Primeiro você entra na loja e tem uma porção de calças penduradas, cada uma com um código. Então você abre o aplicativo da loja, escaneia o código e escolhe o tamanho que você quer experimentar.
O mais legal vem agora: a calça já está te esperando no provador, no tamanho que você pediu. Tudo feito através de um sistema automatizado de robôs que levam a calça até o provador certo. Para não perder o lado “humano” do atendimento, a loja conta com vendedores que dão consultoria de moda no local.
O ícone do YouTube que aparece quando o vídeo não carrega, o sinal de que a bateria do seu celular está acabando, o bom e velho loading que nunca termina – e mais uma porção de ícones que acabam com o dia de qualquer um.
É claro que eu estava brincando quando escrevi “acabar com o dia de qualquer um” ali em cima. Mas se você realmente sente isso e o problema é mais sério, você pode estar sofrendo do que Julia Spira chama de Social Media Anxiety Disorder.
No artigo ela até cita alguns exemplos de sintomas que podem indicar que você esteja realmente passando por um problema.
Como você sabe que você tem SMAD? (Social Media Anxiety Disorder)
Seu celular se torna seu acessório número um. Está preso ao seu corpo 24h por dia, 7 dias por semana, e você queria que ele fosse à prova d’água para poder ir para o chuveiro com ele. Talvez você tenha SMAD.
Se você manda um tweet para alguém, essa pessoa não @responde de volta em até 6 horas e você fica ansioso, você pode estar sofrendo de SMAD.
Se seu celular está com você na mesa do jantar, todos na mesa estão usando o smartphone enquanto comem e ninguém está dizendo uma só palavra, vocês podem estar sofrendo de SMAD.
Se você posta uma foto bonita no Facebook, Twitter, Pinterest, Instagram ou em outro site de compartilhamento de imagens, ninguém curte sua foto e mesmo assim você continua voltando lá para conferir a cada dez minutos, você pode estar sofrendo de SMAD.
Se você olha para o seu número de seguidores no Twitter ou no Facebook e o contador cai e isso te deixa triste, você pode estar sofrendo de SMAD.
Mas aquele ícone de wi-fi com sinal fraco ali é o fim do mundo, diz aí.
- Oi, aquela vez não conseguimos, mas vamos tentar combinar de sair essa semana?
Bom, as chances desse encontro cair no esquecimento, se perder na confusão da rotina diária e ficar só na promessa são bem grandes, concordam?
Então, o Ketchup é um aplicativo que permite aos usuários controlar suas tentativas de acordos sociais com os amigos. Nele é possível organizar e selecionar os amigos em áreas de atividades específicas.
A ideia é ter uma lista de potenciais oportunidades para um determinado encontro.
Esse aí é o PETMAN, o novo robô da Boston Dynamics, os mesmos caras do “Big Dog”.
PETMAN foi criado para testar roupas de proteção para uso em ambientes tóxicos. Sensores no corpo detectam qualquer vazamento por furos ou pelo próprio tecido.
Mas com certeza nada disso é mais bacana do que ficar olhando para o PETMAN e perceber que esse negócio de robótica tá evoluindo rápido.
Ou, que robôs também têm vontade de ir no banheiro
(parece eu andando na praia quando a areia tá muito quente)
Os cabos não sustentam, servem apenas para não deixar o PERMAN cair.
Este comercial do Facebook apresenta não apenas um novo produto mas uma visão de como deve abraçar de forma mais efetiva o mobile. Por enquanto apenas disponível em celulares Android, o Facebook Home quer se tornar a primeira coisa que o usuário usa ao ligar o celular. O Facebook Home poderá ser baixado pelos atuais usuários e também na loja de aplicativos do Google Play a partir de 12 de abril. É compatível com o Samsung Galaxy S III, Galaxy Note II e o Galaxy S4. Vale conhecer.
A empresa Funstock vai relançar este ano um dos videogames mais clássicos da década de 1990, o MEGA DRIVE. Pois é, se você esboçou um ligeiro sorriso por isso, você está ficando velho.
O MEGA DRIVE foi um dos consoles domésticos que revolucionou o mercado na época trazendo clássicos como Altered Beast e Golden Axe dos arcades para as TVs.
O relançamento acontece em versão portátil e com cartões para baixar jogos. As vendas começam na Europa.
Eu tenho acompanhado um movimento amplo de amigos que estão retornando para os consoles clássicos. Muitos andam se queixando de algumas “mesmices” que temos recebido nas plataformas atuais e estão apelando para o saudosismo para os momentos de entretenimento.
Temos visto, inclusive, uma leva de indie games que estão retomando os “valores” das interfaces clássicas e sofisticando com narrativas mais sofisticadas e recursos online disponíveis atualmente.
Mais um nuance do mercado de games pra ficarmos atentos.
Desde que descobri minha paixão pela fotografia, me identifiquei muito com as câmeras fotográficas analógicas. O fato de você ter 12, 24 ou até mesmo 36 chances para acertar uma boa imagem exigia todo um cuidado na hora de pressionar o botão do obturador.
Você incluía os elementos um a um, enquadrava-os até que eles agradassem seus olhos – e seu coração – e alguma coisa dentro de você dissesse “Aha, é isso!”
Hoje, poucos sabem o que é esperar para, só depois de dias, reviver os momentos anteriormente retratados naqueles frames, mas para resgatar esse espírito, ou melhor, esse ritual, na série BBC Future’s Imagineering, Jared Mankelow (Designer da Conrad) escolheu reinventar uma câmera digital com algumas das alegrias da era analógica.
A câmera tem o formato semelhante a um post-it quadrado com um furo circular que serve de lente e visor. Ela lembra uma câmera mirrorless, só que sem tela digital para visualização de imagem.
A ideia é proporcionar a surpresa ou o prazer de não ver a imagem de forma imediata, já que as fotos são transferidas via Bluetooth para o seu smartphone, tablet ou computador.
Tudo bem, pode até não recriar a sensação de esperar as imagens serem reveladas ou voltarem do laboratório, mas pode ser a coisa mais próxima na era digital.
Sabe quando você lê um artigo tão interessante em algum lugar ou vê um videoclipe tão bacana que você sente que gostaria de contribuir com uma pequena quantia para a pessoa que criou aquele conteúdo?
É claro que isso passa pela sua cabeça muito rapidamente. Em cinco segundos você já fechou aquela aba do seu navegador e já está vendo outro artigo/videoclipe muito mais interessante.
Bom, a ideia da CentUp é justamente facilitar essas micro-doações dos consumidores para os geradores de conteúdo.
Antes que eles fechem a aba e mudem de ideia.
Pesquisando com pessoas que navegam bastante tempo na web, os caras descobriram que o principal problema não é que as pessoas não querem pagar por conteúdo. O maior problema é que eles esquecem, que é muito complicado, e que os valores envolvidos nesses pagamentos são muito grandes. Bom, por isso mesmo eles criaram a empresa.
Você paga sem burocracia, sem ter que inserir os dados do cartão de crédito, sem ter que preencher formulário nem nada.
A diferença da CentUp, segundo os caras, é que parte da doação é direcionada para instituições de caridade.
“2013 é realmente o ano em que as pessoas vão começar a pagar mais por conteúdo. Elas estão percebendo que não querem pagar com sua atenção ou tendo que assistir publicidade, e eles também não querem ter que passar por longos processos de pagamento. É o momento certo para deixar as pessoas pagarem por o que elas querem pagar.”
Será que o modelo funciona? No fim do dia, será que a receita compensa para os criadores de conteúdo?
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