Foo Fighters + Mick Jagger | SNL
Ontem foi a Season finale de “Saturday Night Live” e, para fechar com chave de ouro, Mick Jagger se juntou ao Foo Fighters.
Ontem foi a Season finale de “Saturday Night Live” e, para fechar com chave de ouro, Mick Jagger se juntou ao Foo Fighters.
1. Freedom at 21 2. Missing Pieces 3. Trash Tongue Talker 4. We’re Going To Be Friends 5. Weep Themselves to Sleep
Pegando carona na homenagem do Jotapê aos 46 anos de Pet Sounds, obra prima de Brian Wilson e dos Beach Boys, uma versão de 2008 da belíssima God Only Knows.
16 de maio de 1966.
Os Beach Boys lançam um dos primeiros álbuns de Art Rock do Mundo: Pet Sounds.
Oh que bela homenagem do paizão James Winters. Educação é tudo. Um dos poucos clipes realmente inesquecíveis.
Depois de quase três anos, Silversun Pickups acaba de lançar seu novo álbum. Neck of the Woods. Saiu dia 8 de maio e já disparou para o topo do ranking de Alternativos da iTunes Store. Ainda não tive tempo de ouvir inteiro. Mas parece bom. Silversun Pickups é uma banda indie americana, da California, que vale a pena conferir.
Talvez “Nancy From Now On” seja a música mais anos ’70 de 2012. Pelo menos uma das melhores canções pop não-dançantes do ano. Culpa de Joshua Tillman, ex-baterista dos Fleet Foxes, de Seattle, que partiu em carreira solo adotando o nome de Father John Misty. E lançou neste último 01 de maio, pelo icônico selo SubPop (do Nirvana e Soundgarden), seu album Fear Fun, um passeio pelo folk, country e rock de 40 anos atrás – a era clássica. Fear Fun é bom, mas “Nancy From Now On” é melhor ainda. Nostálgica, decalca perfeitamente o estilo e melodias daquela década. Melancólica, perfeita na voz aveludada de Joshua, que ataca: “Oh, pour me another drink/ And punch me in the face/ You can call me Nancy” (“Dê-me outro drinque/ E acerte-me na cara/ Você pode me chamar de Nancy”). Daqui pra frente ele padecerá no purgatório do amor, destituído de qualquer autoestima e maltratado no clip da música – um video que desloca o romantismo e o tom meloso da canção para um campo menos óbvio, mas que traduz perfeitamente seu espirito.
Você olha para o garoto, gordinho, jeitinho meio tímido e ele anuncia que vai fazer o “cover da semana” e você pensa: lá vem.
De repente o cara abra a boca e … de onde vem tudo isso?
Mais uma descoberta entre os mortais talentosos escondidos por aí, no bauzão do YT: Noah. Only 1 Noah.
PUMPED UP KICKS (Foster The People)
VALERIE (The Zutons)
SEXY AND I KWOW IT (LMFAO) **Ouve isso**

Foi em algum verão da década de 80.
Estava eu em São Sebastião, lá no centrinho da cidade, numa daquelas lojas que vendem revistas, raquetes de frescobol e café.
Cheia de gente, todo mundo falando alto e tal.
Do lado de fora, na calçada, tinha um piano velho, encostado na parede. Cheio de livros e revistas em cima dele, servia como apoio.
Sentado no banquinho, um invisível senhor, com jeitão de aposentado, cabelos brancos, bermuda e chinelo. Poderia muito bem ser alguém que estava passando e que resolveu dedilhar umas teclas.
Ele começou a tocar e, lembro do que aconteceu como se fosse hoje.
A música era um nada.
Era um mínimo de notas e acordes.
No meio daquele borburinho da loja, parecia que ele tocava, de propósito, o mais baixo possível. Tocava pra ele mesmo.
Seus dedos empurravam as teclas o mínimo necessário para produzir um som que chegasse aos seus ouvidos e de mais ninguém.
O andamento era o mais lento que eu já tinha ouvido. Era tão devagar que cada acorde ficava ecoando no ar até sumir completamente, antes do próximo.
A mão direita flutuava, a esquerda era forte.
Ninguém ouvia.
Eu, que estava passando bem ao lado, felizmente, ouvi.
Um dos lamentos mais bonitos e um dos melhores “concertos” que já assisti.
Eu não conheço quase nada de música clássica, mas naquele dia, no cenário mais improvável, virei uma estátua e fiquei imóvel segurando minhas sacolinhas ao lado do velhinho por vários minutos.
No fim, nós dois ouviamos sua música mais alto que tudo, mais forte que tudo.
Bachianas Brasileiras nº 04, de Heitor Villa Lobos.
Coloquei um video de YT porque foi mais ou menos assim, que a ouvi pela primeira vez, essa maravilha.
A música é tão mágica que não precisa de nada de pompa para ser a coisa mais elegante do mundo.
Uma música gigante. E brasileira.
Já falei deste coletivo de DJs, baseado na Alemanha, aqui. Jazzanova – Like a band, é um documentário que já foi filmado e está em fase de pós produção. São 3 anos de filmagem de tournes, shows, que ilustram como a banda chegou até aqui depois de 15 anos de estrada. Os diretores definem o filme como “a ilustração da banda simbolo de uma geração de pessoas que querem viver seus sonhos.”
Os diretores precisam de 70000 euros para acabar com o projeto, e estão contanto com a contribuição das pessoas. No site oficial do filme você pode bancar uma fatia do orçamento e fazer parte disso. Aqui os diretores explicam como tudo vai acontecer, e já mostram algumas cenas do filme.
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