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educação

Os seus 5 mensageiros
12 months ago

Os seus 5 mensageiros

Você é um prisioneiro, em uma solitária.

Seu único contato com o mundo exterior é feito através de 5 motoboys que ficam à sua disposição e trazem todas as informações.


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Um professor que não responde nada, ensina alguma coisa?
1 year ago

Um professor que não responde nada, ensina alguma coisa?

(repost)

O texto abaixo é uma transcrição (em inglês) de uma aula especial. Uma experiência de ensino alternativo, com 22 alunos na faixa dos 10 anos de idade.

O professor …
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O caso mais bizarro que você já ouviu falar (noticiado em 1994)
1 year ago

O caso mais bizarro que você já ouviu falar (noticiado em 1994)

Dia 23 de março de 1994.

Notícia publicada pelo Associated Press com o título “Assassinato ou suicídio?”

O médico legista examina o corpo de Ronald Opus.

O resultado é conclusivo: morte por …
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Aprenda a discordar usando a lógica do papel-higiênico
1 year ago

Aprenda a discordar usando a lógica do papel-higiênico

(REPOST)

Qual é a forma certa de se colocar um rolo de papel higiênico no banheiro?

papel2

POR CIMA!

60% das pessoas têm a certeza absoluta que o certo é o estilo “cachoeira”, com o papel saindo por cima. É mais fácil achar a ponta, dá pra rasgar certinho no picote, não fica raspando a mão na parede (menos bactérias!) e hotéis podem sinalizar aos seus hóspedes que o banheiro foi higienizado, com dobras elaboradas ou colando selinhos.

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POR BAIXO!

Os outros 40% acham esses 60% uns loucos e estão certos que o melhor é por baixo. O “caimento” é melhor, o papel não fica sobrando, gatos e crianças não conseguem desenrrolar um monte de papel e basta uma puxadinha para rasgar um quadradinho, porque para baixo tem mais tração.

Mas, afinal, quem está certo e quem está errado?

Todo mundo. Não tem certo nem errado.

O papel higiênico é seu, e você usa do jeito que quiser. É uma decisão totalmente pessoal, influenciada apenas por hábitos, com as duas maneiras suportadas por motivos bastante pertinentes.

POR QUE ISSO INTERESSA?

Essa questão bizarra do papel-higiênico serve como dinâmica para colocar o foco na nossa habilidade de argumentação e não para se chegar a uma resposta, já que não tem o certo nem o errado.

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Dingo Fence, a cerca de arame farpado de 5.000 kms que cruza a Austrália
1 year ago

Dingo Fence, a cerca de arame farpado de 5.000 kms que cruza a Austrália

Existe uma cerca de arame enfarpado de 5.614 kms.

A mesma distância entre São Paulo e a Jamaica.

É a “Dingo Fence” ou “Dog Fence”, a singela cerquinha de cachorro que atravessa o deserto da Austrália, entre Jimbour e Eyre. É uma das mais longas estruturas feitas pelo homem e, obviamente, a maior cerca do mundo, disparada. Originalmente ela tinha 8.614 kms, mas foi reduzida em 1980.

A cerca foi construída entre 1880 e 1885 e sua primeira função (problemas australianos, difíceis para gente sequer imaginar) era brecar uma superpopulação de lebres entre um estado e outro. Uma estratégia estilo Crocodilo Dundee.

croco“Hmmm… vamos botar uma cerca de arame na fronteira inteira”

Coisa de macho, pra brecar coelhinho.

A ideia não funcionou muito bem, talvez pelo erro de cálculo na proporção coelhinho X vão entre os arames.

Enfim, a cerca ficou abandonada até 1900, quando foi reparada, desta vez com o propósito mais nobre de impedir o avanço de lobos e cachorros selvagens para o sudeste da Austrália, um lugar mais fértil que o deserto e cheio de rebanhos de ovelhas. Por garantia, rolou um update e o equivalente a 32000 Kms de redes foram colocados SOBRE  a cerca.

Desta vez a cerca funcionou bem e economiza milhares de dólares todos os anos.

Por outro lado, do ponto de vista ambiental é uma catástrofe porque a cerca criou 2 ecosistemas, cada vez mais distintos.

croco

“Hmmm… vamos abrir a cerca uns 6 meses pra dar uma misturadinha”

Dingo_fence_in_Australia

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O retrato mais famoso do seu planeta é assim
1 year ago

O retrato mais famoso do seu planeta é assim

Criança acredita em tudo, ainda mais se estiver no livro da escola.

