Como parte da estratégia de apresentar novas maneiras de consumir Hellmann’s, a Ogilvy Brasil desenvolveu uma ação bem interessante em parceria com o supermercado St. Marché, em São Paulo. Todos os consumidores que compram Hellmann’s no local recebem, na nota fiscal do caixa, [...]
(por Isaac Asimov) Quando eu estava no exército, fiz um teste de aptidão, solicitado a todos os soldados, e consegui 160 pontos. A média era 100. Ninguém na base tinha visto uma nota dessas e durante duas horas eu fui o assunto principal. (Não significou nada – no dia seguinte eu [...]
Volta e meia aparece por aí um artigo, uma exposição ou um livro sobre os famosos retratos-pintados (não confundir com os retratos-falados) muito populares do nordeste brasileiro desde o século 19. Os ambulantes circulavam por pequenas cidades e tiravam uma fotinho PB de seus clientes. [...]
por rvillas em Wednesday, May 9, 2012 · 2,540 views
Se você tem um mac, e não consegue mais fazer transação alguma pelo internet banking do itaú – por causa do guardião – não se desespere.
Aparentemente isso tem a ver com a atualização do java no mac, e pra resolver basta seguir os seguintes passos (essa dica não é minha, peguei do site dotmac):
Para conseguir realizar a instalação do Guardião Itau no Mac, basta seguir os passos abaixo:
Clique no Spotlight (ícone lupa) localizado no lado direito do menu superior (finder).
Digite: Java Preferences (Preferências Java) e pressione enter.
Selecione a opção “Enable applet plug-in and Web Start Applications” (Ativar o plug-in do applet e os aplicativos Web Start)
Pronto. Agora basta acessar o site do Itau e instalar o Guardião.
Procedimento testado no OSX Lion 10.7 com navegadores Safari e Firefox.
Depois disso, sempre que o guardião for acionado, você provavelmente vai ver uma janela de segurança do mac pedindo autorização pra rodar o applet (guardião) – é só aceitar, e tudo volta ao normal.
Update: Pra quem estiver preocupado com segurança, as informações sobre este update do java no mac estão aqui: http://support.apple.com/kb/DL1515 - você pode ligar e desligar essa preferência sempre que for usar o internet banking do itaú.
por Gustavo Giglio em Wednesday, May 9, 2012 · 2,390 views
Linda homenagem da Coca-Cola para as mamães mais lembradas do Brasil-sil-sil! E ainda convida os torcedores a comparecerem aos estádios com cartazes.
Em tempo, viram que as nossas meninas do Plush Blush (o canal feminio do UoD) estão com um novo projeto editorial especial? Desta vez com posts especiais sobre mães. Vale a leitura.
Gustavo GiglioPublicitário. Sócio do UoD. Responsável pelo mkt, novos negócios e projetos. É da música e da Guinness.
por Wagner Brenner em Wednesday, May 9, 2012 · 1,436 views
Se o Batman existisse na década de 20, essa seria a sua máscara/capacete.
A criação é do excelente estúdio ucraniano Bob Basset, especializado em figurinos e fantasias, e que trabalha com materiais como o couro, pedras, metais e resinas (basicamente, um CG da vida real). Fazem muito steampunk, adoram máscaras de gás.
O Batman é de 1939, mas o climão de suspense noir e suas orelhas pontudas avantajadas dos primeiros anos (mais legal que o Batman bombadão e anabolizado de hoje em dia, na minha opinião) tem mesmo tudo a ver com o cinema mudo da década de 20.
Abaixo, outras máscaras do Bob Basset. No site tem muito mais, vale a pena conferir.
Wagner BrennerProfissional de criação e fundador do Update or Die.
por Paula Rizzo em Wednesday, May 9, 2012 · 1,488 views
Muito bom este comercial da DirecTV na Argentina. A criação é da Y&R, a produção da Argentinacine e a direção de Augusto Gimenez Zapiola e Santiago Mitre.
