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Movimento #MyGameMyName

Até em um universo – teoricamente – acolhedor, algumas questões importantes sobre opressão merecem ser levadas em consideração.

De acordo com o Game Consumer Insights, publicado em 2017, as mulheres estão presentes em diversos estilos de jogos e plataformas. No PC, por exemplo, quase não há diferença entre os públicos: 83% das mulheres gostam de jogar no computador, contra 85% dos homens. Nos consoles, os números de adeptos também são parecidos: 78% dos homens contra 73% das mulheres. Já no mobile, a predominância entre os gamers é feminina (86%) e não masculina (80%). A maioria das gamers (14%) tem de 25 a 31 anos de idade, mesma faixa etária da maioria dos homens que jogam (34%).

#MyGameMyName é uma ação liderada pela ONG Wonder Women Tech que convocou youtubers e jogadores homens para usar nicknames femininos em partidas online; o resultado alarmante lança luz sobre a desigualdade entre gêneros no universo dos games que, no mundo, movimenta mais de US$ 66 bilhões por ano. 

Com a campanha, inicia-se um movimento de pressão à indústria dos games, (reconhecidamente duas vezes maior que Hollywood), para que tome iniciativas mais efetivas contra esse tipo de abuso. Assista ao vídeo no player acima.

A grande maioria das gamers diz já ter sofrido algum tipo de assédio sexual ou bullying nos jogos online, o que as leva com frequência a esconder sua identidade e entrar em partidas com nicknames masculinos ou neutros, apenas para não serem alvos de ataques e assédio. De acordo com um outro estudo, este publicado na Universidade Estadual de Ohio, nos EUA, 100% das mulheres que jogam games por pelo menos 22 horas semanais já sofreram algum tipo de assédio.

Para mais infos: acesse o site do projeto www.mygamemyname.com

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