por Rafael Losso em terça-feira, fevereiro 26, 2013 ·
“Com tudo o que podemos fazer com códigos e programação no mundo de hoje é incrível que as escolas não ensinem isso para as crianças”.
“Somos a primeira geração que pode criar coisas do nada dessa maneira”.
“Programar é como ter um super-poder”.
As frases acima são traduções livres do que você verá no sensacional vídeo abaixo, que presta uma bela homenagem àqueles que estão a mudar o mundo, ao passo de um caracter esquisito por vez.
E que, sim, poderia ser você. (Bom de repente, é você mesmo hehe)
Depois de contratar o serviço, os caras da Outbox recolhem sua correspondência três vezes por semana e digitalizam tudo. O material fica salvo na nuvem e você tem acesso a ele de qualquer dispositivo – basta usar o seu login super-seguro do serviço.
Então você pode organizar as cartas que recebe em assuntos (contas a pagar, propaganda, promoções e ofertas, cartas pessoais etc.) e descartar aquilo que não terá serventia. Se você realmente precisar de algum documento que chegou pelo correio, basta clicar em “Request” e eles te entregam em poucos dias. E o que você descartou é triturado e reciclado para o bem do nosso planeta.
Depois que as impressoras ganharam seu terceiro “D”, ganhamos um zilhão de possibilidades de uso, algumas bem bizarras. Podemos imprimir de Toy Art a órgãos humanos, de ferramentas a armas, de peças industriais a edifícios inteiros. Mas imprimir pessoas realmente estava fora de cogitação para meu modesto cérebro 2D. É exatamente essa incrível possibilidade que o projeto Stranger Visions, trabalho da artista americana, Heather Dewey-Hagborg, trouxe à tona. Ela recolheu fios de cabelo e bitucas de cigarros anonimamente em ruas de Nova Iorque. Depois, desenvolveu um software que reúne várias outras tecnologias e bancos de dados de fenótipos forenses. O resultado? Máscaras detalhadas em 3D dos possíveis proprietários dessas amostras. Claro que as imagens não são exatas, mas trazem características importantíssimas como tipo e cor dos cabelos, olhos, pele e dentes. Na verdade é um esteriótipo, um genérico aproximado desses indivíduos. A discussão que se levantou é com relação a nossa quase extinta privacidade ou a possibilidade de se realizar um update monstro nos retratos falados. Ou melhor, retratos impressos por um DNA com uma certa veia artística.
por Mark Cardoso em quinta-feira, fevereiro 21, 2013 ·
A noite começa bem: balada/night cheia de gente bonita, “bons drink”, música boa e curtição. Mas no final, o balde de água fria fica por conta da fila quilométrica cheia de bêbados e uma tiazinha, dentro de um cubículo, que mal consegue te ouvir. Snappin, aplicativo brasileiro recém-lançado na App Store e na Google Play, chega como uma luz no fim… da pista de dança
Pelo descritivo do app, é só chegar na balada, receber o cartão da sua comanda e associar sua conta Snappin a ela, fazendo seu check-in. No final, paga-se o que consumiu pelo app, dirige-se direto à porta de saída e retira seu recibo e autorização de saída – tal qual os tótens de webcheckin de companhias aéreas. De acordo com os idealizadores, já são 20 as casas noturnas, no Sul e Sudeste, que aceitam o pagamento feito pelo aplicativo.
Nos bastidores, interessante pensar que, com o tempo, será possível mapear dados comportamentas e de perfil de público como gênero, tempo de permanência, tipo de bebida consumida em tais e tais regiões.
por Gustavo Giglio em quinta-feira, fevereiro 21, 2013 ·
Ontem, em NY, a Sony apresentou o PlayStation 4, quer dizer… divulgou que apresentaria. Gamers do mundo todo estão um pouco decepcionados. Pelo o que entendi, além do vídeo acima que celebra a história do console e um resumão de apenas dois minutos, com demos técnicas de jogos, apresentaram apenas o hardware do console, o novo controle DualShock e conceitos do que a empresa entende como novos consumos de games. Mas, no final, não deve decepcionar. Certo?
