O dia da mudança, no Japão

Vai se mudar? Se estiver no Japão, saia pela porta do seu apartamento antigo, passe o dia passeando e depois vá direto para sua casa nova, sem precisar empacotar nem um pires.

Wagner BrennerProfissional de criação e fundador do Update or Die.

Canyon Cliff Jump: Insano

Eu tentei escrever um post sobre adrenalina, sobre a capacidade e a vontade de fazer algo assim, sobre coragem, sobre a beleza do vídeo, a produção, a captação, a edição, o lugar e etc… mas não consegui, não! Dá uma olhada no vídeo e tire suas conclusões. Se segura…

Gustavo GiglioPublicitário. Sócio do UoD. Responsável pelo mkt, novos negócios e projetos. É da música e da Guinness.

End 7

Este não vai ser o “vídeo engraçadinho do dia”. Mas vai ficar pregado na sua cabeça por um tempo. End 7 tem uma meta ambiciosa. E você pode fazer parte da solução. Não vou contar o que é. Assista (até o fim se conseguir) depois passe por aqui, colabore e compartilhe.

NetoIf your children ever find out how lame you really are, they'll murder you in your sleep. - Frank Zappa

Pra você voltar a ter esperança na humanidade.

Se este vídeo não emocionar este seu coração de metal, eu desisto. via @ricardochester.

 

 

NetoIf your children ever find out how lame you really are, they'll murder you in your sleep. - Frank Zappa

Finja

Fake it till you make it. Ou, uma mentira bem contada vira verdade.

Wagner BrennerProfissional de criação e fundador do Update or Die.

Citroën C4: Shark

Confiram abaixo o comercial da Agence H para a Citroën para comunicar o sensor com pisca para alertar sobre coisas no ponto cego do espelho retrovisor. A produção é da Les Télécréateurs com direção de Peter Thwaites.

Paula Rizzoé publicitária, mãe, curiosa e usa boa parte da sua energia fazendo a curadoria de inovação e inspirando gente na c

Retrato falado. E foi o DNA quem falou.

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Depois que as impressoras ganharam seu terceiro “D”, ganhamos um zilhão de possibilidades de uso, algumas bem bizarras. Podemos imprimir de Toy Art a órgãos humanos, de ferramentas a armas, de peças industriais a edifícios inteiros. Mas imprimir pessoas realmente estava fora de cogitação para meu modesto cérebro 2D. É exatamente essa incrível possibilidade que o projeto Stranger Visions, trabalho da artista americana, Heather Dewey-Hagborg, trouxe à tona. Ela recolheu fios de cabelo e bitucas de cigarros anonimamente em ruas de Nova Iorque. Depois, desenvolveu um software que reúne várias outras tecnologias e bancos de dados de fenótipos forenses. O resultado? Máscaras detalhadas em 3D dos possíveis proprietários dessas amostras. Claro que as imagens não são exatas, mas trazem características importantíssimas como tipo e cor dos cabelos, olhos, pele e dentes. Na verdade é um esteriótipo, um genérico aproximado desses indivíduos. A discussão que se levantou é com relação a nossa quase extinta privacidade ou a possibilidade de se realizar um update monstro nos retratos falados. Ou melhor, retratos impressos por um DNA com uma certa veia artística.

Marcos TeixeiraSou publicitário, redator, músico, trabalhei no CET, já me apresentei no Superpop e tive amigo anão.

Jameson: Iron Horse

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Confiram abaixo a mais nova execução da campanha de Jameson criada pela TBWA\Chiat\Day NY. A produção é da Skunk com direção de John Hillcoat.

Paula Rizzoé publicitária, mãe, curiosa e usa boa parte da sua energia fazendo a curadoria de inovação e inspirando gente na c

Pinterest Update or Die!

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Seguindo com a nossa filosofia de estar presentes nas plataformas mais interessantes, mas sempre com pertinência, estamos lançando o Pinterest do Update or Die!
Uma tonelada de referências para irmos acumulando daqui para frente.

