Graveola e o Lixo Polifônico

A música é boa e o vídeo ótimo. Banda de Belo Horizonte, promissora. Mpb pop com muita personalidade.

gzilleré fundador da Aorta, pai da @trincadapesada, de 2 fuscas e milhares de discos.

Holly Golightly. Rn’R, back to the basics

Holly Golightly é o nome da personagem principal de “Breakfast at Tifanny’s”, ou “”Bonequinha de Luxo”. Mas essa do post não é ela. E também não é nome artístico, ela foi batizada assim mesmo pela mãe, o que já dá uma pista do ambiente criativo em que cresceu. Mas o que importa é que Holly Golightly faz um som absolutamente minimalista e rock and Roll, com sua guitarra de acordes de garagem e sua voz com jeitão de Nancy Sinatra, ainda mais pela sonoridade dos anos 50/60. Um bem-vindo cotonete para ouvidos cansados de tanta tecneira, bandinhas e autotunes que andam por aí. Aqui, tá em loop.
Fone, volume e pesquisa, porque o catálogo dela é bem grandinho, vale a pena ir atrás e ouvir. Pra quem tem Spotify, Rdio, Deezer e afins, tá fácil

Wagner BrennerProfissional de criação e fundador do Update or Die.

Sound City: Dave Grohl e Corey Taylor

Já escrevemos aqui sobre o Sound City, documentário dirigido por Dave Grohl que conta histórias do estúdio em que o Nirvana gravou o Nevermind (e também abrigou músicos como o Neil Young, Red Hot Chilli Peppers, Metallica, Guns n Roses e Tom Petty).

Acompanhando o documentário, uma trilha sonora com um monte de convidados (a faixa com o Paul McCartney, por exemplo). A faixa que liberaram ontem traz Corey Taylor (Slipknot), Scott Reeder (baixista do Kyuss), Rick Nielsen (guitarra do Cheap Trick) e, claro, o próprio Grohl. A música é ótima:

Com direção e produção de Dave Grohl, o longa terá sua estreia no Festival Sundance deste ano.

A produtividade desse cara me inspira.

Gustavo GiglioPublicitário. Sócio do UoD. Responsável pelo mkt, novos negócios e projetos. É da música e da Guinness.

New Order (Lost Sirens – 2013)

Foi lançado ontem o aguardado e muitas vezes adiado “Lost Sirens”, do New Order. O álbum é uma compilação de 8 faixas que ainda não tinham sido lançadas e que foram gravadas durante as sessões do álbum de 2005, o “Waiting for the Sirens’ Call”.
“Lost Sirens” deve ser o último disco do New Order com o baixista Peter Hook que deixou a banda e briga judicialmente por direitos autorais.

Wagner BrennerProfissional de criação e fundador do Update or Die.

Jack White e Conan O´Brien em uma bela conversa regada a whisky, cerveja e charutos

jackWhite

Músicos, artistas e personalidades interessantes em entrevistas ininterruptas de mais de uma hora. Detalhe: tudo filmado em 35mm.

Essa é ideia por trás do programa “Serious Jibber-Jabber” do apresentador Conan O´Brien, produzidos especialmente para a web.  Para quem não sabe, Conan O´Brien mantém um riquíssimo portal, o Teamcoco.com, recheado de programas e “making ofs”.

Neste episódio de Serious Jibber-Jabber, o apresentador convida o premiado produtor e músico Jack White para conversar a respeito de música, arte e cinema. Vale a pena reservar um tempinho para ver o músico falar que se emocionou assistindo “Lincoln” e seu medo das pessoas rejeitarem as músicas de seu disco solo  ”Blunderbuss”.

Uma boa conversa regada a whisky, cerveja e charutos.

Cirilo DiasJornalista, corinthiano, divide seu tempo entre escrever sobre música, cerveja e cuidar de Charles Henrique, um dachshu

Deezer: streaming e ações em festivais

São tantas ferramentas para compartilhamento e garimpo de música que eu sempre estive perdido. Acabo usando só o iTunes, o YouTube mesmo, o SoundCloud e o ultrapassado MySpace.  Só fui usar mesmo o Rdio na semana passada, graças ao post com indicações dos melhores discos de 2012, e tem gente que vive me tentando a usar o Spotfy. Diga lá: Qual o seu preferido?
O Deezer, que já conta com mais de 3 milhões de assinantes no mundo (e que logo chega ao Brasil), me chamou a atenção. É um serviço de streaming que parece ser promissor. Anunciaram no fim da semana passada o início de projetos especiais e testes com usuários em festivais. A primeira ação será no Eurosonic Noordeslag, na Holanda. Alguns participantes usarão pulseiras que vão registrar por onde passam e em que palcos ficam mais tempo. Com os dados, vai identificar preferências e oferecer músicas das bandas (e bandas com estilos parecidos), produtos e etc… já no dia seguinte e com mensagens customizadas. Interessante, não?
O foco são ações para fãs, mas também abre grandes oportunidades para compreender melhor alguns comportamentos e para festivais proprietários, marcas patrocinadoras e bandas de manter o conteúdo vivo antes, durante e depois do dia do evento.
O vídeo é do ano passado e o serviço deve chegar ao Brasil nos próximos meses. Vale ficar de ouvidos atentos.
Li no Blabbermouth
Gustavo GiglioPublicitário. Sócio do UoD. Responsável pelo mkt, novos negócios e projetos. É da música e da Guinness.

