We just can’t forget it

Ação do Coletivo Cartabranca com a Dontrythis para divulgar o Museu da Corrupção.
Sugiro uma edição especial com Carlinhos Cachoeira.


Simone MozzilliMorena, alta, bonita e sensual. Talvez eu seja a solução dos seus problemas.

TEDxBuenos Aires: Peluqueros

Depois de ter tido muito sucesso divulgando o TED entre taxistas e contando com o seu poder multiplicador, agora a Ogilvy Argentina adotou a mesma estratégia desta vez usando salões de cabelereiro. Confiram abaixo o videocase em inglês ou aqui em espanhol:


Paula Rizzoé publicitária, mãe, curiosa e usa boa parte da sua energia fazendo a curadoria de inovação e inspirando gente na c

Políticos pedem seu voto, mas não pedem sua opinião

Queria muito fazer um post sobre a palestra acima, do Dave Meslin, artista-ativista que falou no TEDxToronto. Encontrei-a no blog do Tarrask, que fez um belíssimo texto, curtinho, explicando do que se trata. Como não poderia fazer melhor, tomei a liberdade de copiá-lo. Segue:

A gente sempre pensa que só existem dois tipos de pessoas: nós e aquele povo ignorante que vota em troca de um par de sapatos, ou em quem o chefe mandou votar. Ou seja, os ignorantes que elegem aqueles políticos ladrões que terminam fodendo o nosso país.

#classemediasofre

Também há os paranoicos que acreditam que O Sistema é maligno e é impossível vencê-lo.

Aí você vê coisas como essa palestra do Dave Meslin, que a minha mãe mandou, e que explica que o mundo nem é tão preto-no-branco assim, mas uma mistura de tudo.

As pessoas não são apáticas. Elas até gostariam de se envolver mais com a sociedade. Mas é difícil. É complicado. Achar informação não ajuda. Tanto de direita quanto de esquerda, a comunicação política é feita de maneira semi-críptica, que pede voto, mas não pede opinião.

Vejam a coisa e me digam o que acham.


Bruno Scartozzoniestá um monte de coisas, e é pouquíssimas delas. Apaixonado por cinema, política e comunicação.

Entenda como um computador faz contas de um jeito mais fácil que o seu

Você sabe como um computador faz conta?

Se você não estudou computação, provavelmente não.

Claro, já ouvimos falar do famoso sistema binário, a tal linguagem feita apenas com “0″ e “1″ (ou ligado e desligado, como nos circuitos elétricos).

Mas como isso funciona? Como é possível fazer tantos cálculos usando apenas um sistema de “sim” e não”?

Calma, não se preocupe, não vou estragar sua tarde, é bem simples. Na verdade, é sensacional.

Os computadores fazem contas do mesmo jeito que os egícios faziam. E os chineses também (por causa do iChing, que também é binário e que você achava que não tinha nada a ver com matemática).

Nada de decorar tabuada.

Nada de fazer conta emprestando do algarismo vizinho.

E ao invés de usar o sistema de multiplos de 10 (dezena, centena, milhar, etc) um computador prefere usar apenas os múltiplos de 2 (dobrando números sempre).

Assista:

Se você quiser ver como o sistema binário é simples, veja também esse post, sobre um professor que ensinou isso para uma classe de crianças no primário, usando apenas perguntas.


Wagner BrennerProfissional de criação e fundador do Update or Die.

Luis Inácio curtiu o facebook

https://www.facebook.com/Lula


Guilherme Jotapê Rodriguesé o updater que percebe alguma coisa, vai lá e rabisca.

Fundación Banco de Alimentos: Hunger Delivery

Em uma recente campanha para a Fundación Banco de Alimentos do Paraguai a agência Oniria/TBWA criou uma ação forte e envolvente para trabalhar a consciência da fome no mundo através de uma engenhosa ação de ativação.

O plano envolveu as duas pizzarias mais importantes em Assunção nas quais o cliente do delivery costuma ser atendido em 40-45 minutos. Os clientes ligavam, pediam suas pizzas e então esperavam. Esperavam na verdade muito mais do que o habitual. Como a pizza não chegava no timing normal, ligavam bravos para reclamar. Quando a pizza finalmente chegava, vinha uma mensagem “Quando você está com fome, você entende de fome. Hoje a pizza é de graça e os clientes são convidados a doar o que puderem para a causa”.

A campanha gerou grande mídia espontânea e ajudou a levantar mais de 50 toneladas de alimentos para Banco de Alimentos. O meu questionamento é com relação às pizzarias, maiores parceiras do projeto, se não teriam ficado com sua imagem um pouco arranhada. Confiram abaixo o videocase:


Paula Rizzoé publicitária, mãe, curiosa e usa boa parte da sua energia fazendo a curadoria de inovação e inspirando gente na c

Hellmann’s: Receita na Notinha

Como parte da estratégia de apresentar novas maneiras de consumir Hellmann’s, a Ogilvy Brasil desenvolveu uma ação bem interessante em parceria com o supermercado St. Marché, em São Paulo. Todos os consumidores que compram Hellmann’s no local recebem, na nota fiscal do caixa, uma receita que leva a maionese e outros produtos adquiridos.