Paula Rizzoé publicitária, mãe, curiosa e usa boa parte da sua energia fazendo a curadoria de inovação e inspirando
Já falei deste coletivo de DJs, baseado na Alemanha, aqui. Jazzanova – Like a band, é um documentário que já foi filmado e está em fase de pós produção. São 3 anos de filmagem de tournes, shows, que ilustram como a banda chegou até aqui depois de 15 anos de estrada. Os diretores definem o filme como “a ilustração da banda simbolo de uma geração de pessoas que querem viver seus sonhos.”
Os diretores precisam de 70000 euros para acabar com o projeto, e estão contanto com a contribuição das pessoas. No site oficial do filme você pode bancar uma fatia do orçamento e fazer parte disso. Aqui os diretores explicam como tudo vai acontecer, e já mostram algumas cenas do filme.
George Câmara Lopesé médico residente do HC-SP e entre um plantão e outro curte música, filmes e tecnologia. Está aqui pra p
por Wagner Brenner em Tuesday, May 8, 2012 · 4,770 views
Quem está acompanhando o ATP Mutua Madrid Open, já conferiu a polêmica novidade: o saibro azul.
“La pista azul de Madrid”.
Para quem não sabe, uma quadra de saibro é aquela com um pozinho avermelhado, feito basicamente de pó de tijolo.
É o tipo de quadra de tênis mais comum, principalmente na europa e aqui pela américa latina.
Só que agora inventaram uma versão azul.
Inventaram não, inventou. Quem está por trás dessa novidade é o bilionário e ex-jogador Ion Tiriac, que resolveu chamar a atenção do mundo para seu torneio. E conseguiu.
O motivo do saibro azul é seguir a bolinha, que é amarela, mais facilmente.
Tanto para jogadores, como para o público presente e, principalmente para os telespectadores.
O estudo foi encomendado a uma empresa especializada, mas podiam ter economizado essa grana já que qualquer um que trabalhe com cor sabe que existe sempre uma oposta, em termos de contraste.
Ou seja, ou mudava a cor da bolinha ou da quadra. Se a bolinha não muda e é amarela, o melhor contraste possível é o azul.
Basta abrir uma imagem de quadra no Photoshop e brincar com o slider de Hue, para descobrir quais seriam as possibilidades de contraste entre bolinha e quadra.
Tanto é que as quadras “duras” já experimentaram também algumas cores (até roxo) e muitas são azuis mesmo. O que não tinham pensado ainda era um saibro azul.
E não é um processo fácil: é preciso descolorir o pó, deixar branco e tingir de azul. E quem comandou esse processo foi Gaston Cloup, reponsável pelo saibro mais famoso do mundo: o de Roland Garros (aliás, saibro azul, com umas placas vermelhas no quadra seriam perfeitas para a França, quem sabe um dia).
Outro motivo bastante relevante mais velado é que o azul é a cor do patrocinador oficial do torneio.
Os jogadores, claro, já reclamaram da quadra Smurf (aqui, 10 depoimentos)
Nadal, que é espanhol e é considerado o rei do saibro, já meteu a boca e disse que a cor vai contra o tradicionalismo das quadras (como se usar aquele bermudão colorido até a canela e cutucar o fiofó a cada 2 minutos fosse muito tradicional. Mas o Nadal pode, joga muito).
Reclamaram também que a bola quica pouco (mas certamente mais que em Wimbledon, onde as quadras são de grama), que escorrega mais (o que seria um problema mais na hora da arrancada do que na aproximação com a bola, mas não tenho vi ainda muito jogador chegando atrasado nas bolas não. Lesões são um risco, mas no saibro sempre são) e que o jogo ficou mais rápido (provavelmente mais por conta da altitude do que pela quadra).
Pessoalmente achei uma jogada de mestre.
Ion Tiriac conseguiu arrumar a combinação perfeita para contentar aos que assistem (uma questão importantíssima para o futuro do esporte – assistir tênis pela TV requer esforço), aos que patrocinam e ainda está gerando o maior buzz. Tanto é que, tirando mesmo os jogadores, todos estão elogiando.
