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Por que o coração tem um desenho só pra ele?

Você já deve ter reparado que, dentre todos os órgãos do corpo humano, o único que tem um desenho para representá-lo é o coração. Sim, já vimos por aí muitos desenhos do órgão como ele é mesmo, especialmente em tatuagens e quadros. Mas o mais comum mesmo é aquele que aprendemos a desenhar na infância e que, mais tarde, passamos a usar no meio digital com os caracteres “s2” ou ainda “<3”.

Mas, afinal: de onde veio esse desenho?

Como toda “lenda”, existem muitas versões que cercam a história de sua origem. Primeiro, vamos dar uma outra contextualizada: o coração começou a ser associado às emoções humanas há muito tempo. Existem até relatos que comprovam que o filósofo Aristóteles já se referia ao órgão como o centro de todas as reações emocionais que acontecem no nosso corpo. Na cultura egípcia, por exemplo, é dito que o coração concentra nosso espírito e intelecto.

É consenso que a simbologia do coração como conhecemos apareceu pela primeira vez por volta do ano 1400, juntamente à criação do baralho europeu que trazia o desenho para representar o naipe de “copas”. Agora de onde os europeus tiraram esse desenho é mais uma história.

 

Uma das hipóteses trabalha com a possibilidade de que seja, na verdade, uma representação de uma flor do gênero Silphium – já extinta – que era usada na alimentação e ainda como método contraceptivo. Por isso ela teria sido primeiramente associada ao sexo e, em consequência, ao amor. Essa versão nasceu na África, em Cirene.

 

Segundo a Igreja Católica, essa forma surgiu após os relatos de Santa Margarida Maria Alacoque, que tinha visões do Sagrado Coração de Jesus.

Por fim, há ainda versões que conferem a origem do desenho a uma simbolização da anatomia feminina. Enquanto algumas hipóteses afirmam que o desenho do coração faz menção ao monte de vênus feminino, outras falam que trata-se de uma representação dos seios ou ainda às nádegas.

Alguma dessas faz sentido?