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(essa imagem esquisita aí em cima é, na verdade, um hobbie do robô músico)

Dos infinitos estilos musicais possíveis, eu realmente não achava que uma inteligência artificial fosse ser usada para aprender e recriar músicas justamente de black metal.

(o album “alimentado aqui é o Diotima, da banda de black metal avant-garde Krallice)

Mas olhando agora em retrocesso, faz bastante sentido. É um estilo que, pasmem!, segue muitos rigores de forma e transições, levadas e até concatenação das músicas seguem linhas bastante tradicionais.

Mas, bem, foi com o black metal e seu primo mais “cabeça” o math metal (confesso que eu chamaria de progressivo bagunçado) que entreteram os desenvolvedores e pesquisadores do divertido DADABOT.

(aqui é Calculating Infinity da The Dillinger Escape Plan)

O projeto “ensina” diferentes bandas para o algoritmo e apresenta o resultado de seu aprendizado na produção de algo original a partir disso.

O resultado do robô para Beatles pode ser descrito como “um pouco mais psicodélico” que os trabalhos mais viajados da banda (e, na verdade, uma aula de machine learning, já que cada faixa é resultante de uma evolução a mais da faixa anterior):