Uma lula ouvindo Cypress Hill e uma perna de barata dançando Beastie Boys

Eu sei, o título desse post não faz o menor sentido.

O primeiro vídeo mostra um experimento feito por um laboratório americano de Biologia com uma lula: um eletrodo é preso ao nervo da barbatana do molusco e conectado a um iPod nano que toca uma música do Cypress Hill. O experimento foi feito para testar a reação da lula a estímulos sonoros e analisar a variação de pigmento de seus “chromatophores” – células ligadas a pequenos músculos que contraem quando são estimulados e acabam revelando o pigmento presente nelas. O que você vê no vídeo é um zoom microscópico na barbatana do molusco.

O segundo vídeo é muito mais fácil de entender (não).

Dois fios conectam autofalantes que tocam The Bestie Boys à duas agulhas encostadas na perna de uma barata morta. O som, convertido em sinais elétricos que chegam até a perna da barata, acabam provocando movimentos no tecido muscular e nervoso do bicho. Dito isso, você pode pular direto pro 1:00 do vídeo e dançar com a barata.

Se quiser saber mais sobre os experimentos, acesse o site de seus criadores e boa sorte.

Fabricio Teixeiraé designer e trabalha para deixar sua vida mais fácil. Vive organizando coisas, nas horas vagas e nas horas pagas.

Prazer adiado

Você dá uma migalha de pão para um passarinho que sai voando voando dalí, enquanto você fica feliz em saber que ajudou o inocente bichinho a se alimentar.

Verdade, mas não do jeito que você imagina.

Dá uma olhada no que ele faz.

Na verdade o tal passarinho é uma pequenina Garça Verde (Green Heron) e não tem nada de inocente.

Usou seu pedacinho de pão para pescar um peixe. Na natureza, usa insetos.

O mais interessante é que é um exemplo de evolução porque Garças verdes pescadoras são raras, não é uma habilidade inata, mas algumas com o pescoço mais longo aprenderam a dar um bote equivalente ao de uma cobra e são, claro, as que tem se saído melhor no quesito alimentação.

Outra coisa interessante de se notar é que ela deixa o peixe dar várias mordidas e comer um bom pedaço do pão até que fique o suficientemente confortável para a vacilada fatal. Fora que a garça acaba comendo o pão que está dentro da barriga do peixe ;)

Lembra da experiência das crianças com marshmallows, prazer adiado por um prazer maior e tal? Esse é mais um exemplo disso, imagine o sacrifício de um animal, geralmente faminto, de ter um pão na boca, pronto para ser engolido, mas mesmo assim jogá-lo na água e apostar no peixe?

Update or die.

Wagner BrennerProfissional de criação e fundador do Update or Die.

Online Advertising Will Overtake TV AD Sales in 2016

São tantos os infográficos que até perdemos o interesse de olhar com atenção, né? Este não. É um interessante, e simples, comparativo sobre o crescimento do investimento em propaganda online e o comparativo com estimativas para a TV. Claramente, as marcas encontram mais flexibilidade e maneiras criativas, com investimento bem menores, para impactar um número cada vez maior de pessoas no “mundo digital” (com seus targets, também, bem definidos). O infográfico traz comparativos anuais e budgets estimados para o que vem por aí. Vale muito pelos gráficos que mostram as ferramentas/plataformas possivelmente mais utilizadas. Para quem aposta mais em social media e mobile do que em display advertising e search, por exemplo.

Gustavo GiglioPublicitário. Sócio do UoD. Responsável pelo mkt, novos negócios e projetos. É da música e da Guinness.

Queimador de Formiga versão Jumbo

Quando eu era criança, antes da invenção do video-game, uma das diversões mais clássicas (e cruéis) no quintal de casa era incinerar formigas usando a luz do sol e uma lupa. Depois surgiu uma versão mais politicamente correta, que era escrever o nome queimando a sola das Havaiannas (que naquela época era chinelo de pedreiro e de criança mesmo).

Mas nada disso se compara a esse raio da morte, feito apenas com uma estrutura de madeira, um plástico (pode ser uma cortina de chuveiro) e água.

Com isso você tem uma lente de água capaz de queimar toras de madeira, borracha e até aquecer um metal pra você fazer uns ovos com bacon.

Com um desses dá pra queimar até um gato ou um cachorro, dos pequenos. Brincadeira.

Wagner BrennerProfissional de criação e fundador do Update or Die.

Multitasking: estatísticas e consequências para o cérebro

Multitasking e os efeitos no cérebro

O infográfico abaixo, criado pelo OnlineUniversities, mostra alguns números sobre crescimento do hábito de executar várias tarefas ao mesmo tempo enquanto as pessoas estão usando o computador.

