Dropando Jaws com esquis

Chuck Petterson esquiando (!) ondas de 15 a 18 pés em Jaws, na ilha de Maui.

Wagner BrennerProfissional de criação e fundador do Update or Die.

Vibração Fantasma

vibra

Você está andando calmamente pela rua quando, bzzzzz, sente seu celular vibrando no seu bolso.

Você vai conferir, mas não encontra nada na tela. Ninguém ligando, nenhuma notificação.

Mas então, por que você sentiu o celular vibrando?

Ora, por causa dessa sua cabecinha moderninha e doente, claro.

Trata-se da Síndrome da Vibração Fantasma , uma “vibransiedade”.

Uma “alucinação sensorial”, mais comum do que você imagina, entre usuários de celulares.

Um estudo conduzido pela Division of General Medicine do Baystate Medical Center apontou que 68% (!) dos participantes já passaram pela situação descrita acima, de achar que o celular vibrou, quando não vibrou. 87% passam por isso pelo menos uma vez por semana. 13%, todos os dias.

O fenômeno é novo, e as pesquisas ainda não são conclusivas, mas os palpites dos cientistas já começaram.

A hipótese mais provável é a da antecipação.

Como nosso cérebro está sendo cada vez mais bombardeado por um excesso de interrupções, ele acaba desenvolvendo uma estratégia de dedução baseada na possibilidade mais frequente, um processo chamado de “hypothesis guided search”. Aí, qualquer coisa se mexendo dentro do seu bolso ou batendo de leve dentro da sua mochila, acaba sendo interpretado como uma vibração e você acha que o seu celular está chamando de novo.

E quanto mais ansioso por interações com os seus amiguinhos digitais (ou outros tipos de vibração), pior ficam os sintomas.

E como cura isso?

Bom, não que seja um problema sério, mas se a vibração fantasma incomodar muito, existem algumas maneiras de acabar com os alarmes falsos. 39% dos pesquisados (a maioria médicos que andam com smartphones 24h por dia) conseguiram acabar com o incômodo passando a usar apenas sinais sonoros.

Acho bem engraçado porque tá na cara que logo passarão a ouvir o telefone tocar sem que ele esteja tocando.

De qualquer modo, é interessante que exista uma sensação fantasma associada a um gadget. Antes, era uma expressão que a gente ouvia sobre pessoas amputadas, que continuavam sentindo suas pernas ou braços. Agora é uma relação do nosso cérebro com um telefone.

Será que seu smartphone virou uma prótese?

[via]

Wagner BrennerProfissional de criação e fundador do Update or Die.

Os Ursos Polares da Coca-Cola por Ridley Scott

A família de Ursos Polares é famosa por sempre protagonizaram diversas campanhas da Coca-Cola. Para o primeiro curta, chamaram o diretor Ridley Scott para a produção e John Stevenson (de Kung-Fu Panda) para a direção.

Assim como a marca de roupas, a Coca-Cola tem potencial, e carisma, para explorar vários territórios. Gostei.

Gustavo GiglioPublicitário. Sócio do UoD. Responsável pelo mkt, novos negócios e projetos. É da música e da Guinness.

David Byrne, Asphalt Orchestra e rufo de tambor no meio da guerra

Um dos álbuns mais recorrentes nas listinhas de final de ano é o excelente “Love This Giant“, do David Byrne com a Annie Clark, (St. Vincent).
Merecido.
O disco é classudo, com arranjos de metais elaborados na maioria das faixas.
Gostei muito da “Outside of Space and Time”:

Aí, enquanto ouvia, fui dar uma fuçada e para minha surpresa, descobri que os sopros são da Asphalt Orchestra (que já postei aqui antes), uma marching band de primeira grandeza, composta por músicos talentosíssimos, que além de tocar coisas bem complicadas como Zappa, Bjork e até Tom Zé, ainda fazem umas coreografias no meio do povo. Ficaram famosos tocando na porta do Lincoln Center, em NY. Só craque.
Uma das músicas que mais gosto é “Carlton”. Dá uma ouvida, olha que bonito.

(tem no Spotify)
Marching Bands são demais.
Diferentes, porque não é você que vai até a música, a música é que vai até você. Te surpreendem no meio do seu caminho, e fazem você se atrasar para o seu compromisso. Os Estados Unidos têm uma forte tradicão de Marching Bands, bastante comuns em competições universitárias.
Antes delas, os confrontos eram outros e haviam as bandas militares.
E antes ainda, as Corps of Drums, que tocavam no meio das batalhas mesmo.
Essa história é muito louca e vale a pena conhecer.
Já pensou?
Música misturada com guerra?
Na verdade,  a função desses caras era bem diferente da que conhecemos hoje, do entretenimento.
Eles eram sinalizadores. Amplificadores de ordens.
Cada infantaria tinha uma dupla: um com tambor e outro com um pífano.
Como o comandante não podia ser ouvido por causa dos tiros e explosões, a dupla tocava sequencias que eram reconhecidas pelos soldados.
Lembra da corneta que tocava quando a cavalaria estava chegando? Pois é.
Eu fico imaginando a vida desses dois, o do tambor e o do pífano.
Enquanto todo mundo se preparava para a batalha pegando sua espingarda e balas, os caras pegavam um tambor, as baquetas e o pífano.
Enquanto todo mundo ficava quietinho e abaixadinho dentro das trincheiras, os caras faziam um solo para tambor e flauta, em pé, pra todo mundo ouvir, bem no meio do tiroteio.
E como o inimigo sabia exatamente o que eles estavam fazendo, adivinha em quem eles atiravam primeiro?
Com o final das batalhas cara a cara, as bandas militares se condensaram e foram ficando mais cerimoniais. Voltaram a tocar música mesmo (hinos, funerais, etc).
E essa é a origem remota das Marching Bands, que tocam em movimento, mas que hoje rebolam por prazer e não para desviar dos tiros.
Então, um brinde aos corajosos músicos da guerra e ao bom “Love This Giant”, do David Byrne.
Wagner BrennerProfissional de criação e fundador do Update or Die.

