Este comercial do Facebook apresenta não apenas um novo produto mas uma visão de como deve abraçar de forma mais efetiva o mobile. Por enquanto apenas disponível em celulares Android, o Facebook Home quer se tornar a primeira coisa que o usuário usa ao ligar o celular. O Facebook Home poderá ser baixado pelos atuais usuários e também na loja de aplicativos do Google Play a partir de 12 de abril. É compatível com o Samsung Galaxy S III, Galaxy Note II e o Galaxy S4. Vale conhecer.
A empresa Funstock vai relançar este ano um dos videogames mais clássicos da década de 1990, o MEGA DRIVE. Pois é, se você esboçou um ligeiro sorriso por isso, você está ficando velho.
O MEGA DRIVE foi um dos consoles domésticos que revolucionou o mercado na época trazendo clássicos como Altered Beast e Golden Axe dos arcades para as TVs.
O relançamento acontece em versão portátil e com cartões para baixar jogos. As vendas começam na Europa.
Eu tenho acompanhado um movimento amplo de amigos que estão retornando para os consoles clássicos. Muitos andam se queixando de algumas “mesmices” que temos recebido nas plataformas atuais e estão apelando para o saudosismo para os momentos de entretenimento.
Temos visto, inclusive, uma leva de indie games que estão retomando os “valores” das interfaces clássicas e sofisticando com narrativas mais sofisticadas e recursos online disponíveis atualmente.
Mais um nuance do mercado de games pra ficarmos atentos.
Comecei a acompanhar este projeto por indicação de um amigo. THE SILENT AGE é um mobile game bem curioso em termos de narrativa, mas que utiliza mecânicas clássicas de puzzle e poin&click em sua interface. Com um visual minimalista, o jogo conquista em termos de imagem.
A história se passa em 1972 em meio ao clima de guerra fria, movimento hippie e manifestações feministas. Você comanda Joe, um funcionário comum de uma grande empresa que, em uma bela manhã, é promovido. Com a promoção, Joe pode circular por novos andares do prédio e é em um desses andares que ele encontra um misterioso homem beirando a morte.
O estranho profere uma estranha história sobre o fim da humanidade e, antes da morte, dá uma máquina do tempo (!) para Joe. Começa aqui uma aventura bem insólita em termos de narratologia lúdica. Eu não vou contar mais porque estragaria algumas surpresas, mas é bem envolvente do início ao fim.
Se você quiser ajudar a financiar o projeto, clique aqui. O capítulo 1 de THE SILENT AGE já está disponível para download gratuito na Apple Store. Os criadores estão buscando apoio para a produção do segundo episódio.
Year Walk foi uma das experiências mais diferentes com games desse ano. Muito mais do que um game, Year Walk é uma experiência lúdica que usa elementos e interface de jogo. É até difícil de descrever a essência, mas é totalmente baseado em storytelling. Feito para plataforma mobile, mas creio que brevemente teremos desdobramentos para outras telas.
O mote é uma lenda folclórica sueca que diz que é possível, na noite de natal, ir pro meio de uma floresta para saber tudo que vaio acontecer no próximo ano. A brincadeira é em primeira pessoa, tem puzzles e interações surpreendentes cercadas de uma arte singular e dark.
É dos mesmos criadores do “Beat Sneak Bandit” e é cheio de surpresas. Dá uma olhada no gameplay e tire suas próprias impressões.
A Chevrolet do Canadá se uniu à Mattel, fabricante do Hot Wheels, para criar uma máquina que dispensava miniaturas de Camaro aos visitantes do Auto Show de Toronto que fizessem tweets geolocalizados na área do evento. O tweet liberava uma miniatura. O vídeo abaixo documenta a ação desenvolvida pela TrojanOne.
por Vince Vader em quarta-feira, fevereiro 27, 2013 ·
A indústria de games é uma das maiores do mundo. Isso todos sabem. E o fato da indústria crescer para diferentes direções acaba gerando desdobramentos que vão muito além dos first person shooters ou dos role playing games. Dentro dos múltiplos caminhos, temos vistos iniciativas independentes que estão dando ao universo dos games novas roupagens, temáticas e reflexões.
RIOT é um novo exemplo disso. Criado por Leonard Menchiari – que é desenvolvedor de games e cineasta – o game é o que poderíamos traduzir como “simulador de tumultos, manifestações e protestos”. A ideia é que o player possa comandar o lado dos manifestantes e o lado dos policiais. Segundo Menchiari, em muitas fases o objetivo será tentar terminar a fase sem iniciar conflito.
Os gráficos são espartanos e lembram jogos da geração 8bits. A jogabilidade parece ser focada em escolha de ações por turnos e estratégia de alocação de personagens.
O game ainda está em desenvolvimento e os autores estão capitalizando doações para melhorar o projeto. A iniciativa tem um recado ideológico e procedimental embutido na sua interface e promete ser uma boa ideia de indie game para 2013.
