Nivea: Anúncio capta luz solar e carrega o celular

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A Draft FCB criou um anúncio que capta a luz solar e carrega o celular, que pode ser plugado no próprio anúncio. Especialmente útil para aquele dia de praia, para passar o dia inteiro sem ficar com o celular sem bateria.

Segundo a Draft FCB, foram 8 meses para produzir o anúncio, 6 meses desenvolvendo uma placa solar tão fina quanto papel e mais 2 meses de testes para conseguir imprimir nesse material. O anúncio foi veiculado em algumas mídias, entre elas a Veja Rio.

Wagner BrennerProfissional de criação e fundador do Update or Die.

Rádio Sulamérica Paradiso: Chrome/Firefox

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Inteligente, simples e bem resolvida esta campanha de mídia impressa criada pela Artplan São Paulo para comunicar a versão online da rádio Sulamérica Paradiso. Além destas peças do Chrome e do Firefox, tem também a do IE.

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Paula Rizzoé publicitária, mãe, curiosa e usa boa parte da sua energia fazendo a curadoria de inovação e inspirando gente na c

A última publicação impressa da Newsweek

No final de setembro, a revista semanal Newsweek anunciou que as suas edições impressas estavam com os dias contados. Essa capa aí de cima é a última que teve distribuição física. A partir de agora a revista passa a ser apenas digital, o que pode ser atribuído à vários fatores. A redução de anunciantes que migram, cada vez mais, para os meios digitais, pode ser uma delas.

A Nielsen anunciou que a internet foi o meio que mais recebeu novos investimentos em 2012. Com aumento de 7,2%, a internet cresceu mais do que o rádio (6,6%), o cinema (5,9%), o outdoor (4,7%) e a televisão (3,1%). Já as mídias impressas experimentam uma clara situação de crise, com crescimento de apenas 1,6% da mídia jornal e a queda de -1,3% no meio revista (não acredito que esse cenário continuará. Acredito que todos os anunciantes darão o devido valor às revistas boas e entenderão a necessidade de fazer parte de suas comunidades).

Li pouco a Newsweek, mas sempre gostei. Acredito que a decisão passou pela questão de investimento publicitário, pela quantidade de concorrentes nos pontos-de-vendas, o preço do papel, a falta de interatividade, a necessidade de atualização como marca e produto, a conquista de novos leitores, a tentativa de manter-se relevante, gerar buzz e claro, a simples decisão de passar para outra plataforma. De qualquer forma continuo um defensor de toda mídia impressa, por preferências mesmo, acreditando que o meio digital pode acrescentar, e muito, a experiência da leitura e de geração de conteúdos que orbitem o tema central.

Na capa: #LastPrintIssue, mas poderia ser um “Update or Die”.

Gustavo GiglioPublicitário. Sócio do UoD. Responsável pelo mkt, novos negócios e projetos. É da música e da Guinness.

Budweiser e o primeiro anúncio de revista que toca

A criação deste anúncio, para a Budweiser, é da agência Africa. A parceria do projeto é com o faz-tudo-marketeiro Will.I.Am. O interessante é maneira que escolheram para distribuir a música (plataforma e formato).

Anúncios impressos com funcionalidades especiais não são novidades. Já vimos por aqui anúncio parafina, anúncio feito de cimento, anúncios destacáveis, anúncio cheirosinho e até anúncio comestível. Gosto muito de projetos que usam o meio revista de forma um pouco mais ousada, principalmente por saber que ações assim são complicadas. Na minha época de revista Trip tivemos que desistir de alguns projetos porque são sempre muito mais caros, a tiragem especial tende a ser menor, o manuseio, produção e a distribuição são complicados e quase sempre precisa mudar o espelho da revista (coisa que a redação não gosta muito), mas quando vale a pena e a ideia é realmente boa, tem que fazer.

Pelo o que podemos ver no vídeo, a revista escolhida é a Veja. Mas acho que preferia um anúncio com vale-cervejas, musiquinha chata, né?

