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Todo baterista, dos mais amadores (vulgo eu) aos grandes ícones consagrados, têm seu ídolo das baquetas. O meu é o Travis Barker, do Blink 182 e tantos outros projetos, mas qualquer um que já sentou num banquinho giratório para arranhar uma batida sincronizada tem no mínimo um grande respeito por uma lista de nomes históricos. E John Bonham sem dúvida está nas primeiras posições. A Rolling Stone, por exemplo, o coloca como o maior de todos os tempos.

O Led Zeppelin nasceu ainda nos anos 60 e explodiu no cenário musical não só pela qualidade das músicas “prontas”, mas habilidade e senso apuradíssimo dos integrantes – bem diferente de Beatles e Rolling Stones, à época, por exemplo. Um quarteto que valia por uma big band. E o canal Polyphonic, do YouTube, tentou descobrir quais as características que faziam de Bonham um baterista tão bom assim – e quem contribuiu para o sucesso estrondoso de sua banda.

No vídeo acima, eles mostram de forma muito interessante a bagagem de jazz e swing do inglês, sua levada pouquíssimo tradicional e linear, a complexidade das suas composições e como ele fazia suas batidas conversar muito mais com a guitarra de Jimmy Page que com o baixo de John Paul Jones, o que seria bem mais comum.

Curiosidades mostradas de uma forma muito interessante para fãs de boa música, e principalmente para quem toca (ou quer tocar) qualquer instrumento. E pra ajudar a angariar novos admiradores para mais uma lenda do rock – sim, foi ele que morreu engasgado com o próprio vômito depois de umas 40 doses de vodca… mas isso a gente não precisa copiar, né? :)

E como bônus, um pequeno pedaço ao vivo da histórica “Moby Dick”…