Dhairya Dand, do MIT Media Lab, teve um blackout induzido por álcool depois de tomar três drinks em uma festa. Acordou 7 horas depois em um hospital, sem se lembrar de nada do que havia acontecido na noite anterior.
Recuperado do trauma, ele resolveu criar cubos de “gelo” que monitoram o quanto de álcool você consumiu naquela noite.
Os cubos possuem acelerômetros (sensores de movimento) que conseguem perceber quantas vezes você abasteceu o copo e quantos goles você já deu na bebida em um determinado espaço de tempo.
Um detalhe para deixar os cubos mais interessantes é que eles piscam na batida da música que está tocando no ambiente. No primeiro drink ele pisca com a luz verde. No segundo, com a luz laranja. Quando a pessoa enche o copo pela terceira vez em menos de 30 minutos, eles começam a piscar em vermelho, para avisar o usuário que é hora de maneirar na bebida.
Se mesmo com todos os alertas a pessoa não para de abastecer o copo e dar goles na bebida, ele envia mensagens de texto automaticamente para os amigos sinalizando que alguém ali vai passar mal em breve.
E aí, você usaria? Ou você acha que essa paranoia com sensores já passou da conta?
Esse veio de uma reportagem do The Atlantic (via @gaitha) e fala justamente sobre como diferentes países riem na internet.
Você já deve estar familiarizado com o jeito brasileiro de rir “hahahaha” e de suas variáveis “huehuehue” e “rsrsrsrs” – pelo menos é assim que os brasileiros riem, segundo a reportagem. Mas e se você estiver conversando com alguém da Grécia? E do Japão?
Bom, abaixo um guia rápido:
Tailandês: 55555 (o número 5 se pronuncia “ha”)
Japonês: wwwww (o caracter Kanji para “risada”, 笑, se pronuncia “warai”, que posteriormente foi encurtado para “w”)
Mandarim: 哈哈 ou 呵呵
Coreano: kkkkk ou kekekekeke
Francês: hahaha, héhéhé, hihihi, hohoho ou MDR (mort de rire)
Este é o ano das TV’s na CES. E no mundo. Não faz tanto tempo assim que trocamos aqueles cubos enormes por telas nas paredes. Agora, quando você já achava que a sua TV fininha era moderninha, estão surgindo novas revoluções que irão transformar essa janela numa interface de relacionamento com o resto do mundo, como fazem os computadores. Só que agora, no sofá. Integração com o mundo online não é extamente novidade, mas funcionando direito e de um jeito pensado para esta mídia, é.
Uma das coisas que eu mais gostei foi a tv que você controla com os olhos.
Agora você não precisa nem usar o controle remoto de mão. O modelo é da Haier já havia sido apresentado em novembro do ano passado, mas agora é a sensação do primeiro dia da CES 2013. Um receptor calibra seu olhar e um “double-blink” confirma seu pedido. Jetsons!
Começou hoje em Las Vegas, a maior feira de tecnologia e inovação do mundo, a CES 2013.
Não é uma feira aberta ao público, somente convidados têm a chance de conferir (e divulgar) alguns previews das novidades tecneiras do ano.
E não é de hoje. Desde 1967, a maioria dos brinquedinhos-de-gente-grande mais disputados do planeta debutaram na CES, como o video-cassete, o laserdisc, a camcorder, HDTV, XBOX, os tablets, enfim, plataforma de lançamento mesmo.
O mundo da tecnologia (hoje em dia conhecido apenas por “mundo” mesmo), aponta os olhos pra Las Vegas em janeiro.
A edição deste ano receberá por 4 dias mais de 3.000 exibidores.
O francês Anthony Veloso foi quem criou a animação abaixo, que traça a história da empresa e da marca de consoles “Nintendo”, desde sua primeira edição até os dias de hoje.
Belíssimo trabalho de animação e um prato cheio para os gamers mais saudosistas.
Quando o The Creators esteve no Brasil há alguns meses, muitas obras digitais interativas foram apresentadas por lá – de artistas brasileiros e de outros lugares do mundo. Um deles foi o o.lhar, projeto idealizado há 3 anos pela artista brasileira Raquel Kogan.