Caso a pessoa tenha comprado apenas a maionese ou itens que não estejam relacionados à alimentação, ela recebe uma receita qualquer, de forma randômica, com Hellmann’s entre os ingredientes, claro. Mas se o consumidor tiver comprado itens como filé de peixe, alho e ovos, por exemplo, o software instalado no sistema do supermercado combina esses produtos e resgata uma das 160 receitas disponíveis na plataforma que utilize esses ingredientes, para que o consumidor receba uma receita combinando alguns dos ítens que comprou. Confiram abaixo o videocase em português:


Paula Rizzoé publicitária, mãe, curiosa e usa boa parte da sua energia fazendo a curadoria de inovação e inspirando gente na c

Mas afinal, o que é inteligência? (Isaac Asimov)

(por Isaac Asimov)

Quando eu estava no exército, fiz um teste de aptidão, solicitado a todos os soldados, e consegui 160 pontos.

A média era 100.

Ninguém na base tinha visto uma nota dessas e durante duas horas eu fui o assunto principal.

(Não significou nada – no dia seguinte eu ainda era um soldado raso da KP – Kitchen Police)

Durante toda minha vida consegui notas como essa, o que sempre me deu uma ideia de que eu era realmente muito inteligente. E eu imaginava que as outras pessoas também achavam isso.

Porém, na verdade, será que essas notas não significam apenas que eu sou muito bom para responder um tipo específico de perguntas acadêmicas, consideradas pertinentes pelas pessoas que formularam esses testes de inteligência, e que provavelmente têm uma habilidade intelectual parecida com a minha?

Por exemplo, eu conhecia um mecânico que jamais conseguiria passar em um teste desses, acho que não chegaria a fazer 80 pontos. Portanto, sempre me considerei muito mais inteligente que ele.

Mas, quando acontecia alguma coisa com o meu carro e eu precisava de alguém para dar um jeito rápido, era ele que eu procurava. Observava como ele investigava a situação enquanto fazia seus pronunciamentos sábios e profundos, como se fossem oráculos divinos.
No fim, ele sempre consertava meu carro.

Então imagine se esses testes de inteligência fossem preparados pelo meu mecânico.

Ou por um carpinteiro, ou um fazendeiro, ou qualquer outro que não fosse um acadêmico.

Em qualquer desses testes eu comprovaria minha total ignorância e estupidez. Na verdade, seria mesmo considerado um ignorante, um estúpido.

Em um mundo onde eu não pudesse me valer do meu treinamento acadêmico ou do meu talento com as palavras e tivesse que fazer algum trabalho com as minhas mãos ou desembaraçar alguma coisa complicada eu me daria muito mal.

A minha inteligência, portanto, não é algo absoluto mas sim algo imposto como tal, por uma pequena parcela da sociedade em que vivo.

Vamos considerar o meu mecânico, mais uma vez.

Ele adorava contar piadas.

Certa vez ele levantou sua cabeça por cima do capô do meu carro e me perguntou:

“Doutor, um surdo-mudo entrou numa loja de construção para comprar uns pregos. Ele colocou dois dedos no balcão como se estivesse segurando um prego invisível e com a outra mão, imitou umas marteladas. O balconista trouxe então um martelo. Ele balançou a cabeça de um lado para o outro negativamente e apontou para os dedos no balcão. Dessa vez o balconista trouxe vários pregos, ele escolheu o tamanho que queria e foi embora. O cliente seguinte era um cego. Ele queria comprar uma tesoura. Como o senhor acha que ele fez?”

Eu levantei minha mão e “cortei o ar” com dois dedos, como uma tesoura.

“Mas você é muito burro mesmo! Ele simplesmente abriu a boca e usou a voz para pedir”

Enquanto meu mecânico gargalhava, ele ainda falou:

“Tô fazendo essa pegadinha com todos os clientes hoje.”
“E muitos caíram?” perguntei esperançoso.
“Alguns. Mas com você eu tinha certeza absoluta que ia funcionar”.
“Ah é? Por quê?”
“Porque você tem muito estudo doutor, sabia que não seria muito esperto”

E algo dentro de mim dizia que ele tinha alguma razão nisso tudo.

 

(tradução livre do original “What is inteligence, anyway?”)


Wagner BrennerProfissional de criação e fundador do Update or Die.

Volkswagen Polo: Dad

Confiram abaixo o belo comercial da DDB Londres para o VW Polo que foca na relação de um pai e uma filha desde a infância. A produção é da Pulse e a direção de thirtytwo.


Paula Rizzoé publicitária, mãe, curiosa e usa boa parte da sua energia fazendo a curadoria de inovação e inspirando gente na c

Ei publicitário, você é normal?

Durante o tempo que estava na publicidade já desconfiava isso. Modismos, tendências, roupas, música tudo parecia fazer sentido dentro do universo da comunicação, até o dia que você ia comer pizza com os amigos do colégio num domingo e descobria que tinha gente que não sabia qual era a função do Twitter. Ou quando você mostrava uma música nova que tinha descoberto no Spotify e descobria que ninguém sabia o que era Spotify e todo mundo no carro achava a música chata e que queriam ouvir mesmo era Kuduro.

Agora a agência Heat lançou esse infográfico (mais um) para mostrar o que todo mundo (dentro da comunicação) meio que desconfia.

Então dá próxima vez que culpar os colegas por não terem prestado atenção no último post de alguma marca no Facebook, lembre-se que você não é normal.

via


Lorenzo Mendozaacredita que a gente está, não que a gente é. Está empreendedor.


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