Estamos começando com 25 boards: fotografias, ilustrações, design gráfico, tipografia, embalagens, décadas de 50 e 60, história, citações, capas, música, computação gráfica, cartazes, anatomia, tatuagens, action figures, infográficos, objetos, rebrandings, retrofuture, histórias em quadrinhos, retro TV, Zappa, livros, coisas do UoD e coisas do Danger! UoD.

Para cada um desses boards, iremos convidar updaters e apaixonados por cada tema.
Se você é um deles e quiser participar desse bauzão de coisas legais, envie um email para mim dizendo qual board é sua obsessão e quem sabe você participa no recheio junto com a gente.

Para quem quiser apenas conhecer e consultar de vez enquando, o link é pinterest.com/updateordie/

 

Wagner BrennerProfissional de criação e fundador do Update or Die.

The Gambler’s Fallacy e os Deprimidos

Faz tempo que tenho vontade de escrever esse post.

É um post só para ficar aqui, registrado.
Por favor, não quero de forma alguma polemizar ou sugerir que exista um “gabarito de ser humano”, coisa que seria nefasto senão fascista.
Mas é algo que li há algum tempo e queria compartilhar aqui.
Começa com um experimento primário, esse aí do vídeo (The Gambler’s Fallacy):
Digamos que eu jogue uma moeda pra cima e caia cara. Jogo de novo e da cara de novo. Mais uma vez? Outra vez, cara. Muito bem, aí jogo a moeda pra cima pela quarta vez.
O que você acha que vai dar?
A chance é maior de dar cara ou coroa?
Talvez você não saiba, mas esse experimento simples, divide o mundo em dois tipos de pessoa.
Boa parte, da a resposta correta. Ou “correta”, assim entre aspas. A resposta matemática, a racional: a de que a chance de dar cara é a mesma de dar coroa. 50% para cada.
Por que?
Porque a moeda não “grava” o que aconteceu nas vezes anteriores.
Se você lançar a moeda infinitas vezes para o alto e registrar os resultados, chegara a uma relação de 50/50. Mas isso não quer dizer que lançando meia dúzia de vezes e obtendo um mesmo resultado, aumenta a chance do próximo ser um resultado diferente.
Você pode discutir, pode falar em centro de gravidade…pode dizer que a moeda deve ter um bias  qualquer para da cara. Ou você pode usar a lógica do acidente de avião, conhece? Aquela lógica que diz que para cada avião que aterriza sem acidentes, aumenta um pouquinho a chance do próximo cair. Então, depois de 3 vezes cara, agora é maior a chance de dar coroa.
Você pode espernear, mas pergunte a qualquer matemático e você vai ver que a chance, na real, é de 50% para cara, 50% para coroa.
Porque o mundo dos eventos randômicos é assim.
Pois bem.
Andrew Solomon, no clássico livro sobre depressão O demônio do meio-dia, vai um pouco além com esse experimento.
Segundo ele, se você colocar numa sala um grupo de pacientes sofrendo de depressão e na sala ao lado um grupo de pacientes “normais” e repetir o experimento que descrevi acima, a tendência (eu disse TENDÊNCIA) é que os “normais” tentem encontrar motivos lógicos para justificar sua resposta diferente de 50%.
Enquanto isso, a tendência entre os deprimidos é um maior número de conclusões iguais a 50%.
Isso significa que deprimidos são melhores em estatística?
Não.
Isso significa que os deprimidos são mais pragmáticos, arrisco dizer mais céticos, ou mais descrentes do que os indivíduos normais.
Os normais vêm de fábrica com o chip da descoberta, aquele que faz a gente correr atrás de explicações, do novo, da descoberta.
Enquanto os deprimidos tem um óculos cinza para ver o mundo, os normais tem um óculos cor de rosa, que procura relações e associações até onde não existe nada além de caos.
Pense nisso.
Ou não.
NetoIf your children ever find out how lame you really are, they'll murder you in your sleep. - Frank Zappa


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