Meotar é um app de iPhone para você deslizar seu dedo pelas fotos do Instagram e empurrar a camada de filtro pra fora da imagem.
Das suas, e de qualquer outra no seu feed. Parece um limpador de pára-brisas, que “limpa” a camada do filtro.
Eu baixei, é divertido. Strip tease de filtro. Tem um quê de bisbilhotagem, de descobrir segredos, fuçar em gavetas alheias.
Mas… provavelmente você vai brincar uns minutos e sua perversão não vai mais parecer tão pervertida assim.
A tendência é de mais um app da categoria “cometa” (passa brevemente pela tela do seu iPhone), porque realmente não descobri outro propósito a não ser esse, da diversão.
Não funciona como uma retroengenharia da foto, como um metadata de Flickr, por exemplo, uma excelente maneira de aprender a fotografar. Nem o nome do filtro tem.
O que me faz pensar nessa relação de amor e ódio com os filtros e o orgulho da hash #nofilter, que na minha cabeça só faz sentido se for uma homenagem ao fotografado e não ao fotógrafo (tipo um pôr-do-sol ou uma modelo que, de tão bonitos, não precisam de mais nada. Mas se for por purismo é totalmente absurdo porque a barreira do purismo já foi, lááá trás.
Afinal, filtros são apenas mais uma etapa no processo fotográfico, para deixar uma imagem do jeito que você gosta. A pós-produção é tão válida quanto a pré-produção, acho.
Enfim, o app pra você deslizar o dedo e descobrir o “segredo” das fotos do Instagram como ela é, sem filtro, taí. Divirta-se!
Vivemos buscando. Além-metáforas, via search engine mesmo.
Pois bem, talvez você seja mais objetivo do que eu e entre em um buscador, digite o que procura e pronto: resultados.
Desde algum tempo, mais precisamente junho de 2011, quando assisti ao TED de Eli Pariser, comecei a fazer buscas conjuntas. Eli Pariser foi o cara que falou que eu, assim como você, estamos vivendo em um filtro bolha. Se você não viu, é cada vez mais atual. Vai lá.
Assim sendo, fico constantemente com 3 tabs abertos: buscador logado em um browser, buscador deslogado em outro browser, já que não é possível logar apenas em uma janela (meu sonho de consumo, desenvolvedores) e o concorrente.
Usando 2 buscadores você já consegue ver alguma diferença de resultados, como o Christian Langreiter há muito mostrou em seu experimento comparando Google vs Yahoo!
Alguns resultados são similares e outros bem diferentes, e são esses, que muitas vezes me acrescentam conhecimento.
É lindo, prático e dinâmico ter respostas de acordo com seu perfil, além de anúncios maravilhosos altamente segmentados, mas e aquilo que você não conhece? Vai continuar sem conhecer.
Se você é desenvolvedor e quer me fazer feliz, crie um buscador que tenha apenas uma preferência: filtro on e filtro off. Ou melhor, um layout que separe buscas da Simone e buscas do buscador
“Ninguém gosta muito de pensar sobre a morte – especialmente sobre nossa própria morte. Mas fazer planos para o que vai acontecer depois que você se for é realmente importante para as pessoas que você deixa para trás.”
Parece campanha de seguro de vida, mas não é.
É só um post do Gerente de Produtos do Google que ajudou a lançar essa nova funcionalidade.
A ferramenta é chamada de Inactive Account Manager e ela permite que você diga ao Google o que quer que seja feito da sua conta depois que você morrer (ou se você não puder mais usá-la).
Você pode escolher deletar sua conta depois de 3, 6, 9 ou 12 meses de inatividade e também escolherpessoas de confiança que receberão permissão para acessarem sua conta (incluindo Blogger, Contatos, Drive, Gmail, Google+ e vários outros). Essas pessoas terão 3 meses para fazer o download de qualquer informação necessária antes que o Google desabilite de vez a sua conta.
Calma, não se assuste com a ilustração. Por incrível que pareça, você vai entendê-la perfeitamente em apenas 3 minutos.
