
Dando continuação ao famoso vídeo “We all want to be young”, o novo vídeo da Box1824 fala sobre o jovem que está começando na vida profissional agora.
Essa geração que mistura lazer e trabalho, carreira e prazer, empreendedorismo e férias. Uma geração que não trabalha para uma empresa específica, mas dentro de uma empresa para para si mesmo. E cujo maior objetivo é encontrar opções profissionais que onde possam realizar suas paixões pessoais ao mesmo tempo.
É o famoso:
“It’s more important to have fun on the ride, than to get to the final destination.”
Preâmbulos feitos, bota o fone e solta o play.
Teju Cole é um escritor americano de ascendência Nigeriana, onde cresceu. Hoje vive em Nova Iorque onde publicou duas novelas e contribui para o New York Times e The New Yorker entre outras publicações de destaque.
Sua opinião sobre Kony 2012 gerou polêmica e mostra um ponto de vista diferente do mainstream.
Me atrevo a traduzir:
1. De Sachs a Kristof, da Invisible Children ao TED, a indústria que mais cresce nos EUA é o Complexo Industrial do Salvador Branco.
2. O Salvador Branco apoia políticas brutais pela manhã, funda instituições de caridade à tarde e recebe prêmios à noite.
3. A banalidade do mal se transmuta na banalidade do sentimentalismo. O mundo não é nada mais do que um problema a ser resolvido pelo entusiasmo.
4. Este mundo existe apenas para satisfazer as necessidades – incluindo, importante, as necessidades sentimentais – dos brancos e da Oprah.
5. O Complexo Industrial do Salvador Branco não é sobre justiça. É sobre ter uma grande experiência emocional que valide os privilégios.
6. Uma preocupação intensa sobre aquele terrível senhor da guerra africano. Enquanto perto de 1.5 milhão de Iraquianos morreram na guerra escolhida pela America. Se preocupe com isso.
7. Respeito profundamente o sentimentalismo americano, assim como alguém respeita um hipopótamo ferido. Você deve ficar de olho nele, porque sabe que é perigosamente mortal.
Dica do @jampa na lista do Podbility.
Na segunda-feira passada [5/03], São Paulo amanheceu cheia de amor para dar. Ou melhor, as estátuas e monumentos que povoam a metrópole. Isso porque um grupo de apaixonados por SP resolveu espalhar um pouco mais de amor pela cidade. Ou talvez, no mínimo, fazer as pessoas que transitam pela capital paulista [re]lembrarem-se de tal sentimento.
Com uma série de corações vermelhos debaixo do braço, eles foram por aí…
Passaram a madrugada de domingo para segunda na esperança de transformar bronze em carne e sangue. E amor.
Rodrigo Guima, um dos idealizadores dessa intervenção urbana, conta que a ideia nasceu da intenção de tirar as pessoas do lugar comum de suas rotinas. “Fazer alguém sorrir. Provocar! Lembrar que sempre existe amor”, pontua. E deseja: “esperamos que os pontinhos vermelhos espalhados pela cidade despertem sorrisos, um respiro no meio desse caos que vivemos”.
Estamos acompanhando todo TED que está rolando agora nos EUA com transmissão ao vivo e com uma bela qualidade.
Ontem Riddley Scott palestrou e mostrou entre outras coisas como será o TED em 2023, que faz parte de um pedaço de seu mais novo filme – Prometheus.
http://www.youtube.com/watch?v=v2BxH-xwc9M
Acaba de ser publicada a quarta e útlima parte do webdocumentário ‘Everything is a Remix’.
A primeira parte apareceu por aqui em Setembro de 2010, a segunda parte Fevereiro do ano passado, e a terceira em junho.
E não poderia acabar de outra maneira: a quarta parte trata do polêmico sistema jurídico, desenvolvido para proteger a propriedade intelectual em nome de um bem comum, em um tempo em que o bem comum tende a se opor à propriedade intelectual.
Pois então aperta o play:

A empresa de pesquisas Mobile Youth publicou há poucos dias um relatório com 100 tendências da cultura jovem em relação ao uso do celular em 2012.
A apresentação abaixo contém os 30 primeiros insights, e o resto você consegue baixar em PDF ao se cadastrar no site da Mobile Youth.
Já que estamos em clima de retrospectivas, nada mais oportuno do que fazer uma especialmente dedicada à nova mania digital, os infográficos.
Tem um pouco de tudo entre os finalistas, como as diferenças entre donos de cachorros e donos de gatos (acima). Veja quais são os outros nove:
1. Google’s Most Expensive Ad Keywords.
2. ‘Comic Sans as Faux Pas’: a Quick and Comprehensive Type Guide.
3. Did You Know: Computer Keyboards Five Times Dirtier Than Toilets Seat.
4. Anatomy of an Ad Agency.
5. The Life of a Facebook Photo.
6. A Copywriter on Copywriters.
7. Mac Users X PC Users.
8. The Apple Tree: Apple Products Over The Last 35 Years.
9. 17 Trivialities About Coffee.
A seleção foi feita pelo DesignTAXI. Para saber mais sobre cada um, é só clicar aqui.
Com o ótimo case “Frank the Fruitcake” espalhando por aí que nem água (como o Neto e a Paula Rizzo contaram por aqui), este infográfico sobre o Walmart se torna ainda mais interessante.
Alguns dados são impressionantes: o Walmart emprega 2.1 milhões de pessoas e é o mais varejista do mundo – suas vendas superam o Amazon, maior revendedor online, em dez vezes. E 96% da população norte-americana vive a até 20 milhas de uma unidade (60% da população a apenas 5 milhas de um Walmart).
Outros podem causar revoltas, como o de que o CEO ganha mais em uma hora do que seus funcionários em um ano.
O infográfico, recheado de curiosidades expressivas, foi criado pela Frugal Dad.
Você já conhece o “The Cult of Done Manifesto“? Se não, vale a pena perder/ganhar alguns dos seus minutos aqui.
O manifesto combate o perfeccionismo que aprisiona ideias – e acaba resultando em procrastinação no lugar de resultados concretos. São 13 pensamentos principais, referentes às ilustrações acima:
1. There are three states of being. Not knowing, action and completion.
2. Accept that everything is a draft. It helps to get it done.
3. There is no editing stage.
4. Pretending you know what you’re doing is almost the same as knowing what you are doing, so just accept that you know what you’re doing even if you don’t and do it.
5. Banish procrastination. If you wait more than a week to get an idea done, abandon it.
6. The point of being done is not to finish but to get other things done.
7. Once you’re done you can throw it away.
8. Laugh at perfection. It’s boring and keeps you from being done.
9. People without dirty hands are wrong. Doing something makes you right.
10. Failure counts as done. So do mistakes.
11. Destruction is a variant of done.
12. If you have an idea and publish it on the internet, that counts as a ghost of done.
13. Done is the engine of more.
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