Highlight: o cérebro humano sente-se confortável com no máximo duas tarefas acontecendo ao mesmo tempo. Quando uma terceira tarefa entra no jogo, o cérebro começa a dar sinais de cansaço – reduzindo a concentração da pessoa e diminuindo a precisão com que ela realiza o multi-tasking.

Confira o infográfico completo depois do jump.

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Fabricio Teixeiraé designer e trabalha para deixar sua vida mais fácil. Vive organizando coisas, nas horas vagas e nas horas pagas.

Como gerar boas ideias

Uma animação bonitinha sobre como cultivar boas ideias. Algumas dicas e insights são bem interessantes. Bom para começar a semana.

Agency: Column Five Media
Creative Director: Ross Crooks, Josh Ritchie
Project Manager: Nick Miede, Ian Klein
Motion Designer: Chase Ogden
Graphic Designer: Luis Liwag
Voice Over: Maxwell Glick

Gustavo GiglioPublicitário. Sócio do UoD. Responsável pelo mkt, novos negócios e projetos. É da música e da Guinness.

Mysteries of Generation: embriões de animais (1760)

Fantástica série fotográfica feita por Elaine Duigenan, chamada ‘Mysteries of Generation‘.

Os animais pertencem a uma coleção de mais de 3.600 animais (podem ser conferidos online aqui), e pertenciam a um dos pioneiros da anatomia, John Hunter (1728 – 1793).

A coleção está exposta no Hunterian Museum at The Royal College of Surgeons, em Londres.

Em um de seus depoimentos, a fotógrafa Elaine Duigenan faz um paralelo interessante, comentando que “o próprio ato de fotografar é um ato de conservação”.

Acima, um golfinho, um extraordinário Bicho-Preguiça com cara de alien, um crocodilo e um cavalo.

Apesar de mórbido, é uma celebração a vida. Lindo.

Wagner BrennerProfissional de criação e fundador do Update or Die.

Comedy Central Latam: Siesta

Confiram abaixo o filme criado pela Wieden+Kennedy São Paulo para o Comedy Central Latam. A produção é da Hungry Man com direção de Bryan Buckley.

http://www.youtube.com/watch?v=oqgjJxar_VA

Paula Rizzoé publicitária, mãe, curiosa e usa boa parte da sua energia fazendo a curadoria de inovação e inspirando gente na c

Música libera dopamina em seu corpo – e sim, pode viciar

A animação abaixo conta um pouco sobre como o corpo humano cria mecanismos para recompensar algumas coisas que fazemos.

O prazer encontrado no sexo e nos alimentos, por exemplo, é simplesmente uma recompensa que o seu corpo te dá por ter ido atrás de coisas que são importantes para sua sobrevivência. E esse prazer, cientificamente falando, vem em forma de dopamina – uma das substâncias capazes de criar essa sensação em seu corpo.

Pois a música também é capaz de reter concentrações de dopamina em seu cérebro. Sintomas incluem dilatação da pupila, aumento da pressão sanguínea e aquela sensação de “I need more” que faz você ouvir uma música no repeat por horas e horas.

Pronto, agora você tem uma prova científica e uma animação engraçadinha para justificar aos seus amigos quando eles disserem que você está “viciado demais” em determinada música.

Fabricio Teixeiraé designer e trabalha para deixar sua vida mais fácil. Vive organizando coisas, nas horas vagas e nas horas pagas.

O que levar na sua próxima viagem espacial? Um io-iô.

Existem vários motivos para se gostar deste vídeo. Alguns:

01. O cara (Don Pettit/NASA) está na Estação Espacial Internacional e teve a genial ideia de embarcar com um io-io na mala. Por que isso é tão genial? Porque o io-io gira no seu próprio eixo na velocidade normal, mas dá para movimentá-lo pela linha mais lentamente, por causa da falta de gravidade. O resultado? Um io-iô em câmera lenta, mas em tempo real (que por sí só, já é um paradoxo, ao vivo e à cores).

02. O cara está no céu e tem a cara do Captain Picard (Star Trek) misturado com o Steve Jobs. Tudo muito bem contextualizado.

03. Ele usa o io-iô para simular e explicar manobras espaciais, feitas por naves e satélites.

03. Meu motivo preferido: “because I’m in space, and I can, I get to name these yo-yo tricks”. Como ninguém fez esses truques antes (pelo menos no espaço), ele resolveu criar uns truques (e nomes!) novos.

[via]

Wagner BrennerProfissional de criação e fundador do Update or Die.


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