Sempre bom achar explicações que simplificam coisas que parecem complicadas, mas não são (depois que alguém inventa, claro).
Este é para pessoas como eu, “mecânicamente desafiadas”.
Informação 01 que nunca parei para pensar: quando um carro faz uma curva, a roda de dentro precisa girar mais devagar que a de fora. Claro, mas nunca tinha parado pra pensar nisso.
Informação 02 que nunca parei para pensar: na carroça essa curva funciona porque as rodas giram soltas e independentes. Nos carros antigos também, porque eram movidos a tração em uma roda só.
Mas como resolver o problema quando os carros evoluiram e precisaram de tração em mais rodas?
Aperte o play e aprenda o princípio do “diferencial” (menos um na lista de coisas que o seu mecânico fala e você não entende).
Bônus track: Richard Feynman explica como os trens resolvem o mesmo problema:
A Nike colaborou com a Mindshare e a JCDecaux para usar a tecnologia Holocube para criar uma campanha holográfica de mídia exterior para promover o Nike Free 5.0 na Holanda. Confiram abaixo o vídeo que demonstra o funcionamento do tênis em 3D girando dentro do mobiliário.
Quem lê sobre games ou estuda práticas de game design já deve ter se deparado com o termo “metagame”.
Em alguns livros de roteiros dejogos há uma série de definições e estudos para definir o termo, mas a que me agrada mais é a de que metagame é um termo amplo usado normalmente para definir uma estratégia, ação ou método que transcende um set de regras prescrito usando fatores externos que afetam o game ou vão além dos supostos limites do ambiente proposto pelo game.
Ou seja, é o jogo ampliado em outros desdobramentos.
Os últimos dois jogos do Batman para Xbox 360, Playstation 3 e mais recentemente Wii U possuem a ideia de metagame inserido em suas interfaces e nos servem como exemplos excelentes para exemplificar este assunto.
No caso de “Batman – Arkham City” além dos mini games que correm em paralelo com a trama principal havia ainda um conteúdo extra oferecido pelo jogo que amplia a experiência: uma divertida ferramenta de busca na web (como o Google) gerenciada pelo mordomo e braço direito do Batman, Alfred Pennyworth (infelizmente não está mais no ar).
Já no primeiro jogo da série, o “Batman – Arkham Asylum”, havia uma porção de extra challenges e o site http://arkhamcare.com/ (também não está mais no ar) que trazia uma experiência transmidiática com o intuito de fazer com que o player ampliasse sua participação no jogo para além de uma tela só.
A maioria dos grandes lançamentos de video games está trabalhando com a ideia de metagame. As produtoras entenderam que um game deve proporcionar experiências em diferentes níveis para seus usuários e que elas devem pensar em quem quer somente passar pela trama principal, mas devem dar atenção especial para todos que desejam ter um aprofundamento no universo do jogo. Este aprofundamento pode vir como mini games dentro do game principal, partidas multiplayer ou desdobramentos transmidiáticos que complementam a experiência do game.
Mod Men mostra não apenas as diferenças tecnológicas entre a época de Mad Men (63) e hoje (13), mas principalmente as comportamentais.
Interessante notar que nesse meio século muita coisa mudou para indivíduos, mas pouco no modelo de negócio em sí, ainda funcionando como funcionava há 50 anos (modelo de remuneração, abordagem quantitativa, mkt de interrupção, etc), apesar dos aparentes avanços do online.
Quem você acha que está na frente?
Consumidores, publicitários ou publicidade?
Deixe sua opinião e enumere nos comentários.
Na onda do Nike Fuel Band, o “Amiigo” é um projeto kickstarted dividido em duas partes: hardware e software. O hardware consiste em um bracelete e em um pequeno clipe que você prende no seu tênis. O software é quem monitora todos os seus movimentos enquanto você está malhando.
Segundo os criadores do Amiigo, você pode medir não apenas os exercícios que você fez, mas como isso afeta seu corpo.