Foi assim que crescemos acreditando naquele desenho com os planetas em volta do sol, com as distâncias e …
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O making of de um ditador. As fotos que Hitler queria destruídas.
1 year ago

O making of de um ditador. As fotos que Hitler queria destruídas.

Essas fotos foram tiradas em 1925 e mostram o Hitler ensaiando para ser… o Hitler.

E não era para você estar vendo.

Foram tiradas logo depois que ele cumpriu 9 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.

Durante esse tempo de sobra para reflexão, concluiu que não conseguiria tomar o poder a força e que precisaria de uma nova estratégia. Decidiu pela persuasão. E criou a persona do Hitler que conhecemos.

Foram 14 anos de ensaio até o começo da Segunda Guerra Mundial. Vou repetir: 14 anos de ensaio.

Nessa época, seu amigo e fotógrafo Heinrich Hoffman fazia sessões particulares para Hitler poder avaliar seu gestual em discursos.

Numa pequena salinha, o baixinho bigodudinho apertava o play no seu gravador e, enquanto ouvia seus próprios discursos, ensaiava meticulosamente cada gesto, cada punho fechado, cada braço erguido, cada dedo que apontaria mais tarde para a população alemã. Foram 14 anos aprimorando o personagem. E se você assistir a qualquer um de seus discursos, vai estar diante de um trabalho hercúleo, lapidado em unidades de segundos e sílabas.

Depois dessa sessões de fotos, Hitler sempre ordenava que os negativos fossem destruídos, mas Heinrich Hoffman preferiu guardar algumas fotos através dos anos, até publicar as 8 imagens que sobreviveram pulando de arquivos em arquivos, até serem publicadas em seu livro de memórias em 1955.

Toda vez que leio ou assisto alguma coisa sobre o Hitler e todas as atrocidades que cometeu, fico me perguntando como um único ser humano foi capaz de mobilizar e influenciar tantas pessoas a ponto de cometerem as piores barbaridades?

Suas promessas não eram comuns. Falava de coisas absurdas como raça superior, de genocídio, aliás, um termo criado justamente em 1944 para definir o que o Hitler fez.

Como então um tipinho de triste figura como esse conseguiu convencer milhões e milhões de pessoas a acreditarem em ideias tão obviamente erradas?

Pensa bem: as campanhas de hoje, bem intencionadas e nobres, com TV, rádio e internet não conseguem nem fazer a gente respeitar ciclista, usar camisinha, doar sangue e atravessar na faixa.

Mistério.

Do ponto de vista de propaganda é provavelmente o maior dos cases, junto com as feitas pelas religiões. Ainda mais se pensarmos que naquela época não haviam os meios de comunicação que temos hoje (vantagem ou desvantagem?).

O fato é que Hitler conseguia um efeito hipnótico nas multidões. Colocava-as em transe usando ênfase misturada à própria reação da massa, neutralizando assim qualquer pensamento crítico. E os alemães embarcavam 100% na emoção e na promessa de uma nova Alemanha.

Até hoje os discursos políticos carregam a indignação, fez escola. O Collor era um grande adepto do estilo, lembramos bem. Há quem diga que mais importante do que falar é como falar. E funciona.

Enfim, veja abaixo as 8 fotos que são o making of de um ditador. História sendo feita diante dos seus olhos (ah, a Internet).

hitler
[via]
A semana mais agitada da pequena ilha de Niihau
1 year ago

A semana mais agitada da pequena ilha de Niihau

Existe uma pequena ilha lá no Havaí chamada Niihau.
Pequena mesmo, tem só 180 km2.

Na década de 40 ela pertencia ao americano Ayelmer Robinson, que a recebeu como herança de uma aquisição feita por sua família em 1864, do Rei havaiano Kamehameha V.
Quase ninguém morava lá, apenas uns poucos nativos, menos de 20 pessoas. Nem o Robinson ficava lá, preferiu construir sua casa na ilha ao lado mais estruturada.

Eis que numa bela manhã ensolarada de 7 de dezembro de 1941, um desses nativos chamado Hawila Kaleohano repousava tranquilamente em sua pacata cabana quando, de repente, ouviu um barulhão como nunca tinha ouvido antes, a poucos metros de sua casa. Abriu sua porta e deu de cara com isso:

zero

Um avião tinha acabado de cair no seu quintal. Era japonês, assim como o piloto, que estava desacordado.

