Experimente o mundo pelos olhos de uma pessoa com autismo

Carly's Cafe

Carly Fleischmann tem 17 anos, sofre de autismo e acabou de finalizar um projeto com seu pai (o presidente da agência canadense John St.) para atrair a atenção do mundo para a desordem. O produto final é um website que simula a sobrecarga sensorial de uma pessoa autista.

“Carly quis criar o site para explicar às pessoas o que ela realmente sente, todos os estímulos excessivos que acontecem em volta dela – de cheiros a sons, de visões a toques – e como eles colidem com sua habilidade de filtrar tudo isso e manter uma conversa normal.”

Um daqueles sites para visitar em tela cheia e com fones de ouvido (e um pouco de paciência para esperar o loading terminar).

Link: Carly’s Cafe


Fabricio Teixeiraé arquiteto de informação, mas acha que isso tem cura. Vive organizando coisas, nas horas vagas e nas pagas.

Símbolos para a curadoria de conteúdo

Fiz, recentemente, um post sobre curadoria de conteúdo. No mesmo dia recebi um link com uma matéria, do Estadão, sobre a sugestão de Maria Popova (Brain Pickings) para a criação de símbolos que dariam créditos ao trabalho desses curadores (obrigado, Fabi).

A ideia é , caso você compartilhe o conteúdo de um site, utilizar um desses símbolos para creditar à fonte, como um copyright (alguém usa o símbolo de copyright?). Será que pega?

Popova diz que descobrir uma informação é uma forma de trabalho intelectual e que curadoria de conteúdo é, também, uma forma de criação. Para ela, não creditar a curadoria, é uma forma de roubar o trabalho e o tempo alheio. Concordo bastante com isso, mas entendo que a dinâmica atual não é assim.

Por essas, e outras, defende a criação do código do curador (site interessante).

A sugestão é o uso de dois símbolos:

01. o “via” (usado para creditar um conteúdo repostado exatamente como o original):

02. o outro um “hat tip”: um repost com alguma alteração (ou mesmo algo que serviu de inspiração) – ou uma esticada no símbolo do Prince:

 

Os símbolos foram sugeridos durante o SxSW, mas não acho que vão funcionar não. Você acha?

Defendo sempre a boa curadoria de conteúdo com uma boa dose de pitada de opinião própria (própria = sua). O mais importante é sua rede ser confiável e ter credibilidade.

Em uma segunda olhada até acho bacana os símbolos, mas tenho realmente dúvidas. Hoje em dia parece mais importante sair na frente, ser o primeiro a compartilhar (profundidade, seriedade, pesquisa e o paralelo com outros assuntos não importa muito, falta nexo). Acho também, posso estar errado claro, que a maioria não faria questão de creditar o conteúdo à origem. Eu mesmo já vi vários posts meus copiados inteiros (até com os errinhos de português) em sites e blogs considerados grandes (de webcelebrities e etc…), mas sempre entendo como uma homenagem ao UoD!

Esse é um post  do LINK do Estadão

(é assim que tem que fazer?)


Gustavo GiglioPublicitário. Sócio do UoD. Responsável pelo mkt, novos negócios e projetos. É da música e da Guinness.

Dreams & Reality

Não tenho muito o que falar.
Passei 8 meses ajudando crianças no Hospital A. C. Camargo, onde perdi minha melhor amiga de 8 anos.
Fundamos o Instituto ALGUEM para ajudar outras crianças.
Descobri estar com câncer em outubro passado.

Tudo o que queremos, crianças ou adultos, é continuar crescendo :)


Simone MozzilliMorena, alta, bonita e sensual. Talvez eu seja a solução dos seus problemas.

A evolução da Lua | NASA

Lindo vídeo da NASA contando a história e mostrando a evolução da Lua. Sofreu a coitadinha, hein?


Gustavo GiglioPublicitário. Sócio do UoD. Responsável pelo mkt, novos negócios e projetos. É da música e da Guinness.

A arte segundo a irmã Corita Kent

Corita Kent

“A work of art makes you alert to what you haven’t noticed in the ordinary things, so that the distinction narrows between what is ordinary and what is extraordinary.”

Sister Corita Kent trabalhou quase exclusivamente com serigrafia, ajudando a estabelecê-la como arte. Sua obra, com suas mensagens de amor e paz, foi particularmente popular durante as revoltas sociais nos Estados Unidos durante os anos 1960 e 1970.

via @geofreitas

Fabricio Teixeiraé arquiteto de informação, mas acha que isso tem cura. Vive organizando coisas, nas horas vagas e nas pagas.

Anonymous x Neonazi

O Anonymous tem um novo foco: os Neonazistas. O grupo lançou a operação Blitzkrieg (algo como “blitz surpresa”) em que dados são hackeados de grupos neonazitas e de extrema direita (incluindo o PDN – Partido Democrático Nacional) e publicados em um wiki, o Nazi-leaks.net.

O neonazismo tem sido discussão permanente na mídia na Alemanha nos últimos meses, especialmente após a descoberta de que um grupo neonazista denominado NSU (National Socialist Underground) aparentemente matou pelo menos 10 pessoas nos últimos anos. O caso assustou a Alemanha e a suspeita de que o Partido Democrático Nacional tivesse ligações com este grupo gerou a discussão se o partido deveria ser banido ou não.

Aqui, a mensagem do Anonymous para os neonazi.


Bila Amorimé estrategista digital, mãe, adora literatura e a mente. Tenta ser budista e ainda acredita no rocknroll.

Pacman Frog

Tá bom, a qualidade das telinhas está cada vez melhor mesmo, essa aí tem até sabor pelo jeitão. Mas o que eu penso é: Pra que tem um sapo em cima da mesa? Vai bobão, sacaneia o bicho.


Gustavo GiglioPublicitário. Sócio do UoD. Responsável pelo mkt, novos negócios e projetos. É da música e da Guinness.

Tédio. Esse é o seu drama?

Eu me lembro bem das tardes de tédio que me assolavam na adolescência (e vejo o mesmo acontecendo aqui em casa de vez em quando). Era péssimo. Não tinha a quem recorrer quando acabavam as ideias de coisas diferentes a fazer. E a gente acabava fazendo as coisas de sempre.

Pelo jeito o mesmo acontecia com o pessoal de novos produtos do Google. Está em versão Beta o Schemer, que pretende ser um baú de coisas legais para se fazer, dependendo de onde você esteja, claro. Olha só:

Por enquanto, o que nos resta é ficar no tédio porque é preciso receber convite para entrar e está rodando só nos steits.


Bila Amorimé estrategista digital, mãe, adora literatura e a mente. Tenta ser budista e ainda acredita no rocknroll.

Carregador veicular: suas pernas

A bike é linda. E, de sobra, carrega seus dispositivos mobile enquanto você pedala.

Parabéns para a fabricante alemã Silverback.


Bila Amorimé estrategista digital, mãe, adora literatura e a mente. Tenta ser budista e ainda acredita no rocknroll.

Esta merda tem de acabar

Lindo este vídeo produzido pelo Zeitgeist Movement, com o próprio Jacque Fresco de personagem (criador do Projeto Vênus, citado no documentário Zeitgeist).


Bila Amorimé estrategista digital, mãe, adora literatura e a mente. Tenta ser budista e ainda acredita no rocknroll.


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