24 me

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Toda vez que eu baixo um aplicativo desses que ajudam a organizar a vida, tipo agenda ou lista de coisas para fazer, eu acabo chegando a mesma conclusão: eles ajudam se você JÁ FOR uma pessoa organizada.
Se você não for, eles acabam empacados em um canto da telinha, como um carro na garagem de alguém que não sabe dirigir.

O 24me pode ser o pulo do gato.
É um to-do diferente porque gera uma lista automaticamente, sem precisar contar com a boa vontade do usuário. É como uma secretária que se encarrega da sua incompetência (ou impaciência) e faz o trabalho chato por você.

Do Facebook, puxa aniversários e eventos. E já tem atalho para mandar os parabéns. Dá para colocar seus dados bancários e de fornecedores e (infelizmente só disponivel para instituições americanas por enquanto) e o app vai te lembrar das contas e seu extrato.

Enfim, como o próprio app assina, ele se conecta com a sua rotina.
E no final, quem sabe você não acaba virando uma pessoa mais organizada?
O “Sem as mãos!”, no mundo dos apps, se diz “sem usuário!”

Wagner BrennerProfissional de criação e fundador do Update or Die.

Interfaces de games ontem e hoje

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Algumas interfaces de games da atual geração de consoles impressionam pelo nível de detalhamento, texturas e realidade. A cada novo lançamento somos surpreendidos com alguma inovação que garante um caráter de imersão cada vez maior aos games.

Porém, nunca podemos nos esquecer das ideias que deram origem ao cenário dos games da atualidade. Para isso elegi algumas comparações de jogos do Atari com jogos de plataformas novas para visualizarmos como já havia um grau enorme de sofisticação na década de 80 na área de games.

Quem lembrar de mais alguma, me envie por email para vincevader@gmail.com, por favor!


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Tennis X Virtua Tennis 3

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Battle Zone X Battlefield 3

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Dark Chambers X Diablo 3

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Enduro X Forza

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Pitfall X Limbo

Vince VaderGames, rock and roll e bacon.

Chegou o app do Kickstarter

5 dólares nos cubos de café instantâneo.
10 dólares no livro do novo superherói .
15 dólares nas pedras geladas que substituem gelo nas bebidas.

Finalmente você já pode investir no próximo hit de consumo direto do seu celular.

O aplicativo do Kickstarter chegou.

E já vou avisando, é mais viciante que app de game, afinal, é um reality-game mesmo.

Navegação fácil e charmosa para separar você do seu dinheiro.

E de tanto olhar para os projetos, já tive uma ideia que só pode dar certo: produzir videos no gênero :”veja como é simples e revolucionário”, com trilha de ukulelê, para os empreendedores.
É o novo pitch deck.

Wagner BrennerProfissional de criação e fundador do Update or Die.

O smartphone estaria matando a compra por impulso?

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Interessante esse post da Business Insider que faz uma relação entre a queda de vendas de revistas nos EUA e o uso de smartphones. Nos supermercados, é comum ter revistas no checkout para a famosa compra por impulso, motivada por aquela última folheada enquanto espera o caixa. Hoje, segundo a reportagem (que cita a WARC), as pessoas ocupam esse espaço de tédio com o celular e não tem mais olhos para as revistas. E aí a venda cai. O fenômeno tem até nome: somos os “mobile blinders“.

A relação direta desse comportamento com a queda na venda de revistas é no mínimo ingênuo, mas o que é interessante é refletir sobre a questão. Será mesmo que o consumidor tem menos olhos às ofertas (seja de revistas, ou qualquer coisa) porque está hipnotizado pelo celular? Ah, então para que ele as veja, as ofertas tem mesmo é que aparecer no celular? O smartphone estaria matando a compra por impulso? Ou não tem nada a ver, o problema é mesmo com as revistas e isso é miopia? Você está lendo esse post na fila do caixa?

[via textually]

Bruno Altierié carioca, gerente de planejamento na Quê, editor do blog Know or Never e Updater desde 2006.