Kaleohano sabia que os japoneses estavam em guerra com os Estados Unidos e por garantia, resolveu pegar a arma e os documentos do piloto antes que ele acordasse. O nome dele era Shigenori Nishikaichi (kaichi mesmo, coitado).

O que o nativo Kaleohano não sabia é que meia hora antes, o tal do Nishikaishi e outros pilotos japoneses tinham bombardeado Pearl Harbour, matando mais de 2500 pessoas.

pearl

O plano dos japoneses (apesar de muita gente achar que era uma missão kamikaze sem volta), era bombardear e, caso o avião estivesse em condições ruins, seguir para essa pequena e esquecida ilha, Niihau, a apenas 30 minutos de Pearl Harbour, onde seriam resgatados por um submarino. A ideia não foi das melhores, a ilha era difícil de achar e só mesmo o Nishikaichi conseguiu chegar até lá.

Niihau map

Assim que acordou, foi interrogado pelos nativos, sem sucesso, já que eles só falavam havaiano e o piloto só falava japonês. Mas havia na ilha um casal descendente de japoneses (Yoshio e Irene Harada), que foram prontamente chamados. O piloto confessou o que tinha acabado de fazer, mas o casal preferiu não traduzir essa parte. Assim, ao invés de ser condenado, os nativos resolveram fazer uma festa para o piloto, para comemorar a mudança na rotina da ilha. Flores, peixes, bebidas.

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Hoje é um belo dia para cometer algum ehrro
1 year ago

Hoje é um belo dia para cometer algum ehrro

Uma bela reflexão de Jennifer Gresham sobre a importância de se fazer as pazes com o erro.

Errar faz parte do aprendizado mas ninguém perdoa, nem quem o cometeu. É palavra e …
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Déjà Vu
1 year ago

Déjà Vu

Se você já viu esse post, isso pode ser um déjà vu :)

Aquela famosa sensação de “Ops, eu já vivi isso aqui!” mas na realidade é uma nova experiência.


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Retórica procedimental e games
1 year ago

Retórica procedimental e games

Games são plataformas privilegiadas quando falamos de retórica procedimental. O nome é pomposo, mas a ideia – na verdade – é muito simples. Os games possuem capacidade de ensinar os players/usuários através de processos persuasivos.

marioO autor Ian Bogost em seu livro “Persuasive Games” define de maneira bastante clara o que vem a ser retórica procedimental e como podemos relacionar essa ideia com o mundo dos games:

Procedural rhetoric is the practice of using processes persuasively. More specifically, procedural rhetoric is the practice of persuading through processes in general and computational processes in particular. Just as verbal rhetoric is useful for both the orator and the audience, and just as written rhetoric is useful for both the writer and the reader, procedural rhetoric is useful for both the programmer and the user, the game designer and the player. ” (2007, p.3)

Outro autor consagrado da área dos games, o uruguaio Gonzalo Frasca, ilustra magistralmente a ideia anterior usando o game “Super Mario Bros” como exemplo. Frasca diz que um jogador que nunca jogou o game tende a testar os botões na primeira experiência com a interface e – partindo disso – descobre que o personagem basicamente anda e pula.

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A influência da comunicação não-verbal no desenvolvimento da inteligência
1 year ago

A influência da comunicação não-verbal no desenvolvimento da inteligência

Alguém recentemente resgatou e publicou no Facebook o link de um post que o grão-mestre-fundador-do-UoD, Wagner Brenner, escreveu em 2012. Eu não tinha lido na época. Li agora, gostei e resolvi trazer o tema de volta para o UoD.

Em seu post, Wagner apresenta pesquisas que mostram o que acontece quando você fica elogiando a inteligência de uma criança. Por fim, ele conclui: “se você tem um filho, um sobrinho, ou um amigo pequeno, não diga que ele é inteligente. Diga que ele é esforçado, aventureiro, descobridor, fuçador, persistente. Celebre o sucesso, mas não esqueça de comemorar também o fracasso seguido de nova tentativa”. O texto é muito interessante. Vale a leitura.

Resolvi resgatar o tema do desenvolvimento da inteligência pois quero lançar a seguinte questão: se o que falamos para uma criança pode influenciar sua inteligência, imagine quando nossa influência é inconsciente?

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