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trends & insights

Espetáculo do futuro hoje

Ao meu ver, projection mapping é o caminho a seguir em termos de espetáculos audiovisuais. O Cirque Du Soleil que se cuide. Ou use.

Tks Allan Carvalho

Premium Rush

Agora o mocinho anda de bike. Ah muleke!

Tks Leo Rocha

Guia para uma vida compartilhada (nos Estados Unidos – e aqui?)

Peguei o título, e a ideia, da revista Fast Company, uma das parceiras da HSM Management. Trata-se de uma matéria muito interessante sobre a economia do compartilhamento, The Sharing …
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A mágica dos pulos

Falem o que quiser mas isso é demais!

Eu lhe apresento a mesa da sua cozinha – daqui a uns… 10 anos?

Essa “mesa” foi gerada no laboratório de pesquisa e desenvolvimento do jornal “The New York Times”, em colaboração com a Microsoft (UPDATE: que já vinha trabalhando sozinha nessa surface …
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Roger McNamee: a plataforma social já era e um novo ciclo de tecnologia será

O Roger McNamee é vocalista-guitarrista da banda Monalice, autor de “The New Normal”, mas, para os fins aqui tratados, é um investidor profissional em negócios de tecnologia, cofundador de Elevation Partners (empresa de venture capital focada em negócios de mídia + entretenimento) e respeitado no Vale do Silício. No vídeo acima, ele diz que um novo ciclo de tecnologia está para começar e que vem se concentrando em seis tendências:

1) O Windows está morrendo (Microsoft, como grande líder, é corpo estendido no chão, e não está sozinha). Não é uma declaração exatamente inédita, mas vale a repetição.

2) O mecanismo de busca já se esgotou (deixou a web cheia de lixo) e a força do mobile é o indicador-chave do esgotamento, porque, como essa busca atrapalha demais a gente no celular, os conteúdos são achados ali de outras maneiras. Ou seja, o Google também não será mais capaz de manter o domínio que tem hoje. OK, a Wired já disse que a web morreu, mas o que o McNamee argumenta é distinto.

3) Os apps vencem a web (estamos no “Mundo de Apple”, e o próximo equilíbrio não seja mais entre a AppStore e a comoditização, mas entre a AppStore e o conteúdo altamente diferenciado da web 3.0).

4) O HTML5 muda tudo (escrevi sobre isso aqui).

5) Os tablets vencem o jogo.

6) As plataformas sociais também são superadas; não são elas o que estamos procurando.”Esqueça o social como plataforma; é apenas mais uma feature.”

Em suma, segundo ele, o mundo será, de verdade, cauda longa e código aberto. A web terá de sacrificar o Google para sobreviver, porque o Google, além de ter comoditizado toda forma de contato, levou a tecnologia ao limite da comoditização, o que é insustentável, porque as pessoas não conseguem fazer dinheiro mais com o que desenvolvem. E, sendo as plataformas sociais apenas mais uma característica de todo negócio/site, ele crê que o futuro é o do “full contact” consumidor-empresa, pelo que entendi (e também entre consumidores e entre empresas, não?). Ou seja, o futuro ao engajamento pertence.

Sobre publicidade? Ele diz o seguinte: cada peça de propaganda será uma loja. Para quem ouviu isso antes, vale repisar para pensar a respeito.

Sobre nós, seres humanos? “Acho que a tecnologia finalmente vai nos dar as ferramentas para nos tornar independentes e nos pôr no controle.”

O McNamee diz outras coisas interessantes (por exemplo, reforça muito a Zynga, o que me fez pensar se investe nela; mas ele se diz acionista do Facebook e “diminui” o dito cujo, então…), então, eu sugiro enfaticamente que vocês assistam ao vídeo. São só 15 minutos e o inglês dele não é difícil de entender.

Pus a banda Monalice tocando depois do jump, ok? Read More

Tech magic

Imagino que já tenham visto algo parecido com iphones mas espero que esta mensagem tire a coisa do lugar comum. Infelizmente não encontrei este vídeo com legendas em português mas, …
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Fusca 2012 | “Think Small”

O vídeo aí de cima é uma recente comparação entre o Fusca clássico e uma nova versão do carro (a terceira geração). Provavelmente outra tentativa de modernizar o carro mais famoso do mundo. A locução explicativa é excelente, vale a pena (infelizmente não encontrei legenda).

A comparação entre os Fuscas, a recente homenagem a Bill Bernbach e conversas sobre a atuação e o papel da publicidade me fizeram dar uma nova olhada na famosa campanha da Volks lá do começo dos anos 60. Você deve conhecer.

A partir daqui o post não é mais sobre o vídeo.

Mesmo não me aprofundando muito no contexto histórico é fácil imaginar como os desafios, para o mercado automobilístico e para a propaganda, eram um pouquinho mais complexos do que hoje e como a simplicidade e a verdade ao promover um produto impactaram gerações.

Até hoje, alguns publicitários, morrem de orgulho ao dizer frases do tipo: “por coisas assim escolhi a profissão”. Uma pena serem os mesmos profissionais que, ao invés de tentar recuperar essa verdade, gastam mais tempo reclamando dos colegas de outros departamentos, falam mal de clientes (sendo que na verdade morrem de medo deles), criticam trabalhos alheios e escrevem posts com suas verdades absolutas (na maioria das vezes se apropriando de palavras alheias)…. se você é publicitário, não continue.

