É esse o conceito da Chipp’d, uma empresa que vende presentes com um detalhe especial dentro dele. Você escolhe o amuleto que mais combina com a pessoa e grava um vídeo com sua mensagem.
Ao receber o presente, seu amigo pode apontar o celular para o amuleto (o bom e velho QR code) e assistir ao vídeo que você gravou.
O vídeo abaixo mostra um pouco do conceito da empresa e dá exemplos de vídeos gravados pelos compradores:
“It’s a basic human desire to separate an OREO cookie. Humans love either cookie or creme. And sometimes a man just needs to invent a machine to do the hard work of separating the two”
Biscoito, bolacha… não importa! Em cada lugar do Brasil é uma coisa, mas uma coisa acontece em todos os lugares: quem nunca separou o recheio do biscoito/bolacha?
A Oreo, sempre ela, decidiu criar uma máquina, em parceria com um físico (David Neevel), para separar uma parte da outra. O projeto faz parte da campanha “Cookie vs. Cream”.
Acho que o prazer está em conseguir separar na marra. É uma conquista.
Por que diabos não criam linhas de produtos diferentes? Em proporções de acordo com a procura. “Embalagem só com o biscoito”, “embalagem só com o recheio”, “compre os dois, leve uma caixa de leite”, “embalagem tradicional, sem frescura”.
Dica: também é bom colocar metade do pacote no congelador e a outra dar uma passadinha no microondas… e juntar os dois na mesma mordida. Como dizem por aí: “gordinho só faz gordice”.
Enfim… campanha ousada e inusitada.
UPDATE: o comentário do leitor João Caetano trouxe novas, e importantes, infos:
“É uma série de posts e já lançaram o segundo vídeo”:
por Paula Rizzo em quinta-feira, fevereiro 28, 2013 ·
Interessante este comercial da Santo Buenos Aires para comunicar a banda larga da Arnet. Como todo bom filme argentino lança mão de uma boa história. A produção é da Rebolucion com direção de Armando Bo.
Este não vai ser o “vídeo engraçadinho do dia”. Mas vai ficar pregado na sua cabeça por um tempo. End 7 tem uma meta ambiciosa. E você pode fazer parte da solução. Não vou contar o que é. Assista (até o fim se conseguir) depois passe por aqui, colabore e compartilhe.
Audrey Hepburn estrelando campanha do chocolate Galaxy
por Gustavo Giglio em quarta-feira, fevereiro 27, 2013 ·
Tá na moda usar celebridades que já morreram em campanhas, né? Melhor do que as holografias em shows, certo? Esta semana, Audrey Hepburn voltou à vida (20 anos depois) para, com todo seu charme, tirar da bolsa um chocolate e fazer marmanjos realizarem seus desejos. Seus filhos disseram que a mãe sempre fora fã de chocolates e que adoraria ter participado de uma campanha assim (eles autorizaram o uso da imagem). Tudo lindo. Ela, a Vespinha, as toalhas na varanda, as melancias e abóboras no chão, o cenário, a trilha, o ônibus, o carro, o batom, o chocolate e, principalmente, a franjinha.
por Gustavo Giglio em quarta-feira, fevereiro 27, 2013 ·
A verdade é que sempre que ando em um matagal assim, lembro do Jason (e dos sei lá quantos Sexta-Feira 13). Não que eu ande muito (talvez por esse motivo mesmo). A TBWA de Paris conseguiu criar uma situação inusitada utilizando muito bem a edição e os jogos de câmeras para promover os lanches com queijos especiais.
Se deu mal, Voorhees.
E quando você acha que a moreninha simpátca vai ser legal…
por Vince Vader em quarta-feira, fevereiro 27, 2013 ·
A indústria de games é uma das maiores do mundo. Isso todos sabem. E o fato da indústria crescer para diferentes direções acaba gerando desdobramentos que vão muito além dos first person shooters ou dos role playing games. Dentro dos múltiplos caminhos, temos vistos iniciativas independentes que estão dando ao universo dos games novas roupagens, temáticas e reflexões.
RIOT é um novo exemplo disso. Criado por Leonard Menchiari – que é desenvolvedor de games e cineasta – o game é o que poderíamos traduzir como “simulador de tumultos, manifestações e protestos”. A ideia é que o player possa comandar o lado dos manifestantes e o lado dos policiais. Segundo Menchiari, em muitas fases o objetivo será tentar terminar a fase sem iniciar conflito.
Os gráficos são espartanos e lembram jogos da geração 8bits. A jogabilidade parece ser focada em escolha de ações por turnos e estratégia de alocação de personagens.
O game ainda está em desenvolvimento e os autores estão capitalizando doações para melhorar o projeto. A iniciativa tem um recado ideológico e procedimental embutido na sua interface e promete ser uma boa ideia de indie game para 2013.
Polêmico? Duvidoso? Assista ao vídeo conceitual da experiência:
por Paula Rizzo em quarta-feira, fevereiro 27, 2013 ·
Confiram abaixo o comercial criado pela Goodby Silverstein & Partners para comunicar o termostato inteligente Nest, desenvolvido pelo Tony Fadell, responsável pelo desenvolvimento do iPod e pelo iPhone na Apple. Este tipo de comercial usando uma ideia criativa pautada na ideia do “I see faces” (ver carinhas nos objetos) não é nada novo. Já vimos em vários comerciais, entre eles o de Audi A4 da África do Sul de 2007, os da Amex de 2010 (aqui e aqui). Acho que o Nest, por ser o produto excepcional que é, merecia uma comunicação mais especial.
por Rafael Ziggy em terça-feira, fevereiro 26, 2013 ·
Hoje fui impactado por mais esse vídeo no feed de notícias do Facebook. Foi compartilhado por duas pessoas que colaram o mesmo texto na descrição da postagem. Texto que aparece também para quem perguntava nos comentários do YouTube porque aquele vídeo era interessante.
“Nos anos 70, Marina Abramovic viveu uma intensa história de amor com Ulay. Durante 5 anos viveram num furgão realizando todo tipo de performances. Quando sentiram que a relação já não valia aos dois, decidiram percorrer a Grande Muralha da China; cada um começou a caminhar de um lado, para se encontrarem no meio, dar um último grande abraço um no outro, e nunca mais se ver.
23 anos depois, em 2010, quando Marina já era uma artista consagrada, o MoMa de Nova Iorque dedicou uma retrospectiva a sua obra. Nessa retrospectiva, Marina compartilhava um minuto de silêncio com cada estranho que sentasse a sua frente. Ulay chegou sem que ela soubesse, e foi assim.”
O vídeo sozinho é uma icógnita. Nota-se uma relação emocional entre a artista e a pessoa que senta em frente dela. E só.
Com os dois parágrafos destacados acima muda totalmente a sua percepção. O vídeo passa a ter sentido e a emoção do reencontro dos dois chega até você.
O texto pode nem ser verdadeiro. Talvez seja fruto da mente de alguém que imaginou o que poderia ter acontecido antes daquela cena. O que seria genial.
Esse é mais um exemplo que uma ideia não é nada sem um bom contexto. Uma história poderosa que envolve um conteúdo, por mais simples que seja, é o que torna ele diferente dos demais. Vai além de uma sacadinha genial ou um trocadilho inteligente.
Um bom argumento é a justificativa que as pessoas precisam para compartilharem uma ideia. O que você tem feito para compartilharem a sua?
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