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Toda marca nasce por um propósito. Algumas têm isso consciente, outras não. Mas essa consciência sozinha não tem sentido se não houver uma conexão real e genuína com ele. O desejo íntimo de transformar, de mudar a vida das pessoas de algum jeito, seja por proporcionar um sorriso sincero ou por contribuir ativamente para o futuro de um jovem.

Esse desejo de gerar valor real à vida das pessoas é a verdadeira gênese da alma de uma marca.

Alma tem a ver com amor, cuidado, paixão por servir. E é essa alma que queremos – e devemos – comunicar. Precisamos sair do paradigma de criar uma identidade visual esteticamente bacana, lançar uma campanha criativa com “sacadinhas” inteligentes, e esperar que magicamente seu cliente vá morrer de amores pela sua marca. O que muitos – talvez a maioria – ainda precise descobrir é que as pessoas querem ser vistas e tratadas pelas marcas como pessoas e não consumidores.

É quase como tentar fazer amigos indo a uma festa e distribuindo cartões de visita. Isso é estático, engessado, frio. E claramente, não é isso que queremos. Queremos amar e ser amados.
E marcas com alma, definitivamente, sabem fazer as duas coisas muito bem.