Melhores Álbuns de 2012

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Lista é lista. Pessoal, intransferível (ou não) e subjetiva. Em 2012 comprei uns 40 álbuns – o tal álbum é um disco de vinil, aquela bolacha, que tem sulcos de áudio não comprimidos a ponto daquele sutil toque na cúpula do prato de condução te levar pro nirvana. Todos esses discos tocaram exaustivamente num turntable Rega empurrado por pre e power valvulados da Manley com destino a um par de caixas Klipsch. Longe de ser o estéreo mais cascudo por ai, mas ta bem próximo da supremacia sonora, onde Jimi Hendrix se torna um guerreiro Wudan e Miles Davis um Shaolin. Caso não conheça as obras abaixo, vale conhecer. Espero te conduzir a lugares distintos e elegantes, então aperta o play e boa audição!

#1 Locked Down – Dr. John

Deve ter sido assim. Dan Auerbach (Black Keys) pegou o carro e desceu pra New Orleans, tocou o sino na entrada do rancho do senhor Malcolm John Rebennack Jr, 72 anos. Agora, imagina Dan e sua voz característica dizendo, sou guitarrista, seu fã e quero produzir a maior e mais incrível obra da sua carreira. Dr. John calmamente serve um bourbon e diz, all in! O album é inacreditável, as canções são abissalmente ótimas, sem os delírios de alguns discos que marcaram a carreira do artista. Músicas como My Children, My Angels e Big Shot tocaram 100 mil vezes nos meus sons. Por favor, te peço, ouça esse disco, algumas dezenas de vezes e em uma delas sozinho, no escuro, com fone e sua imaginação.

#2 Faithful Man – Lee Fields

Impossível o retro soul do Brooklyn em Nova York não produzir pelo menos um disco fodaço com aço por ano. Ora é a Daptone Records ora a Truth & Soul. Aqui, o senhor Lee Fields já foi conhecido como o pequeno James Brown, portanto chefe, aperta o play e chora com essas 10 pérolas da mais digna e original soul music. E ouça com calma, parcimônia, tranqüilidade e em primeiro lugar, It’s All Over (But the Crying).

#3 The Glorious Dead – The Heavy

Dessas bandas que você demora pra conhecer, mas quando é apresentado o miolo explode e a pupila dilata, se torna vício na hora. Nesse álbum – apenas o terceiro dessa banda inglesa (ah, os ingleses…) – a primeira faixa já cria o clima que permea tudo. Rock de cabaré moderno com peso na medida certa. Ouça na sequência, mas antes aperta o play em What Makes a Good Man?

#4 Blunderbuss – Jack White

Minha história com esse moço sempre foi ‘pé atrás’. Muita pose, sei lá… Mas, eis que assisto ao show desse disco em Nova York, no Radio City, tipo um Credicard Hall bem mais preparado né. Amigo, sai de lá e comprei a coleção do White Stripes, Raconteurs e Dead Weather. Falando de Blunderbuss, que delicadeza malvada, uma raiva bondosa que convida o cético a sonhar.

#5 Home Again – Michael Kiwanuka

Vamos combinar que descobrir música boa é quase como derreter… enfim, é bom pra caceta! Mas de longe o melhor é descobrir artista novo de Soul Music (são raros) que conhecem profundamente o limite entre a baranguice desorientada e a elegância suprema. Meu amigo, abre um vinho, coloca esse vinil no estéreo, leva sua garota pra audição e tenta não derreter, ok?

gzilleré fundador da Aorta, pai da @trincadapesada, de 2 fuscas e milhares de discos.

Playlist

Wagner BrennerProfissional de criação e fundador do Update or Die.

Jimi Hendrix e a inédita Somewhere

People, Hell And Angels é o nome do disco de inéditas de Jimi Hendrix. São 12 faixas gravadas em 1968 que entrariam no disco First Days Of The New Rising Sun (se Hendrix não tivesse falecido). Ontem foi disponibilizada a inédita Somewhere. O disco será lançado em março.

via Rolling Stone

Gustavo GiglioPublicitário. Sócio do UoD. Responsável pelo mkt, novos negócios e projetos. É da música e da Guinness.

David Bowie – Where are we now?

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Ah Mr. Bowie, what took you so long?

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Wagner BrennerProfissional de criação e fundador do Update or Die.


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