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Se você despreza o gerente que só corta custo, conheça a razão (e a solução)

“Quando herdou a empresa do pai, em 1944, Norberto Odebrecht pensou que tivesse herdado apenas dívidas. Esse pensamento perdurou até que ele conheceu seus mestres de obras, quase todos negros, muitos analfabetos, mas com extraordinária sabedoria prática, conquistada no contato com os problemas da realidade. Então, doutor Norberto entendeu que os mestres de obras eram o grande patrimônio do negócio e foi com eles que ergueu a construtora Odebrecht –dando–lhes cada vez mais atribuições, delegando-lhes responsabilidades, recompensando-os, apostando no ser humano. Assim nasceu a filosofia traduzida na emblemática sigla TEO, de Tecnologia Empresarial Odebrecht. Esse conjunto de fundamentos éticos, morais e conceituais estabelece as diretrizes de uma organização de empreendedores em que todo profissional sonha gerenciar contratos, porque sabe que, se passar a ter mais responsabilidade, também terá oportunidade de maior remuneração. É um local onde a preocupação em construir confiança é permanente e a parceria entre líderes e liderados leva muitos a ter 30 anos de casa ou mais, modelo de empresa mais próximo do japonês –de uma relação fiel– que do norte-americano, caracterizado por funcionários com pouco apego e grande mobilidade.

“Essa pequena história sobre Norberto Odebrecht ilustra à perfeição a hora da escolha que a gestão de empresas praticada no Brasil vive:

• De um lado, está o modelo de gestão brasileiro com que nos acostumamos como padrão ao longo de décadas. É o de gestor que prescinde de criatividade ou mesmo de formação mais sofisticada, pois usa como principais ferramentas o corte de custos e o de preços.

• De outro, aparece uma série de modelos e iniciativas de gestão de excelência, como o da Odebrecht, que priorizam pessoas, relacionamento e aprendizado. Foram se adaptando aos contextos desfavoráveis e aproveitando de maneiras produtivas características intrínsecas à cultura nacional, como a alta sociabilidade do brasileiro, a espiritualidade etc.

“Nosso modelo baseado em custos tem razões de ser. Deve-se não apenas a um sistema educacional que deixa a desejar (apenas 10% da sociedade brasileira é de pessoas formadas na universidade), mas também a fenômenos brasileiros particulares, tais como: a dependência de commodities, cujo desempenho varia ao sabor do mercado mais do que resulta de méritos; uma sociedade originária da “casa-grande e senzala”, marcada pela desconfiança, em que chefes não se importam com subordinados e vice-versa; um regime ditatorial duradouro que mostrou a desimportância relativa da participação das pessoas nas decisões a serem tomadas; um histórico de inflação galopante, que reforça o pensamento de curto prazo; uma economia por muito tempo fechada, em que erros gerenciais não tinham maior consequência porque não havia concorrentes suficientes.

“Quanto aos novos modelos, podem ser descritos, em boa parte dos casos, como adaptações “à moda verde-amarela” de receitas de gestão adotadas no exterior, no sentido que lhes foi conferido pelo escritor Oswald de Andrade em 1928, quando escreveu seu Manifesto Antropófago pregando a apropriação de ideias alheias e sua subsequente transformação. “Só me interessa o que não é meu. Lei do homem. Lei do antropófago”, disse Andrade, para, em seguida, posicionar-se “contra todos os importadores de consciência enlatada”. …. “Afinal, por que é preciso escolher entre os dois modelos de gestor? Talvez porque a economia brasileira não seja mais fechada e concorrentes novos surjam cada dia que passa. … algumas companhias começam a entender isso (como já entenderam a Odebrecht e suas afiliadas).”

Interessaram-se? Leiam A gestão não nasce brasileira, mas torna-se”, na íntegra; inclui os 10 elementos distintivos da gestão brasileira (que podem ser usados para o bem ou para o mal) e um timeline histórico. Estamos, de certo modo, começando a superar a maldição da Maria I (essa da ilustração acima) – lembram que aprendemos na escola que a louca (terá essa nossa rainha inspirado o Lewis Carroll?) proibiu a existência de fábricas no Brasil em plena Revolução Industrial? A HSM publicou uma revista inteira sobre o que estamos chamando de “Movimento Brasil” da gestão, que pode ser baixada em pdfs individuais neste site. Após o jump, algumas matérias que recomendo. Read More

IceDream francês, um guincho de iceberg e copos d’água na África

Quando era criança, eu tinha a ideia de resolver a seca e a sede na África puxando um iceberg da Antártida até lá e o derretendo. Só me faltava …
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Apple, a empresa mais valiosa dos EUA

By  •  trends & insights, TEC

É verdade que ser a empresa de maior valor desse paiseco AA+ não é o mesmo de quando os EUA eram aquela potência econômica do passado.

Mas o fato …
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3 lições

Ric Elias estava no assento 1D do vôo 1549 que pousou no Rio Hudson ha 2 anos. Ele aprendeu 3 coisas durante aquele episódio e gostaria de dividí-las conosco.

httpv://www.youtube.com/watch?v=iCVhUvQft-s

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