Como Bater Bafo Vol. 2 – O segredo dos mestres

Esse no video é o Lucca Freire, filho do nosso updater-por-vocação e backstage, Bruno Pinaud e ninja grão-mestre na milenar arte do Bafo. Mas não coloquei por brodagem não, fui eu que dei de cara com o vídeo. O fato é que o Lucca é realmente habilidoso. Fora que é muito bacana ver um garoto dessa idade se dedicar  a uma diversão assim… tão analógica.

Boa Lucca, vamos rapelar a molecada. Tô treinando o nível master. Incrível.

Wagner BrennerProfissional de criação e fundador do Update or Die.

Scotch Tape Series (Wes Naman)

Série de retratos de pessoas deformadas com fita adesiva. Criação e produção do fotógrafo Wes Naman. Vale lembrar que cirurgiões plásticos usam o mesmo recurso, de maneira mais sutil obviamente, para simular face-liftings e, ao contrário do fotógrafo, embelezar. Ou não. Simetria = belo?

Wagner BrennerProfissional de criação e fundador do Update or Die.

Escaneando 250 páginas por minuto (BSF-Auto)

Foooiimmmmmmmgzimmgzimgzimmmfuemmmmmmmm…. arrinhóim.

Quem já escaneou uma página sabe que o ritual não é das aventuras mais excitantes da vida. Ajeita o livro, escaneia, ajeita o livro de novo, escaneia de novo.

Mas não é o que acontece no Laboratório Ishikawa Oku, na Universidade de Tóquio. Lá foi desenvolvido um robô, o BSF – AUTO, capaz de escanear 250 páginas por minuto.

Só de conseguir virar página por página, já bastaria pra me impressionar.

Wagner BrennerProfissional de criação e fundador do Update or Die.

The Django Unchained – Trilha Sonora

Já escrevi aqui sobre “The Django Unchained”, filme que traz Tarantino, Jamie Foxx, Christoph Waltz, Leonardo DiCaprio, Samuel L. Jackson, Anthony LaPaglia, Laura Cayouette, Dennis Christopher, Michael K. Williams, Don Johnson, Gerald McRaney, Todd Allen, Kerry Washington, RZA e Misty Upham, escravos, caçadores de recompensas e uma frenética busca à criminosos pelo sul do EUA que leva todos a uma fazenda onde os escravos são treinados para lutarem entre si.

Dá uma olhada no site oficial que baita coisa linda.

Ontem, a trilha sonora foi liberada na íntegra para audição. Vale muito o play.

(dica da Adriana Giglio via Popload)

Gustavo GiglioPublicitário. Sócio do UoD. Responsável pelo mkt, novos negócios e projetos. É da música e da Guinness.

The Existential Adventures of Tim Maia

Famoso por seus excessos e excentricidades, Tim Maia além de ganhar as pistas de dança e conquistar as rádios do Brasil virou livro best seller e ganhou um musical com ingressos esgotados em praticamente todas as apresentações. O que Tim Maia não tinha conquistado ainda era o sucesso internacional, apesar de ter gravado álbuns inteiros em inglês, tanto com músicas soul e funk consagradas quanto com músicas sua própria autoria. Ainda.

Agora, depois de mais de 10 anos lutando pelos direitos, a gravadora Lukabop fará o lançamento mundialdo álbum Nobody Can Live Forever: The Existential Soul of Tim Maia, uma coletânea com 15 músicas do rei do soul.

Para apresentar o artista para o mundo, a gravadora contratou a agência holandesa SuperHeroes para criar essa divertida animação. A locução é do cantor e compositor Devendra Banhart.

 

Luiz Felipe BarrosDiretor de Consultoria da Acxiom, Coordenador e Professor de Marketing Digital da ESPM e Updater desde 2007.

BMW: Fastest Christmas Song

A BMW Suíça convidou um quarteto vocal para cantar um Jingle Bells enquanto davam uma voltinha em um circuito com um piloto de provas. Simples, mas divertido ver alguem cantando com contrações esficterianas.

Wagner BrennerProfissional de criação e fundador do Update or Die.


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