Gustavo GiglioPublicitário. Sócio do UoD. Responsável pelo mkt, novos negócios e projetos. É da música e da Guinness.

VW Up!: The Narrow Roads of Britain

A VW do Reino Unido está promovendo o seu menor carro de todos os tempos, o Volkswagen up!, com um guia das ruas mais estreitas da Grã Bretanha. Além de lindas fotos, o The Narrow Roads of Britain traz as coordenadas de GPS para cada uma das ruazinhas para quem quiser se aventurar.

Paula Rizzoé publicitária, mãe, curiosa e usa boa parte da sua energia fazendo a curadoria de inovação e inspirando gente na c

Anistia Internacional Portugal: Freedom Dictionary

A agência Torke em parceria com a Wiz Interactive lançou em Portugal o projeto Freedom Dictionary. Trata-se como o nome sugere, de um dicionário colaborativo da Anistia Internacional Portugal que vai libertar 155 mil palavras a favor da liberdade de expressão.

Para participar, basta entrar no site, escolher uma palavra e compartilhar nas redes sociais. A palavra libertada ficará associada ao seu nome, dando os merecidos créditos. No Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, serão impressas 11 cópias do dicionário e enviar para 11 países onde ainda existem revoluções em curso (Tunísia, Egito, Líbia, Iemen, Síria, Bahrein, Iraque, Argélia, Irã, Marrocos e Arábia Saudita). No dicionário impresso, as pessoas poderão também saber quem libertou cada palavra. As palavras que não forem libertadas, não constarão no dicionário final e, no seu lugar, ficará um espaço em branco.

Confiram abaixo o vídeo que explica a mecânica e apresenta o projeto:

Paula Rizzoé publicitária, mãe, curiosa e usa boa parte da sua energia fazendo a curadoria de inovação e inspirando gente na c

Letterheady | Papéis timbrados

Um site com papéis timbrados dos mais legais de todos os tempos! Esse aí de cima é da Mickey Mouse Magazine de 1933. Separei alguns depois do jump, mas se você quiser passar o dia vendo (e tendo ideias), entra neste site. A dica é do meu irmão, Felipe (valeu, Fe!).

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Gustavo GiglioPublicitário. Sócio do UoD. Responsável pelo mkt, novos negócios e projetos. É da música e da Guinness.

Mad Men | Os anúncios da época

A série Mad Men é ambientada durante a famosa era da “Big Idea” para o mercado da publicidade. Os anos 50 e 60 são retratados como o auge do boom consumista dos norte-americanos. Anúncios impressos, lindos, inundavam as revistas com campanhas que vendiam de tudo um pouco.

A TASCHEN resolveu juntar os anúncios citados durante a série e transformou essa coleção em um retrato histórico e colorido do mercado e do estado de espírito que dominou os anos 50 e 60. Os anúncios tem significados e contexto, marcaram época e acompanham fatos que moldaram uma geração. É o tipo de propaganda que merece ser estudada. A TASCHEN já tem uma coleção enorme e interessantíssima com anúncios separados por décadas, mas foi uma boa compilar tudo sob o título da série, né? Coisa de marketeiro.

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Gustavo GiglioPublicitário. Sócio do UoD. Responsável pelo mkt, novos negócios e projetos. É da música e da Guinness.

Homenagem do mercado publicitário a Steve Jobs

Semana passada chegou aqui no UoD a revista AdNews com uma matéria enorme em homenagem a Steve Jobs. Além da matéria, para fechar a edição com chave de ouro (como já é tradição nesses casos), agências de todo o Brasil mandaram anúncios, de páginas simples, em homenagem a Jobs. Com todos em mãos, uma curadoria interna escolheu os que julgaram melhores e mais interessantes. Agências como Almap, Leo Burnett Tailor Made, Talent, F/Nazca e Publicis (entre outras), usaram a criatividade (ou não) para homenagear Jobs. Gostei muito da oportunidade que deram para os criativos se expressarem e de alguns resultados (o da Talent, por exemplo, é especial). Liguei lá pro pessoal da redação e aqui estão os anúncios (obrigado pela gentilieza). Alguns são realmente ótimos. Confira todos após o jump.