Outra jogada de mestre de Ion Tiriac foi contratar modelos profissionais como pegadoras de bolas.
Engraçado lembrar como o Corinthians foi super criticado semanas atrás quando propôs ao Comitê da Copa que o gramado de seu novo estádio fosse preto. Todo mundo meteu o pau, falaram que isso era porque corintiano só tinha TV preto e branco mesmo, etc.
Eu acho que poderia ter sido genial.
Há muitos anos os americanos dão umas tunadas em suas quadras de basquete e de seus campos de futebol americano, com logos estourados e coloridos. Tudo isso contribui para a modernização do esporte e devia ser considerado de uma maneira mais séria.
Quadras e campos não deixam de ser interfaces, onde são realizadas partidas que serão apenas jogadas mas assistidas, como acontece nos video-games.
Deveriam usar profissionais de interface na vida real também.
No caso da grama preta, todas as matérias que li, sem excessão, diziam que o Corinthians não queria o gramado verde por causa do Palmeiras, e essa maneira de expor a ideia foi a coisa mais estúpida que poderiam ter feito. Poderia ter sido um case mundial.
Wagner BrennerProfissional de criação e fundador do Update or Die.
por Rafael Losso em Tuesday, May 8, 2012 · 1,456 views
Até pouco tempo, a Fan Art esteve quase unicamente associada à cultura pop oriental. As rígidas políticas ocidentais de proteção à propriedade intelectual, marcas e patentes fez com que durante muito tempo grandes ícones pop tivessem seu raio de ação limitado aos meios oficiais, com permissões especiais à esfera das paródias não comerciais. Com algumas excessões como no caso de Star Wars ou Star Trek, homenagens à séries conhecidas ficavam restritas às comunidades subterrâneas, e raramente chegavam à luz do dia.
Graças às redes sociais baseadas em publicação de imagens como o deviantART ou o Tumblr as recriações de universos e personagens por fãs tomou rapidamente uma escala de movimento.
Pôsteres de filmes clássicos, cenas e episódios 100% novos, relacionamentos inventados, mash ups e até mesmo personagens novos são introduzidos em milhares de linhas narrativas paralelas.
A matéria da PBS abaixo entrevista alguns dos artistas envolvidos nessa forma de arte digital nascida no território que o CISPA, o SOPA, o OPEN, ou o ACTA sonham dominar.
Vale notar como o Brasil é escasso em matéria de Fan Art. Será que o conteúdo produzido pelo nosso mainstream não vem inspirando nossa comunidade online?
por Wagner Brenner em Tuesday, May 8, 2012 · 4,264 views
Engraçado como certas coisas são como são, simplesmente porque acreditamos que sempre foram assim.
O tempo que a gente passa acordado e dormindo, por exemplo.
O padrão “ideal” é assim:
São 16 horas acordado, 8 horas dormindo.
Mas quem falou isso?
Quando você nasceu, seus pais já dividiam o dia desse jeito e o resto do mundo também e você cresceu achando que assim é que se faz, se é que algum dia parou para pensar nisso.
Pois saiba que essa história de noite saudável de 8 horas seguidas de sono tem só uns 380 anos. E tem muito mais a ver com herança cultural do que com algum ciclo biológico.
O avô do seu avô dormia diferente. E todos os que viveram antes dele também.
Durante 99% da nossa história nesse planeta, as pessoas iam dormir quando o sol ia dormir.
Só os mais ricos e poderosos conseguiam manter algum tipo de iluminação artificial por algum tempo, com tochas e depois velas ou lampiões. A noite era longa e as pessoas dormiam cedo. Muito cedo.
E por incrível que pareça (eu nunca tinha ouvido falar nisso até agora), uma noite de sono tinha um intervalo bem no meio.
Sim, as pessoas dormiam em duas etapas.
