Festival of Colors 2013 (Utah)
No fim de semana passado rolou mais uma edição do “Festival f Colors”, no Spanish Fork em Utah.
O video é de David Graham e a música Light It Up de Scott & Brendo.
No fim de semana passado rolou mais uma edição do “Festival f Colors”, no Spanish Fork em Utah.
O video é de David Graham e a música Light It Up de Scott & Brendo.
O álbum sai dia 13/14 de abril mas já tem a primeira música de trabalho. Lembra de tudo um pouco e o clipe deve ter sido bem baratinho para ser feito.
Para quem fizer a pré-compra na Itunes já leva esse single.

Hoje começa o primeiro dia do festival de música Lollapalooza. Inúmeras marcas vão brigar pela, cada vez mais, escassa atenção dos “jovens” com ações de engajamento criadas pelas agências nos últimos 30 dias, se muito.
Mas afinal, todo festival de música é igual não? O que muda são as bandas, porque qualquer patrocinador poderia estar em qualquer outro festival como Rock in Rio, SWU entre outros.
Ai vem os argentinos e criam um festival que se assemelha ao modo como ouvimos música hoje em dia, um festival randômico. O Beldent Random Music Fest.
Dá um play no video case que é bem interessante.


A não ser que você tenha passado o dia fora das redes sociais, provavelmente já percebeu que hoje ocorreu o lançamento oficial intergalático de Comedown Machine, o mais recente trabalho dos Strokes. Muito se falou desse álbum. Passado o susto inicial do tecnobrega One Way Trigger, a opinião geral parece ser positiva. Deixe seu pitaco nos coments. Na iTunes Store por US$ 9,99 e no Rdio de graça, ou quase.

Spotify vindo para cima com marca nova, fazendo propaganda pela primeira vez e rumores quase certos de uma nova plataforma de stream de video (ainda negado pela empresa).
Só não vem mesmo para cima do Brasil, pelo menos por enquanto, por causa do enrosco burocrático com as gravadoras locais. Esse modelo de negócio é complicado mesmo, dizem que desde o lançamento em 2006 já pagaram 500 milhões de dólares para a indústria fonográfica, e 70% dos lucros ainda voltam, para cobrir direitos autorais.

A solução continua sendo arrumar um amigo que more e um dos 15 países onde tem Spotify e pedir para que ele abra uma conta premium em seu nome por lá. Gift Cards também funcionam.
Tenho conta nos 3 principais players de stream, Spotify, Rdio e Deezer e apesar de todos serem ótimos e entregarem o famoso bauzão com as 18 milhões de músicas feitas pela humanidade (tá, boa parte dela), o Spotify ainda leva vantagem pela facilidade em descobrir sons novos, uma base maior (são 20 milhões de usuários, 6 milhões pagando), apps e conexões sociais.
Poderiam dar um tapinha básico na interface, modernizar um pouco, nesse aspecto Rdio é mais clean. Mas acho que isso já deve estar na lista deles, porque estão chacoalhando tudo por lá.

NOVO LOGO, NOVOS COMECIAIS, STREAM DE VIDEOS
Finalmente. O logo anterior era feinho. Ficou mais profissional. Sai sombrinha, strokes, fontes duvidosas e fica mais 2D, comportadinho.
A mudança é por conta justamente do novo momento da empresa, que faz planos para iniciar stream de videos e competir com o Netflix e HBO, inclusive com produções originais. Unificar audio e video na maior plataforma stream do planeta. Stream é um mercado altamente promissor e ainda com brechas, a movimentação e investimento fazem todo sentido.

Para apresentar a marca nova e preparar o terreno para o momento de transição, o Spotify desembolsou 10 milhões de dólares para preparar junto com a agência Droga5 uma campanha com 3 comerciais que irão ao ar na segunda-feira que vem no The Voice, pela NBC.
O tom de “For Music” (acima) é intimista, climão Apple 1984.
Os outros 2 comerciais, “Her Song” e “Getting Weird”, depois do jump.

A Rounder Records lançou um box com 129 músicas de Duane Allman, do The Allman Brothers Band.
Skydog: The Duane Allman Retrospective.
Para quem não sabe, Duane morreu com apenas 24 anos em um acidente de moto.
Mas enquanto esteve por aqui definiu o tom do rock sulista americano, misturando o country, blues e rock.
Considerado pela Rolling Stone como o segundo melhor guitarrista de todos os tempos (depois de Jimmy Hendrix), Duane Allman tocou também com Aretha Franklin, Wilson Pickett e virou a alma gêmea da guitarra de Eric Clapton, na época no Derek and the Dominoes.
A famosa guitarra na introdução de “Layla”, por exemplo, é dele.
Tocava uma Gibson com som mais rasgado, enquanto Clapton empunhava sua Fender, com notas mais limpas.
“I remember hearing Wilson Pickett’s ‘Hey Jude’ and just being astounded by the lead break at the end. I had to know who that was immediately—right now.” Eric Clapton.

Seu slide pelas cordas (com seu inseparável bottleneck) era sua marca registrada. E, entre os músicos, era conhecido por arrancar de seus parceiros o melhor, porque tocava com tanta sensibilidade e paixão que não restava outra possibilidade, para quem quer que tocasse com ele, a não ser entregar o melhor.
Para comemorar esse lançamento, separei algumas das minhas preferidas.
Tudo com Duane, exceto as versões de Whipping Post do Zappa e de Soulshine com o Gov’t Mule (que é um projeto paralelo do Allman Brothers Band, com o sensacional Warren Haynes) que são boas demais para ficar de fora.
Começamos com um depoimento de sua filha Galadrielle Allman, que tinha apenas 2 anos de idade com Duane morreu.


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