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Gustavo GiglioPublicitário. Sócio do UoD. Responsável pelo mkt, novos negócios e projetos. É da música e da Guinness.

Apple | Vintage Print Ads

A Untitled Magazine fez uma seleção de alguns dos melhores momentos da campanha print da Apple, com ícones como Einstein, Thomas Edison, Mohammad Ali, Ghandi e Picasso ilustrando tão bem o conceito “Think Different“.

Vale a pena relembrar: Read More

Fabiane Secchescuradora, editora e autora da confeitariamag.com

Gregos & Africanos

A economia mundial muitas vezes lembra uma novela. De capítulo em capítulo os núcleos se revezam e ganham destaque na trama.

Só que faz um tempão que a Grécia está em cena. Mais de um ano. Entre um empréstimo aqui, medidas alí, os muitos Bilhões vão se acumulando enquanto os 11Milhões de gregos se viram no meio das ruínas, agora econômicas. Tudo porque o país gastou mais do que podia lá atrás, na última década. Dizem que os gregos podem até dar calote na dívida, o que pode causar um baita rebuliço na União Européia e comprometer a economia de Portugal, Irlanda, Itália e Espanha.

Dividindo as atenções no horário nobre temos também a miséria na África. Sempre. Com aquelas cenas chocantes das crianças raquíticas que não conseguem sustentar o peso da cabeça enquanto tentam comer um grão de arroz.

Incrível como está tudo errado e, infelizmente, tudo tão lógico ao mesmo tempo.

O anúncio que  a Y&R Lisboa criou para a AMI – International Medical Assistance dá um sacudida na consciência, sugerindo que o menininho da foto está dando de ombros para a crise da Grécia. O problema lá e a falta de comida na aldeia e o fato de ter que andar kms e kms sem a mínima certeza de qualquer coisa.

Por mais antigo que seja esse tipo de comparação, vale multiplicar a reflexão. A mensagem vale pra tudo, não só para crises econômicas.

Rodolfo Miwaé arquiteto e projeta a vida à mão-livre

Fusca 2012 | “Think Small”

O vídeo aí de cima é uma recente comparação entre o Fusca clássico e uma nova versão do carro (a terceira geração). Provavelmente outra tentativa de modernizar o carro mais famoso do mundo. A locução explicativa é excelente, vale a pena (infelizmente não encontrei legenda).

A comparação entre os Fuscas, a recente homenagem a Bill Bernbach e conversas sobre a atuação e o papel da publicidade me fizeram dar uma nova olhada na famosa campanha da Volks lá do começo dos anos 60. Você deve conhecer.

A partir daqui o post não é mais sobre o vídeo.

Mesmo não me aprofundando muito no contexto histórico é fácil imaginar como os desafios, para o mercado automobilístico e para a propaganda, eram um pouquinho mais complexos do que hoje e como a simplicidade e a verdade ao promover um produto impactaram gerações.

Até hoje, alguns publicitários, morrem de orgulho ao dizer frases do tipo: “por coisas assim escolhi a profissão”. Uma pena serem os mesmos profissionais que, ao invés de tentar recuperar essa verdade, gastam mais tempo reclamando dos colegas de outros departamentos, falam mal de clientes (sendo que na verdade morrem de medo deles), criticam trabalhos alheios e escrevem posts com suas verdades absolutas (na maioria das vezes se apropriando de palavras alheias)…. se você é publicitário, não continue.

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Gustavo GiglioPublicitário. Sócio do UoD. Responsável pelo mkt, novos negócios e projetos. É da música e da Guinness.

Ficha técnica: Anúncios (bons de verdade) | AlmapBBDO

Páginas simples e duplas, quando matadoras, são especialmente impactantes. Sou fã. Oh só que campanha boa da Almap / trocar por “campanha foda”.