É possível medir também o tipo de exercício, o número de repetições, duração, velocidade e intensidade. Também monitora os seus batimentos cardíacos, o nível de oxigenação no sangue, a temperatura da pele e o número de calorias gastas em cada etapa do seu exercício.
Inbox zero é uma maneira de lidar com seus emails, mantendo sempre sua caixa de entrada zerada, sem nenhuma mensagem. A vantagem é administrar suas mensagens em um ambiente bem menos caótico, com ajuda de tecnologia. Usando, basicamente, duas armas: (1) filtros bem mais inteligentes e simples do que os padrões dos Gmails da vida e (2) direcionando os email “sobreviventes e importantes” para alguma pastinha (“responder depois”, “assistir”, “ler”, “encaminhar” etc).
Meus dois aliados nessa batalha são o app “Mail” no iPhone (aquele da fila interminável) e o “Sane Box” no browser do desktop.
01. SANE BOX
Vamos começar pelo Sane Box. É o David Blaine do email.
Automagicamente o Sane Box consegue ser MUITO bom, separando os emails bons dos ruins. Sempre fui muito avesso a esse tipo de coisa porque prefiro decidir essas coisas sozinho, mas como recebo muito spam e email desnecessário, resolvi experimentar.
A estratégia usada pelo Sane Box para ser tão mais eficiente que um simples filtro é que, depois de instalado, ele analisa todas as suas mensagens anteriores (pode demorar até uma hora fazendo isso) e descobre quais as mensagens que você responde e as que não responde. O que já mandou pro lixo, o que já deu unsubscribe, etc.
Depois, analisa também suas redes sociais e descobre quem é seu amigo, para poder protegê-los do lixão. Por fim, ele cria uma pasta “Sane Box” e nunca joga nada fora, para você poder treiná-lo por uma ou duas semanas, resgatando eventuais emails que gostaria que continuassem aparecendo.
Outra coisa legal é que ele pode ser configurado para mandar coisas anexadas nos emails importantes, direto para uma pasta no Drop Box. Muito bom para quem costuma trocar apresentações, planilhas e textos com colegas através de emails.
Enfim, é instalar e usar por uns 20 dias para ver se é a sua ou não. O inbox zerado gera uma certa sensação de solidão no começo e tem muita gente que não aguenta. Mas para você ter uma ideia, eu deixei de receber uns 200 emails por dia e agora recebo uns 15, 20.
O critério é espantosamente bom, acho que melhor do que o meu.
02. MAIL APP
O app Mail tem o mesmo objetivo, mas seu forte é a delegação dos emails sobreviventes, com atalhos super práticos de usar. Como ele funciona com o Gmail (que já está filtrado pelo Sane Box), fica tudo muito calmo e fácil. E como nada é jogado fora definitivamente, basta uma checada no lixão por dia para ficar traqnuilo e ganhar confiança nesses dois.
O Sane Box custa Us$5 por mês (tem 14 dias grátis para você experimentar) e o app Mail você baixa na App Store.
Se você já usa alguma estratégia de inbox zero (ou outra), ou pretende usar, conte pra gente como foi a experiência através dos comentários.
“its not about information overload its about filter failure”
Primeiro você entra na loja e tem uma porção de calças penduradas, cada uma com um código. Então você abre o aplicativo da loja, escaneia o código e escolhe o tamanho que você quer experimentar.
O mais legal vem agora: a calça já está te esperando no provador, no tamanho que você pediu. Tudo feito através de um sistema automatizado de robôs que levam a calça até o provador certo. Para não perder o lado “humano” do atendimento, a loja conta com vendedores que dão consultoria de moda no local.
Comecei no Update or Die (Updaters!) quando ele ainda engatinhava e depois que aprendeu a andar já saiu correndo e não parou mais.
Sempre fui fã da capacidade que o UoD tem em reunir pessoas inspiradoras e cheias de talento; não só as que escrevem mas as que lêem também.
UoD é uma caixinha cheia de ideias e referências bacanas que qualquer um pode se aproveitar, seja para sua vida pessoal ou profissional.
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