Trator baterista
Um post em homenagem a quem escuta música em todo lugar. via @bronkojr
Um post em homenagem a quem escuta música em todo lugar. via @bronkojr
Colaborar com listas de Melhores Discos é sempre uma tarefa ingrata. Você tem que ouvir novamente todos os discos que tocaram em sua playlist durante o ano inteiro e ainda ser responsável por classificar quem foi o melhor e quem não foi.
O critério usado muitas vezes é bem subjetivo e dá margem para os famosos #mimimis de fãs e artistas que acham a lista X melhor que lista Y. Tem também aqueles que não concordam com nenhuma lista e os que acham listas um grande absurdo.
Como sou jornalista de formação, entusiasta de design gráfico e apaixonado por infográficos, resolvi dedicar quase um mês do meu sagrado tempo para analisar e catalogar as listas de Melhores Discos que foram saindo em revistas, blogs e sites brasileiros.
Para o trabalho não ficar tão insano, foquei apenas nos discos nacionais para responder a pergunta: qual foi o melhor disco nacional de 2012?
Foram mais ou menos 27 listas analisadas, mas dei uma boa limada e foquei em apenas 20. Aí me esforcei – de verdade – para desenhar esse infográfico abaixo, mas consegui responder a pergunta acima. O melhor disco nacional de 2012 foi “Claridão”, do capixaba Silva. Os outros discos você confere abaixo e a lista das listas consultadas você encontra lá no Urbanaque.

Estamos a poucos dias de 1958. Aguarde só mais um pouquinho.
“Pirulito” é um presente do Update or Die para você baixar e ouvir por aí. Clique no botão abaixo para fazer o download (apenas da música, sem o locutor)
Vale cada segundo do documentário (agora na íntegra e liberado) sobre a desastrosa apresentação dos Stones em Altamont, pertinho de San Francisco. O que era pra ser conhecido como o Woodstock do Oeste se tornou ‘o dia em que os anos 60 morreram’.
Já tinha falado no twitter com o Updater Gustavo Ziller (@gziller) sobre a semelhança entre Locked out of Heaven, sucesso de Bruno Mars e as músicas do The Police. Ele, com seu ouvido profissa, matou que era mais exatamente Can’t Stand Loosing You. Aí alguém se deu ao trabalho de provar. E você, o que acha? Só inspiração?
Falta pouco para 1958. Aguarde. Em breve na Rádio Update or Die.

Chilly Gonzales não é mexicano.
É canadense, de Montreal.
Aprendeu piano sozinho, aos 3 anos de idade, observando as aulas do irmão mais velho. Estudou música e composição e virou um virtuoso. Depois, resolveu largar tudo e virou produtor de música pop, trabalhou com a Feist, com o Daft Punk. Depois cansou de novo, e voltou a tocar clássicos, só que cada vez mais misturados com o pop e virou um louco.
Um louco daqueles maravilhosos.
E um dos melhores pianistas que eu já vi, não apenas como técnica, mas com a alma.
Então, pra você se apaixonar por Chilly Gonzalez, como eu, siga o caminho abaixo.
Primeiro, um improviso em um cravo que estava no canto de um estúdio qualquer:
Depois, essa série, em “pianovision”. Já apertei o replay sei lá quantas vezes, fico simplesmente hipnotizado.
Começando por essa música, só com as teclas brancas:
E depois mais essas.
Enfim, se nesse momento você ainda não se impressionou com o descomunal talento de Chilly Gonzalez, não sei mais o que dizer.
Direto de Austin, Texas, Gary Clark, sua guitarra nervosa e duas bateras no palco. Esse ouviu muito ZZ Top. Tocou com eles, inclusive.
Fone e volume.
A música é boa e o vídeo ótimo. Banda de Belo Horizonte, promissora. Mpb pop com muita personalidade.

Holly Golightly é o nome da personagem principal de “Breakfast at Tifanny’s”, ou “”Bonequinha de Luxo”. Mas essa do post não é ela. E também não é nome artístico, ela foi batizada assim mesmo pela mãe, o que já dá uma pista do ambiente criativo em que cresceu. Mas o que importa é que Holly Golightly faz um som absolutamente minimalista e rock and Roll, com sua guitarra de acordes de garagem e sua voz com jeitão de Nancy Sinatra, ainda mais pela sonoridade dos anos 50/60. Um bem-vindo cotonete para ouvidos cansados de tanta tecneira, bandinhas e autotunes que andam por aí. Aqui, tá em loop.
Fone, volume e pesquisa, porque o catálogo dela é bem grandinho, vale a pena ir atrás e ouvir. Pra quem tem Spotify, Rdio, Deezer e afins, tá fácil
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