Toy Fair 2013

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Enquanto você corria atrás do Trio Elétrico, no Jacob Javits Center de Manhattan rolava a Toy Fair 2013. O centro de eventos que já foi sede de memoráveis MacWorld, cedeu espaço para uma feirona de brinquedos, a mais importante do mundo. Brinquedos 1.0 mesmo. Playmobil, Barbies, Play-Doll, essas coisas. A feira atraiu mais de 30.000 profissionais do mercado. Boa parte dos brinquedos é mais do mesmo. Mas sabe aquela história que você ouviu numa palestra em 2005 dizendo que não existe mais fronteira entre o on e off na Propaganda? Pois bem. Curioso ver que não é só na Propaganda que isso aconteceu. Separei aqui 5 exemplos de brinquedos que romperam a barreira do off/on. Na imagem que ilustra o post, um kit de maquiagem “virtual” da Barbie. A maquiagem só aparece no espelho que, na verdade, é um iPad. Depois do jump alguns outros mash-ups como um Draw Something do mundo real e um Jenga-Tetris.

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NetoIf your children ever find out how lame you really are, they'll murder you in your sleep. - Frank Zappa

Um outro uso das impressoras 3D

Como tudo em tecnologia o preço das impressoras 3D tem despencado a cada ano. Hoje é possível se comprar uma impressora razoável por menos de 1.000 dólares.

Enquanto eu me encantei com esse video no TED onde um rim foi impresso, fico meio chocado quando vejo outros tipos de impressão.

Um menino de 24 anos desenhou sua própria arma e já disponibilizou os arquivos para que cada um possa imprimir sua metralhadora, tudo em código aberto.

Existe um pensamento budista que diz: “As coisas por si só não são boas ou ruins, mas os pensamentos que temos dela”. E você, pensa o que disso?

Update: Mudei o vídeo pois ele foi retirado do YT.

Lorenzo Mendozaacredita que a gente está, não que a gente é. Está empreendedor.

Mailbox chegou (primeiras impressões)

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Finalmente o Mailbox chegou, o app mais hypado dos últimos tempos e que promete transformar sua relação com email.

Mas não fique muito animado ainda, porque tem gente na sua frente baixando. Muita gente. E precisa esperar.

Ontem, logo depois do lançamento, havia uma pequena fila de 26 mil pessoas à minha frente. Sei disso porque o app baixa, mas em modo fila.

Hoje, são 380 mil pessoas na fila. Um fenômeno inédito no universo de aplicativos.

A tarde, consegui falar com o Gentry Underwood, CEO do Mailbox e rolou a benevolência de um código de acesso (tks!), para poder trazer as primeiras impressões para você. Vamos à elas.

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INTERFACE SUAVE COMO MANTEIGA

Bonita e com gestuais inteligentes. Uma arrastadinha, arquiva, uma arrastadona, lixo. Coisas assim. Tap and hold e você muda a ordem dos emails. Tudo muito intuitivo e fácil.

INBOX ZERADO PRA SEMPRE

Adicionado os dados do Gmail, a primeira coisa que você vai fazer é zerar seu inbox. Todas as suas mensagens vão para archive (que no Gmail é “all messages”) e seu inbox fica limpinho. Pronto, já tá bem diferente do meu email de sempre. A partir de agora, cada email que chegar receberá alguns segundos da minha atenção para decidir o que fazer com ele. Se for algo fácil, respondo. Se for trash, trash. Se for algo mais elaborado, vou dizer ao mailbox o que fazer. O app tem uma função snooze, como no seu despertador, e você pode adiar a leitura desse email para mais tarde, para o dia seguinte ou até para “algum dia”. Ou, coloco ele numa lista de “para ler”, ou “para responder”, você cria a lista que quiser. O que importa é tirar seu email do inbox.

CARTAS VIRAM CONVERSAS

O email foi inventado há 30 anos. Naquela época fazia sentido emular o envio de uma carta.

Uma carta é basicamente um textão, como uma saudação antes e outra depois. E por muito tempo enviamos mensagens como cartas. Com o passar do tempo, essas “cartas” foram ficando cada vez menores. E iam e vinham cada vez mais rápido. Quando percebemos, estávamos mais conversando do que enviando cartas.

O email foi se transformando em um mensageiro instantâneo. O próprio Gmail percebeu isso faz um tempão e começou a agrupar conversas. O Mailbox leva isso adiante, facilitando a troca rápida. A sensação é de um messenger, mas com a possibilidade de ser um email, com textos longos, contratos, fotos e coisas que você vai querer arquivar.

Até o numerozinho de notificação no ícone mostra o número de conversas novas e não o de emails novos.

CONCLUSÃO

Claro, vale o download.

E vale sua insistência de alguns dias, para experimentar uma nova relação com seu email, precisa acostumar.

Mas o mais legal do Mailbox é que a proposta não é deixar seu email mais eficiente. É fazer você se livrar dele. Isso é novo. Tem conceito, não apenas eficiência (“Mailbox puts email in its place”).