Diretor de Criação: Marcello Serpa, Luiz Sanches

Diretor de Arte: Pedro Rosa
Redator: Marcelo Nogueira

(veja a campanha completa após o jump | clique nas imagens para ampliar)

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A história impressa da Apple | 1976 – 2002

Essa belezinha aí é o primeiro anúncio da Apple (1976). Neste link, você encontra todos os prints de 1976 até 2002, as capas de revistas e os spec sheets dos produtos. Divirta-se.

Gustavo GiglioPublicitário. Sócio do UoD. Responsável pelo mkt, novos negócios e projetos. É da música e da Guinness.

A maldição dos 27 anos | “Você nunca vai fazer 28″

UPDATE: link para o anúncio (via CCSP)

Anúncio criado pela Almap. Será veiculado na revista Billboard deste mês. Excelente “carta”….. Segue:

“Você nunca vai fazer 28.

Oh, agora vocês falam de uma maldição dos 27 anos. Misturam teorias conspiratórias, buscam explicações na numerologia, apelam para a astrologia. Então, eu levaria Jim Morrison e Jimi Hendrix pelo simples fato de que eles nasceram sob o signo de Sagitário? Poupem-me.

Mistificar o simples é algo tão humano que me traz uma sensação rara: sorrir. Resolvi, portanto, dar algumas respostas. Não é isso que vocês vivem procurando?

Antes de qualquer coisa, Brian Jones foi um engano. Logo, toda a teoria da maldição dos 27 é baseada em um erro. Um erro primário, confesso. O meu alvo era Keith Richards, mas estava em uma péssima noite. Adoro Brian, ele é muito talentoso, acredite, pois o ouço todos os dias. Não tinha motivos para levá-lo. Ele tinha sido expulso da banda, estava triste e minha encrenca era com Mick e Keith. Muito por causa daquela canção Sympathy for the Devil. Eu adoraria que aqueles versos tivessem sido escritos para mim. Então, resolvi usá-los contra Keith. Cheguei cantando: Please allow me to introduce myself, I’m a man of wealth and taste, I’ve been around for a long, long years… Mas atingi Brian. Em troca, dei a Keith todos os anos de vida que Brian teria direito. E isso, apenas isso, explica o fato dele estar vivo. Ele não é um sobrevivente, eu que me senti culpada. Ele pode subir em coqueiros, tomar doses cavalares de bebida e continuar andando, porque eu, um reles imortal, cometi um pequeno deslize.

Voltemos aos fatos como eu vivi, ou morri. Jimi Hendrix veio depois. Mas preste atenção nessa letra: angel came down from heaven yesterday, she stayed with me just long enough to rescue me. Ok, não sou um anjo. Mas entendo a metáfora como quiser e levei ao pé da letra. Achava que era comigo que ele estava falando. Aproveito para acabar com um dos mitos que me cercam. Jimi Hendrix não toca com Stevie Ray Vaughan, nem faz jam sessions com Charlie Parker. Seria injusto ouvir algo que você, mortal, nunca ouviu. Sim, eu tenho um senso de justiça. Ou você acha que é à toa que inúmeras versões inéditas surgem após a morte? Que, por décadas, esses artistas mantenham a presença nos rankings de venda? Eu simplesmente sei criar um mito. Ah, se eu gostasse tanto do número 27 teria levado Stevie Ray com essa idade. E aí, sim, teríamos uma grande teoria.

Janis Joplin? Ela cantava Farewell Song. Preciso explicar muito? E, cá entre nós, acho que a sua voz não continuaria a mesma. E seria doído vê-la cantando pior. Há uma outra questão humana. Com tanto artista ruim, porque eu levo os melhores? Bem, em que momento vocês imaginaram que eu teria mau gosto musical? Eu simplesmente gosto de boa música..

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Gustavo GiglioPublicitário. Sócio do UoD. Responsável pelo mkt, novos negócios e projetos. É da música e da Guinness.


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