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A produção de whisky é um trabalho antigo que tem sido desenvolvido e refinado com o passar do tempo, saindo da produção caseira e indo para a fabricação em grande escala.

Em um episódio da ACS Reactions, Raychelle Burks, PhD da St. Edwards University, mostra a química por trás da destilação do whisky, cujo processo de fabricação vem de um cereal.

Os cereais são ricos em amidos que precisam ser transformados em açúcares solúveis para fazer o álcool. Isso ocorre durante a germinação enquanto a água quente é adicionada e a mistura é aquecida até que o cereal chegue ao momento de se desenvolver.

Muitos fatores fazem parte do sabor e caráter de um whisky: os tipos de grãos e leveduras usados, a forma do local de repouso, até o barril e o tempo de maturação.

Burks explica que o que separa a cerveja e o vinho do whisky é o que acontece depois da fermentação, já que o produto é destilado mais vezes para reduzir a quantidade de água e aumentar a concentração de álcool e sabor.

Depois da destilação, o produto é transferido para barris de carvalho especialmente tratados para maturar por um mínimo de três anos para ser considerado um bom whisky.

A explicação

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