Os smartwatches já são realidade que parece vindas de ficção científica, como o Gustavo bem lembrou aqui. Acessório vedete entre os early adopters, agora ganha um potencial rival: o Smarty Ring. É, isto mesmo, um anel inteligente que possui muitas das funcionalidades dos relógios inteligentes. Comentei aqui sobre o lançamento de um destes dispositivos e, ao que parece, as empresas tem investido muito no desenvolvimento de wearables.

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É muito interessante ver o esforço de grandes empresas a startups para fazer parte desta revolução tecnológica. O que me intriga é o conceito: entendo que seja uma nova forma de lidar/se relacionar com o gadget. O Google Glass tem potencial para ser um dos carros chefes destas inovações entre os wearables – aliás, continuo esperando, ansiosamente, por seu lançamento. No entanto, o resto, parece que bate ~na trave~…

Por isto, espero que surjam cada vez mais projetos de wearables, pois existe espaço e demanda por gadgets que façam a diferença em nossas vidas.

Via

Falei recentemente aqui sobre o lançamento de mais dois smartwatches. Agora, é a primeira vez que falo ou penso em um relógio que, além de mostrar as horas, faz contagem regressiva para a sua morte.

É o Tikker.

O “pulo do gato”, segundo o projeto, é, ao saber que os segundos, minutos, horas, dias, anos… estão indo embora, você tende a querer viver de forma mais plena e intensa. Temática já abordada no ~sensacional~ filme Antes de Partir, onde foi discutido/pensado o que você ou eu faríamos se precisássemos lidar com um prazo conhecido para o fim da vida. Para muito pode sim ser, de certa forma, libertador. Para outros não.

O ponto aqui é que sou um pouco cética em relação a gadgets que prometem mudar sua vida. Se, até hoje, você viveu de uma certa forma, não consigo entender como um relógio no pulso pode ser o responsável por uma tomada de decisão de buscar sua felicidade, de ser bom com o próximo ou de viver o famoso carpe diem.

Sabe aquela história de tentar mostrar um vídeo para alguém no seu iPad e o som sair baixo? Eu sempre tento fazer uma conchinha com a mão pra dar uma reforçada no áudio. Acredito ser uma reação automática de muitos na tentativa, nem sempre bem sucedida, de amplificar o áudio do iPad.

Talvez este gesto tenha sido também um dos insights para o pessoal da Nonlinear Studio criar o Amplifiear. Uma capinha de plástico que você pendura no seu iPad para aumentar o volume do áudio fraquinho que sai do seu gadget. Simples, prático e portátil. Se for barato então, aí vai vender como água. =)

Criada pela Gearbox, o Smartball é um divertido dispositivo geek que permite controlar uma bolinha real por meio de toques na tela de um celular.

A empresa pretende criar aplicativos  que permitem inúmeras possibilidades: desde lutar sumô contra um adversário marcando toda pontuação no aplicativo até jogar golfe como no Wii só que com a bolinha de verdade andando por aí.

O API do brinquedo será deixado aberto para que desenvolvedores criem seus próprios jogos e aplicativos.

Aqui você conhece o blog da companhia.

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A impressora de fachadas é uma espécie de robô conectado a uma arma de paintball.  O usuário insere um arquivo em formato SVG que é lido por um software de impressão. O software traduz os dados e envia o sinal para a arma disparar as bolinhas de tinta. O dispositivo também conta com uma funcionalidade de preview por meio de uma câmera embutida.

A capacidade de tiro da máquina é de 12 metros e a altura máxima de impressão é de 8 metros. A frequência de tiro é de 5 por segundo e cada bolinha chega a atingir a velocidade de 200km/h.

A idéia é bem legal mas os resultados ainda são medianos. Quem sabe no futuro os idealizadores consigam evoluir o aparelho?

No site oficial você conhece um pouco mais da impressora e pode ver a galeria de fotos.

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