Polêmico? Duvidoso? Assista ao vídeo conceitual da experiência:
por Mark Cardoso em quinta-feira, fevereiro 21, 2013 ·
A noite começa bem: balada/night cheia de gente bonita, “bons drink”, música boa e curtição. Mas no final, o balde de água fria fica por conta da fila quilométrica cheia de bêbados e uma tiazinha, dentro de um cubículo, que mal consegue te ouvir. Snappin, aplicativo brasileiro recém-lançado na App Store e na Google Play, chega como uma luz no fim… da pista de dança
Pelo descritivo do app, é só chegar na balada, receber o cartão da sua comanda e associar sua conta Snappin a ela, fazendo seu check-in. No final, paga-se o que consumiu pelo app, dirige-se direto à porta de saída e retira seu recibo e autorização de saída – tal qual os tótens de webcheckin de companhias aéreas. De acordo com os idealizadores, já são 20 as casas noturnas, no Sul e Sudeste, que aceitam o pagamento feito pelo aplicativo.
Nos bastidores, interessante pensar que, com o tempo, será possível mapear dados comportamentas e de perfil de público como gênero, tempo de permanência, tipo de bebida consumida em tais e tais regiões.
O smartphone estaria matando a compra por impulso?
por Bruno Altieri em quinta-feira, fevereiro 14, 2013 ·
Interessante esse post da Business Insider que faz uma relação entre a queda de vendas de revistas nos EUA e o uso de smartphones. Nos supermercados, é comum ter revistas no checkout para a famosa compra por impulso, motivada por aquela última folheada enquanto espera o caixa. Hoje, segundo a reportagem (que cita a WARC), as pessoas ocupam esse espaço de tédio com o celular e não tem mais olhos para as revistas. E aí a venda cai. O fenômeno tem até nome: somos os “mobile blinders“.
A relação direta desse comportamento com a queda na venda de revistas é no mínimo ingênuo, mas o que é interessante é refletir sobre a questão. Será mesmo que o consumidor tem menos olhos às ofertas (seja de revistas, ou qualquer coisa) porque está hipnotizado pelo celular? Ah, então para que ele as veja, as ofertas tem mesmo é que aparecer no celular? O smartphone estaria matando a compra por impulso? Ou não tem nada a ver, o problema é mesmo com as revistas e isso é miopia? Você está lendo esse post na fila do caixa?
Quem acompanha o UoD há muito tempo, talvez lembre da quantidade de posts que fiz quando o iPhone foi lançado. Na época, em 2007, falei sobre unlock, sobre jailbreak e sobre a comunidade de desenvolvedores independentes que perceberam logo de cara que o iPhone tinha um problema: era uma arquitetura fechada, não aceitava nada além dos aplicativos que já vinham embarcados.
Lembra dessa época? Seu iPhone estava longe de ser o que é hoje. Por cabeça-durismo, pra controlar a plataforma, a Apple não permitia aplicativos em seu fone. Mas os desenvolvedores provaram que ela estava enganada. Criaram não só uma plataforma de programação antes do próprio iPhone SDK, como desenvolveram uma forma de “injetar” aplicativos no iPhone. Se você tem um iPhone jailbroken, foi assim que surgiu o Cydia. Kudos ao Dev-Team.
Com o crescimento meteórico do número de aplicativos “independentes”, naquela época, a Apple percebeu que aquele era o desejo do mercado. E um ano depois, liberou a primeira versão do SDK para iPhone, o embrião do que veio a ser a App Store, a loja onde você já gastou provavelmente o PIB da Bolívia.
Conto essa história para dizer que esperava que a Apple tivesse aprendido a lição. Aquele papo de “a voz do iPovo é a voz de iDeus”. Mas não aprendeu.
Por que digo isso? Porque muito se fala sobre a queda das ações e a falta de inovação da Apple. E essa acaba sendo sempre uma discussão subjetiva. Haters will hate, fanboys vão amar.
O fato é que ontem, depois de alguns anos, apliquei o jailbreak no meu iPhone. E o que vi no Cydia assustou.
Apple, quando a comunidade de desenvolvedores, a mesma que alertou você de que apps seriam um bom negócio, desenvolve esta quantidade de aplicativos que fazem o iPhone ser “Android-like”, alguma coisa está bem errada.
Nota 1: Se você quer aplicar o Jailbreak no seu iPhone (qualquer versão, até o 5 e qualquer iOS até o 6.1), confira o EvasiOn aqui.
Nota 2: O vídeo foi gravado com o aplicativo Cydia Display Recorder.
por Felipe Pacheco em segunda-feira, fevereiro 4, 2013 ·
Conversamos com o co-founder do primeiro celular que vai rodar o sistema operacional Firefox OS, o GeeksPhone. Rodrigo Silva Ramos contou quais são os benefícios de ter uma plataforma mobile totalmente aberta e dos aplicativos desenvolvidos em HTML5. É interessante ver como eles repensaram a forma de se criar, vender e utilizar aplicativos mobile atualmente, dando foco ao usuário.
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