O projeto trata de uma instalação que brinca com a curiosidade das pessoas. Uma grande caixa preta com buracos em suas paredes estimula que as pessoas “espiem” o que está acontecendo lá dentro. Quando fazem isso, seus olhares são capturados por câmeras instaladas no interior da caixa.
“O o.lhar é um trabalho que não existe. Ele só existe a partir do momento que o visitante olha no visor e quando ele olha no visor ele não vê nada, mas a obra vê ele e em tempo real é jogado pra uma projeção”.
O resultado é uma explosão de olhares exibidos em uma grande tela, como se os olhares curiosos dos visitantes pudessem ser guardados em uma grande galeria de arte.
Didget: parceria Bayer / Nintendo para ajudar crianças com diabetes
por Vince Vader em quarta-feira, dezembro 19, 2012 ·
Este gadget não é exatamente tão novo no mercado, mas merece atenção por trazer uma interface lúdica para dentro do universo da medicina. O setor de saúde talvez seja o que congrega as experiências mais interessantes no uso de games atualmente. Em parceria com a Nintendo, a Bayer criou o Didget (www.bayerdidget.ca), um aparelho para crianças que precisam fazer testes diários para controles de índices de diabetes.
Baseada na evidência de que para a criança – muitas vezes – é torturante ter de tirar sangue para testes diários da doença, a Bayer criou o aparelho que é acoplado no Nintendo DS (videogame portátil de tela dupla) e tem como missão minimizar o lado ruim dessa experiência. O gadget possui uma área na qual a criança coloca o dedo para extração e teste de sangue. Cada vez que a criança faz o teste, o aparelho libera jogos e brincadeiras que possuem informação em uma linguagem simples e educativa sobre diabetes.
O site do produto merece uma visita. E o mundo precisa de mais soluções criativas como esta.
Quem já escaneou uma página sabe que o ritual não é das aventuras mais excitantes da vida. Ajeita o livro, escaneia, ajeita o livro de novo, escaneia de novo.
Furby é um pequeno brinquedo-robô lançado pela Hasbro em 1998 e que vendeu mais de 40 milhões de unidades em vários países do mundo nos anos após o seu lançamento. O brinquedo foi um sucesso de vendas e teve uma nova edição em 2005, com reconhecimento de voz e movimentos faciais mais complexos.
Agora, em 2012, é a vez do Furby conectado com seu smartphone.
Além de aprender Inglês com o tempo (ele sai da caixa falando apenas seu idioma nativo, o “Furbish”), o novo Furby também consegue desenvolver uma personalidade própria baseada no trato do dono com o pequeno robô. Seus olhos de LED conseguem demonstrar uma variedade maior de emoções, e o aplicativo de iOS e Android que acompanha o brinquedo permite que o dono interaja com ele de formas inéditas.
Se você trata o seu Furby com amor, ele se torna uma criatura adorável. Se você o faz com desprezo, ele se transforma em uma criatura de personalidade demoníaca.
Abaixo o vídeo de apresentação da nova versão do robô:
Sou leitor do UoD desde seu lançamento. Quando o acessei pela primeira vez, fiquei encantado com todas aquelas informações que borbulhavam na cabeça. Era o que eu precisava. Determinada época fui morar em Londres e vi uma ação de guerrilha muito interessante acontecendo numa das centenas de praças daquela cidade, e ao chegar em casa e acessar o UoD a ação já estava lá, ao alcance de todos. Incrível! Fiz um comentário no post e recebi uma resposta que mudaria tudo: era um convite para ser um Updater correspondente do velho mundo! Desde então tenho a honra de levar este nome no peito, não apenas pelo fato de dizer que sou um deles, mas sim, por conhecer tanta gente que agrega demais em nossas vidas por sua diversidade de conhecimento e que ao final, se tornou uma família indestrutível. Gente de vários cantos, de cidades distantes que, com orgulho, não hesita em gritar: Avante Updaters!
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