O genial Jony Ive, da Apple, que junto com Rick Gervais já foi considerado um dos 3 ingleses mais influentes do mundo, numa homenagem a Steve Jobs. Emocionante, brilhante e um monte de outros adjetivos.
por Gustavo Giglio em quarta-feira, fevereiro 20, 2013 ·
“ok, Glass.. take a picture”
Caramba… será que poderemos dar nomes para eles? Tipo o J.A.R.V.I.S. do Homem de Ferro?
Nunca ficou claro como o Google Glass funcionará, mas ei que, enfim, lançam um vídeo com demonstrações de suas funcionalidades. O projeto é muito impressionante.
Usando plástico ABS, o material usado por muitas impressoras 3D, a caneta escreve tanto em superfícies quanto no ar. Não precisa conectar em um computador para funcionar, basta ser plugada em uma tomada.
Bom, para quem trabalha em agência e passa o dia desenhando coisas pra lá e pra cá, parece um sonho. Ainda deve levar uns bons anos para o 3Doodler chegar no mercado para nós, mortais, mas certamente vai ser mais fácil explicar para o restante do time aquilo que você quer demonstrar.
E a famosa frase “quer que eu desenhe?” vai ser levada mais a sério depois disso.
por rvillas em segunda-feira, fevereiro 18, 2013 ·
Inspirado pelo post do Wagnão, resolvi escrever sobre ferramentas. As virtuais.
Nesses mais de 15 anos trabalhando no meio digital, eu já me deparei com várias ‘brigas’ de software e de seus adeptos.
Mac vs. Windows, PHP vs Java vs Ruby vs Node, Illustrator vs Corel, Maya vs 3D Max, Editores de texto vs IDE, etc (Photoshop parace ser uma das poucas unanimidades).
Essa lista é interminável e aumenta todos os dias.
Seja qual for a ferramenta que você usa, lembre-se que ela não é o fim, mas o meio.
Eu sempre tive como regra, quando me aventurava em algum campo desconhecido, usar as ferramentas que os caras que eu admirava usavam. Mas depois de conhecê-las, eu decidia se eram as melhores pra mim.
As vezes a melhor ferramenta pra gente não é a melhor que existe. As vezes é a mais simples, a que podemos pagar, usar, ou simplesmente a que temos ali, naquela hora.
O mais importante, ao meu ver, é saber se adaptar. É fazer seu planejamento, deixando espaço pra improvisar.
Uma coisa que nunca mudou é que as coisas sempre mudam – no caso dos softwares, geralmente pra melhor.
Como sempre me ensinaram, conhecimento não ocupa espaço. Aprenda ferramentas novas, nem que seja pra ter certeza que a que você usa e domina, é a melhor.
O mundo anda, evolui. Nós precisamos perder o medo de fazer o mesmo.
Não tenha medo de se atualizar. Você está aqui lendo este site pra isso, não está?
E se não existir uma ferramenta a altura do seu trabalho, faça uma nova – foi assim que os maiores gênios da informática nasceram.
Imagine uma escola. Período integral, professores experientes, biblioteca completa.
Imaginou? Eu não, pois já teria sido reprovada.
Com tudo à disposição, eu só não tinha a própria para ali aprender.
Imagine um site. Sem professor, sem matérias definidas, com assuntos nada acadêmicos.
Lá aprendi que chegamos a Marte mas não submergimos o lago Vostok, aprendi a ganhar um Nobel com lápis e durex, a ler Bukoswki e a saber que videogame faz envelhecermos mais saudáveis.
Também compartilhei que Cauby Peixoto já foi Ron Coby, que Van Gogh pode ser interativo e ensinei a fazer as orelhas do Dr. Spock.
Mas o que mais aprendi foi que um diretor de criação pode ensinar muito sobre culinária, um cozinheiro pode citar os melhores ingredientes de marketing e um músico pode soprar as melhores dicas de livros.
Isso é o Update or Die, uma mistura de profissionais que são os melhores, não só em suas áreas, mas na maneira de ver o mundo, investigar a vida e, principalmente, compartilhar.
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