciente pra não reproduzir isso com as crianças, assim elas tem a liberdade de ser o que quiserem e não aquilo que estamos dizendo a elas. O que dizemos é muito importante pra formação the criança. Essa dica sobre inteligência e esforço é excelente. abç.

  194. Wagner Brenner

    Oi Paulo, eu tenho um filho sim. Mas não falei que não devemos elogiar os filhos, claro que devemos, sempre. É apenas uma sugestão para se elogiar também o esforço, para que eles não cresçam achando que já nasceram equipados com algo que não precisa de evolução. Os estudos e o livro são apenas para ilustrar o raciocínio e o post apenas uma reflexão. Um ab!

  195. Paulo Ferreira

    Wagner Brenner , você tem filhos? Gostaria apenas de comentar que o estudo citado é de pequena amostragem; e que, embora eu acredite na validade de várias idéias do Malcom Gladwell, ele mesmo deixa claro nos seus livros que ali existem proposições e teorias que precisam de muito mais tempo e estudo para que sejam totalmente comprovadas e validadas. Estou fazendo esse reparo neste assunto porque o foco da matéria está todo no resultado "exterior", em termos daquilo que se chama de sucesso na carreira. Mas em nenhum momento alguém ali avaliou a importancia do resultado INTERIOR, de felicidade, de equilibrio emocional que é representado por uma criança ouvir de seus pais um elogio sincero e merecido, reconhecendo suas qualidades e pontos fortes.

  196. Wagner Brenner

    Obrigado Claudia, vou ter que concordar com o mérito dos meus pais, tive muita sorte mesmo. Que nem o Caian. ;)

  197. Claudia Daltro

    Posso dizer que leio esse post num ótimo momento pois meu menino tem 3 aninhos. Agora já sei, é usar o "vamos lá Caian, continue tentando..". ao invés do "parabéns, como é inteligente". Brenner seus pais devem ter feito o papel certinho! Mas não vou dizer que vc é phoda, vou dizer que vc está se esforçando muito bem, certo? :)

  198. Daniela Spinazzola

    bem interessante!! Vou usar.. vlw

  199. Adriano Amaral

    Fantastico o texto e queria pedir autorização para citá-lo em meu blog, pode ser? Labirintosominotauro.com

  200. Luis Trindade

    a importante diferença entre inteligente e esforçado. objetivo: treinar a criança para aceitar a crítica e evoluir…

  201. Wagner Brenner

    Boa. Criança acredita 100% em pai/mãe. Rótulos inclusive e principalmente. A intenção é a melhor do mundo, mas a gente pode acabar prejudicando, sem querer.

  202. Lua de Papel Brasil

    Post incrível do Wagner Brenner, do também incrível Update or Die.

    Assunto que já tratamos na publicação do livro "Os 10 erros mais comuns na educação de crianças".

  203. Ana Cristina Kolb

    gente muito importante, achei otimo este texto! Pois o maior presente que educadores e a sociedade pode dar a uma criança é a alegria de ser um "ser humano", com tudo que isto significa, inclusive ser unica e especial! Esta estoria de criança rei/rainha é tao toxica, como a de criança vilao/vilan, criança pobrezinha, coitadinha, crian4a super heroi, criança adulta! Vamos refletir e fazer o nosso melhor pra criar pessoas melhoras pra um mundo melhor!

  204. Manoel C C Araújo

    "Se você tem um filho, um sobrinho, ou um amigo pequeno, não diga que ele é inteligente. Diga que ele é esforçado, aventureiro, descobridor, fuçador, persistente.
    Celebre o sucesso, mas não esqueça de comemorar também o fracasso seguido de nova tentativa."