A noite começava as 9 e lá pela meia-noite rolava um intervalo muito interessante de umas 2 ou 3 horas, em que as pessoas ficavam meio acordadas, meio dormindo.
Aproveitavam esse momento meio em “estado-alpha”, meio zumbizinho, para meditar ou rezar, para conversar com a família ou para fazer sexo.
Segundo o historiador Roger Ekirch (professor do Departamento de História da Virginia Tech e autor do livro “At Day’s Close: Night in Times Past”), registros desse sono segmentado podem ser encontrados em obras tão antigas quanto o velho-testamento, a Odisséia de Homero, Dom Quixote entre outros.
E na década de 90, o psiquiatra Thomas Wehr, conduziu um estudo com um grupo de pessoas que ficavam 14 horas no escuro todos os dias e que acabaram adotando esse mesmo padrão bi-fásico em pouco menos de um mês, sem saber que algum dia foi assim.
Depois de ler sobre isso nesse artigo da BBC, ando reparando nos hábitos noturnos dos meus cachorros (uau, que investigação científica, hein?) e realmente acho que eles não dão essa esticadona de muitas horas de sono, eles acordam durante a noite.
Ou seja, aquela insôniazinha que conhecemos tão bem, pode não ser de todo má. Talvez apenas seu relógio biológico se manifestando e não necessariamente um problema.
Foi só depois de 1630, com a industrialização e a difusão da iluminação elétrica que o homem espichou o dia e compactou a noite de sono numa tacada só. Foi apenas nessa época que “conquistamos a noite” e mudamos nosso padrão, inclusive os horários das refeições (que à propósito, não precisam ser apenas 3x ao dia).
Puxa, quantas coisas que a gente acha que sempre foram do mesmo jeito e nem pára para pensar que podem ser diferentes. O sono e as refeições são apenas alguns exemplos de padrões que sequer questionamos. Mas já tem um monte de gente testando sonos polifásicos e dietas com alimentação mais frequentes.
Fora que essa história de dormir duas vezes é genial e chega a dar uma certa inveja. Hoje em dia sabemos que a primeira metade da noite de sono é mais profunda e a segunda mais cheia de sonhos (REM), o que deixa o sono segmentado ainda mais charmoso.
Fica assim:
Primeiro apaga fundo e se recupera do dia, depois dá uma meia-acordada, pensa na vida, papeia, namora e depois volta pro sono… para sonhar até de manhã.
Precisamos voltar com esse recreio da madrugada. Desencana da novela, vai dormir cedo e acorda no meio da noite para fazer alguma coisa mais bacaninha.
Wagner BrennerProfissional de criação e fundador do Update or Die.
por Paula Rizzo em Tuesday, May 8, 2012 · 1,817 views
A agência 1861United criou uma ação diferenciada para a varejista de mobiliário IKEA no Salone Internazionale del Mobile de Milão (uma das mais importantes expos de mobiliário de design do mundo) transformando uma experiência considerada por todos ‘das piores’(usar banheiro químico) em algo muito especial. Confiram:
Paula Rizzoé publicitária, mãe, curiosa e usa boa parte da sua energia fazendo a curadoria de inovação e inspirando
por Wagner Brenner em Tuesday, May 8, 2012 · 1,339 views
Essa é para você, que não está conseguindo dormir.
Ane Brun é uma norueguesa de voz hipnótica. Acima, tocando sem filtro, em uma biblioteca infantil no Reykjavik’s Nordic House. Mas poderia ser em qualquer concerto, no meio da noite.
Incrível o que faz com pouquíssimas notas. E letras.
A música é Lullaby for Grown Ups’ e faz parte do álbum ”Changing of the Seasons “, de 2008.
Go to sleep
with closed eyes
your prophecies
won’t be fulfilled tonight
when you think
of falling skies
remember there are a million ways to die
don’t be afraid
anymore
don’t wear your inside out
to keep you warm
so rest your head
it’s just as well
you can’t keep the sky from falling
anyway
Wagner BrennerProfissional de criação e fundador do Update or Die.
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