Então corre, baixe logo o seu porque só nesse tempinho de ler o post devem ter entrado mais uns mil na sua frente.

Mailbox é gratuíto e está disponível na App Store.

Wagner BrennerProfissional de criação e fundador do Update or Die.

Lockitron

Não, não é o novo vilão de Avengers. Aperta o play e conheça esse projeto cascudo desenvolvido com arduino - e outras cositas – que está prestes a se tornar realidade. Abra, tranque e saiba quem entra na sua casa de qualquer lugar do mundo.

Garimpo do @Seupexuxa

gzilleré fundador da Aorta, pai da @trincadapesada, de 2 fuscas e milhares de discos.

AndroiPhone?

Quem acompanha o UoD há muito tempo, talvez lembre da quantidade de posts que fiz quando o iPhone foi lançado. Na época, em 2007, falei sobre unlock, sobre jailbreak e sobre a comunidade de desenvolvedores independentes que perceberam logo de cara que o iPhone tinha um problema: era uma arquitetura fechada, não aceitava nada além dos aplicativos que já vinham embarcados.

Lembra dessa época? Seu iPhone estava longe de ser o que é hoje. Por cabeça-durismo, pra controlar a plataforma, a Apple não permitia aplicativos em seu fone. Mas os desenvolvedores provaram que ela estava enganada. Criaram não só uma plataforma de programação antes do próprio iPhone SDK, como desenvolveram uma forma de “injetar” aplicativos no iPhone. Se você tem um iPhone jailbroken, foi assim que surgiu o Cydia. Kudos ao Dev-Team.

Com o crescimento meteórico do número de aplicativos “independentes”, naquela época, a Apple percebeu que aquele era o desejo do mercado. E um ano depois, liberou a primeira versão do SDK para iPhone, o embrião do que veio a ser a App Store, a loja onde você já gastou provavelmente o PIB da Bolívia.

Conto essa história para dizer que esperava que a Apple tivesse aprendido a lição. Aquele papo de “a voz do iPovo é a voz de iDeus”. Mas não aprendeu.

Por que digo isso? Porque muito se fala sobre a queda das ações e a falta de inovação da Apple. E essa acaba sendo sempre uma discussão subjetiva. Haters will hate, fanboys vão amar.

O fato é que ontem, depois de alguns anos, apliquei o jailbreak no meu iPhone. E o que vi no Cydia assustou.

Apple, quando a comunidade de desenvolvedores, a mesma que alertou você de que apps seriam um bom negócio, desenvolve esta quantidade de aplicativos que fazem o iPhone ser “Android-like”, alguma coisa está bem errada.

Nota 1: Se você quer aplicar o Jailbreak no seu iPhone (qualquer versão, até o 5 e qualquer iOS até o 6.1), confira o EvasiOn aqui.

Nota 2: O vídeo foi gravado com o aplicativo Cydia Display Recorder.

NetoIf your children ever find out how lame you really are, they'll murder you in your sleep. - Frank Zappa

Como o pessoal de efeitos especiais se diverte

O video foi publicado no Youtube, no final do ano passado. É um registro de um ovni, feito com a camera de um celular.
“UFO over Santa Clarita”

Minutos depois, surge o primeiro comentário: “bullshit”.

Muitos outros vieram na mesma linha. Dos clássicos “fake”, até sugestões para que esse tempo e talento fossem usados em Hollywood e não para iludir as pessoas. Esse último acertou na mosca, porque o autor do video é na verdade Aristomenis “Meni” Tsirbas, diretor de cinema especializado em CGI super realista (Titanic, Star Trek, etc), que continua sim, iludindo todo mundo.

Ninguém tinha percebido até hoje (agora saiu na Wired), que tudo no video é fake.
O cameraman, o carro, o céu, o sol, as torres de eletricidade, tudo.
Não há nada no video que não seja digital.

“A intenção é mostrar como a computacão gráfica pode ser natural e convincente. Todo mundo intue que as naves são falsas, especialmente a última. Mas ninguém acredita que todo o resto também é. Eu sempre preciso mostrar os wireframes para as pessoas acreditarem”.

Realmente, nosso repertório nos faz desconfiar de naves espaciais, objeto comum no CGI, mas não do sol, porque ele pertence a outro universo.
É como associar tecnologia a aço escovado e fibra ótica, o estereótipo.
Mas ninguém lembra que o papel higiênico é uma tecnologia. E das mais importantes.

Wagner BrennerProfissional de criação e fundador do Update or Die.


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