The Bonhamizer: Some songs just need a little bit of Bonzo
por Gustavo Giglio em quarta-feira, fevereiro 27, 2013 ·
Paul Lamere é fã de Led Zeppelin. Criou o site Bonhamizer que permite escolher algumas levadas criadas por John Bonham e juntar com músicas de sucesso (Beatles, White Stripes, Adele). Você pode fazer o upload de alguma música também e escolher a batida. Vale brincar um pouco.
Ainda com Bonzo na cabeça, no começo do mês rolou o “Bonzo Bash NAMM Jamm 2013″, que reuniu diversos bateristas, no mesmo palco, para tocar suas músicas preferidas do Led – nomes como: Dave Lombardo (Slayer), Nicko McBrain (Iron Maiden), Mike Portnoy (ex-Dream Theater), Charlie Benante (Anthrax) e Steven Adler (ex-Guns n´Roses) –
por Wagner Brenner em quarta-feira, fevereiro 27, 2013 ·
Clipe novo de David Bowie, “The Stars (are out tonight)”, o segundo single do álbum “The Next day”.
Na verdade um mini-nano-curta, com participação de Tilda Swinton (a mulher que todo mundo acha que é o Bowie de saias), fazendo o papel justamente de esposa do próprio.
E o casal de modelos conhecidos pelo sua capacidade de “bending gender”, ela meio ele e ele meio ela. Saskia De Brauw e Andrej Pejic.
Trata-se da maluca história de Rodriguez, um cantor de Detroit que fez apenas 2 discos em 1970/71 chamados Cold Fact and Coming from Reality.
Não emplacou e o cara sumiu.
Corta para a década de 90.
Um belo dia o cara acorda e fica sabendo que cometeu suícidio, em pleno palco, láááá na África do Sul, há muitos anos.
Mais surpreso ficou ao saber que logo depois do seu próprio suicídio (NA: pleonasmo proposital polícia do post) tinha virado um mito, um mega-rock-star na África do Sul e na Austrália, fato possível somente numa época pré-internet. Ele era o Bob Dylan dos adolescentes africanos e australianos.
Em 1998, seus fãs também surpresos ao saber que o ídolo estava vivo, organizaram uma missão para reencontrar Rodriguez, hoje com 70 anos e finalmente tendo o gostinho do reconhecimento do seu trabalho. Essa é a história de Searching for Sugar Man.
UPDATE: a verba do documentário acabou antes do final da produção e o diretor acabou o filme usando um iPhone e o app 8mm.
Sexta-feira boa para ouvir a mistura incomum do latitudz, com um belo “hip-rock”, guitarras e metais.
Mas só pode com fone e volume porque nas caixinhas não pega. Aumenta.
Com um excepcional trabalho de pesquisa por trás, o artista espanhol Pablo Morales de Los Rios criou um vídeo ilustrado fantástico com a história da música ocidental.
A ilustração cobre desde a descoberta das primeiras 7 notas musicais na Antiguidade até a criação dos principais instrumentos, surgimento de alguns dos mais importantes gêneros musicais e seus expoentes.
Como brasileiro senti falta da Bossa Nova e claro que muitos grandes artistas ficaram de fora, mas o vídeo consegue em pouco mais de 6 minutos dar um banho de cultura e mostrar a evolução da história musical com primor, de forma leve e agradável.
“Mendigos são pessoas que andam daqui pra lá procurando por trabalho, vagabundos são pessoas que andam daqui pra lá, mas não procuram trabalho e vadios são pessoas que não andam daqui pra lá e não procuram por trabalho. Eu fui os três.” Seasick Steve
Algumas vezes, certas coisas entram em nossas vidas e nos atropelam de verdade. Sabe quando é difícil simplesmente deixar de lado por um tempo? Quando vicia, quando você quer conhecer tudo? Estudar, escutar, ver e tocar. Por aqui chamamos de obsessão vigente. Tenho isso com música e, algumas vezes, ao ser apresentado a algo que eu ainda não conhecia (mas que parece ter feito parte da vida o tempo todo), elas entram e dificilmente saem. Como músico, vem até a necessidade e muita vontade de aprender a tocar outros estilos. Desenvolver outras técnicas. Tenho tocado violão elétrico distorcido com slide em um amplificador valvulado… coisa estranha, mas os vizinhos ainda não reclamaram.
Ando obcecado pelo som desse camarada aí.
Um rock n roll cru, com pitadas de country, blues, boogie e muito bluegrass. Caso você, como eu há mais ou menos um mês atrás, não conheça Seasick Steve, dá play aí e depois me conta.
Steve nasceu em 1944 e só lançou seu primeiro álbum em 2001. Presenciou a separação dos pais aos quatro anos. Aprendeu a tocar violão com aos oito e aos 13 fugiu de casa para evitar abusos de seu padrasto. Viveu perambulando pelas estradas do Tennessee. Na década de 90 mudou-se para Paris, onde tocava nos metrôs da cidade. Foi engenheiro de gravação e produtor. Constrói suas próprias guitarras e, na maiora das vezes, faz o som com apenas três cordas usando muito bem o slide e alguns pedais customizados. É um som cascudo de verdade. Muitas vezes, Steve, está muito bem acompanhado, a exemplo de shows com John Paul Jones e Jack White:
Como ele mesmo gosta de dizer e que fica claro só de olhar, a lição que fica desse cara mal ajambrado, tatuado, de barba branca, que anda e toca com roupas caipiras e instrumentos que parecem ter sido encontrados no lixo é:
“se você tá afim mesmo de tocar um bom som por aí, e ganhar respeito, tem que se ligar mais na música do que na pose. Roupinhas e cabelos descolados não farão seu som ser mais do que realmente é. Se o som for bom, a pose vem – o contrário não é verdadeiro.”
Porque nós somos curiosos natos. E essa curiosidade é o nosso combustível, que nos move numa velocidade da luz ao saber, entender, questionar e inspirar. Afinal, sem a curiosidade não há a ciência, muito menos o conhecimento. Talvez seja por isso que Einstein tenha dito que a única coisa que o tornava “diferente” era o fato de ser dotado de uma curiosidade apaixonante.
E é essa curiosidade apaixonante (beirando a obsessão) que corre por nossas veias. Essa fome de informação, uma necessidade vital de consumir e filtrar os mais diferentes insights e conteúdos, sem viver dentro da nossa conveniente zona de conforto. É a atitude de dissecar, explorar e quebrar paradigmas para ir além dos clichês chatos. É 50% inspiração, 50% transpiração.
Acredito que tanto o Update or Die, quanto o Plush Blush, nosso canal feminino (um filhote que tenho muito orgulho), seja isso. Um manifesto contra a mesmice, e a favor da inspiração. É um privilégio fazer parte dessa família. Avante updaters!
TATIANA GIGLIO Redatora na Agência CasaDigital - RJ e editora do Plush Blush
Updaters - Alameda Mamoré, 535 Alphaville - Barueri - SP (11) 4166.5701
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