Diferencial for dummies

diferencial

Calma, não se assuste com a ilustração. Por incrível que pareça, você vai entendê-la perfeitamente em apenas 3 minutos.

Sempre bom achar explicações que simplificam coisas que parecem complicadas, mas não são (depois que alguém inventa, claro).

Este é para pessoas como eu, “mecânicamente desafiadas”.

Informação 01 que nunca parei para pensar: quando um carro faz uma curva, a roda de dentro precisa girar mais devagar que a de fora. Claro, mas nunca tinha parado pra pensar nisso.

Informação 02 que nunca parei para pensar: na carroça essa curva funciona porque as rodas giram soltas e independentes. Nos carros antigos também, porque eram movidos a tração em uma roda só.

Mas como resolver o problema quando os carros evoluiram e precisaram de tração em mais rodas?

Aperte o play e aprenda o princípio do “diferencial” (menos um na lista de coisas que o seu mecânico fala e você não entende).

Bônus track: Richard Feynman explica como os trens resolvem o mesmo problema:

Wagner BrennerProfissional de criação e fundador do Update or Die.

Por que temos medo do escuro?

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- Mãe! Não apaga luz, por favor…
- Vá dormir! Não tem nada de luz acesa.

Cobrir os pés com o cobertor: check.
Ir do quarto até o banheiro, no escuro?
Nem pensar!

Sim, a escuridão sempre foi um dos meus maiores medos durante a infância.
Era na escuridão, com a ajuda da imaginação, que os meus brinquedos tomavam uma nova forma e que eu podia jurar que ouvia algum barulho no guarda-roupa.
Alguns pesquisadores acreditam que o medo do escuro está no DNA humano desde que evoluímos.
O curioso é que mais de 15% das crianças entre 8 e 12 anos de idade ainda listam o escuro como o seu maior medo, mas é entre  4 e 6 anos de idade que esse medo tem sua fase mais assustadora. (Viu só, mãe?).

No infográfico abaixo você confere a razão pela qual nossa espécie tem medo do escuro.

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Confira o infográfico completo depois do jump.

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Diego Oliveiraé publicitário, empreendedor e geralmente está rodeado de games, café, livros ou câmeras.

Is Photography Dead?

Excelente infográfico sobre a evolução da arte.

A maioria dos infográficos a gente nem lê, não é mesmo? Se o assunto te interessa, esse vale muito a pena (após o jump):

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Gustavo GiglioPublicitário. Sócio do UoD. Responsável pelo mkt, novos negócios e projetos. É da música e da Guinness.

Online Advertising Will Overtake TV AD Sales in 2016

São tantos os infográficos que até perdemos o interesse de olhar com atenção, né? Este não. É um interessante, e simples, comparativo sobre o crescimento do investimento em propaganda online e o comparativo com estimativas para a TV. Claramente, as marcas encontram mais flexibilidade e maneiras criativas, com investimento bem menores, para impactar um número cada vez maior de pessoas no “mundo digital” (com seus targets, também, bem definidos). O infográfico traz comparativos anuais e budgets estimados para o que vem por aí. Vale muito pelos gráficos que mostram as ferramentas/plataformas possivelmente mais utilizadas. Para quem aposta mais em social media e mobile do que em display advertising e search, por exemplo.

Gustavo GiglioPublicitário. Sócio do UoD. Responsável pelo mkt, novos negócios e projetos. É da música e da Guinness.

Como gerar boas ideias

Uma animação bonitinha sobre como cultivar boas ideias. Algumas dicas e insights são bem interessantes. Bom para começar a semana.

Agency: Column Five Media
Creative Director: Ross Crooks, Josh Ritchie
Project Manager: Nick Miede, Ian Klein
Motion Designer: Chase Ogden
Graphic Designer: Luis Liwag
Voice Over: Maxwell Glick

Gustavo GiglioPublicitário. Sócio do UoD. Responsável pelo mkt, novos negócios e projetos. É da música e da Guinness.

Comedy Central Latam: Siesta

Confiram abaixo o filme criado pela Wieden+Kennedy São Paulo para o Comedy Central Latam. A produção é da Hungry Man com direção de Bryan Buckley.

http://www.youtube.com/watch?v=oqgjJxar_VA

Paula Rizzoé publicitária, mãe, curiosa e usa boa parte da sua energia fazendo a curadoria de inovação e inspirando gente na c

O sentimento do mundo através da história, segundo a Wikipedia

Hoje em dia todo mundo pode falar com todo mundo.

Mas como era o relacionamento entre grandes distâncias, antes da internet?

E como eram, qualitativamente, esses relacionamentos entre países?

A animação mostra dados retirados da Wikipedia, com traços que ligam localidades que tiveram alguma relacão histórica, de 1800 até hoje.

Traços verdes indicam relacionamentos positivos.
Traços vermelhos indicam relacionamentos negativos.

O video é parte do SGI Wikipedia Project e utiliza o SGI® UV™ 2000, uma espécie de liquidificador de dados que mastiga os mais de 100 milhões de artigos (2.4 petabyte ) da Wikipedia e transforma dados em movimento.

O video é bastante rápido, sugiro que você vá pausando para visualizar alguns momentos com mais calma.

Wagner BrennerProfissional de criação e fundador do Update or Die.

O mundo sem Internet

Era o que precisávamos: infográficos com coisinhas piscando.

Mas o conteúdo e o raciocínio são interessantes, (desde que você não tenha epilepsia, claro).

Wagner BrennerProfissional de criação e fundador do Update or Die.

Explorando a música dos Beatles através de infográficos

Um projeto colaborativo, super cuidadoso e extenso, está mapeando (em infográficos interessantes e simples) todo o trabalho dos Beatles. Charting the Beatles – Exploration of Beatles music through infographics, traz diagramas e gráficos baseados em fontes secundárias como: lista das composições e seus autores, estatísticas de vendas, biografias, anotações, sessões de gravações, partituras e áudios. Os gráficos demonstram processos de composição, média de autores (e a evolução de cada como compositor solo),  referências de suas músicas em outras músicas próprias (o ponto em que essas referências são encontradas), notas musicais, repetição dos acordes e os tons mais encontrados e ainda uma agenda de trabalho. O projeto ainda está em processo e você pode ajudar.

Gustavo GiglioPublicitário. Sócio do UoD. Responsável pelo mkt, novos negócios e projetos. É da música e da Guinness.

O quarto dos 26 espelhos

De A a B, só fazendo curva

 

O mini-golfe do inferno tem esse buraco. Totalmente a prova de um hole-in-one.

Uma tacada partindo do ponto A, em qualquer direção, jamais chegará ao ponto B, mesmo que a bolinha fique rebatendo nas paredes para sempre.

Esse desenho maluco é resultado de um desafio proposto em 1950, por Ernest Strauss.

Imagine um quarto escuro e com as paredes revestidas por espelhos. Se alguém acender um fósforo, dá para ver a chama de qualquer lugar?

A questão é bem mais complicada do que parece e ficou muitos anos sem resposta. Foi só em 1995 que o Professor George Tokarsky  da Universidade de Alberta/CAN, descobriu que tem sim um quarto espelhado que deixa um ponto na escuridão total. O quarto tem 26 paredes e uma vela acessa no ponto A não pode ser vista do ponto B.

Pronto, marido e mulher já têm a solução para um não incomodar o outro com a luz do celular no meio da noite.

Fonte: American Mathematical Monthly, Vol 102, Polygonal Rooms Not Illuminable from Every Point by George W. Tokarsky.

[via]

Wagner BrennerProfissional de criação e fundador do Update or Die.


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