Mountain Dew já vem investindo há algum temo no público ávido por esportes radicais. Mas como ser uma marca única em meio a tantas outras que já têm iniciativas tão conhecidas?

Bem, a ideia foi ir onde ninguém jamais foi: usar a própria embalagem para facilitar a vida do skatista. Como? Transformando as tampas em chaves para os parafusos das rodinhas.

A ideia é simples e parece realmente efetiva, mas quanto de pressão será que a garrafa aguenta (e quanta gente não vai ficar frustrada quando descobrir isso)?

A criação é da Sancho BBDO, de Bogotá.

Em nova campanha, Vans aposta em retratar o que tem de mais interessante: seu público. Não aquela galera que anda com o tênis só por que tá na moda, mas quem vive “off the wall”, fora dos padrões que a gente teima em chamar de “comum”.

São punks, skatistas, músicos, tatuadores, góticos latinos no meio de Los Angeles, empreendedores criativos, fanáticos por motocicletas antigas, russos estranhões ou bastante sensíveis… Toda essa gente que, de alguma maneira, nos fascina, seja pela estranheza, pelo estilo de vida, ou até mesmo pela incrível proximidade que temos com elas.

Tudo está disponível no super bem feito site, bem como no canal do Youtube, no Vimeo de Vans e também em seu app, o Off The Wall TV. No site, os usuários também podem ser “documentaristas” de seu próprio estilo de vida, colocando a tag #livingoffthewall em fotos no Instagram e no Twitter. As melhores fotos são selecionadas e vão para o site.

Os mini-documentários (nenhum passa de 6min) são dirigidos por gente de peso, como Angela Boatwright e Patrick O’Dell, ambos colaboradores da VICE. É interessante notar também que muitos dos vídeos mostram algumas opiniões bem fortes de alguns dos documentados, bem como cenas de sua vida no dia a dia, contraste interessante que dá um ar de honestidade à eles.

Alguns dos mais legais (é difícil escolher!):

 

skate-cabulConhece as meninas skatistas de Cabul? A ONG Skateistan, criada por dois atletas australianos no Afeganistão, é uma escola que ensina mais do que manobras radicais: educa, qualifica e tenta levar esperança a muitos jovens do País, devastado pelas guerras.

Confira o vídeo:

A CM.Labs, braço de experimentações da Chaotic Moon, desenvolveu um skate motorizado que pode ser controlado só com a força do pensamento. O Board of Awesomeness decodifica os sinais do seu cérebro e conduz o skate para a direção que você deseja ir. Também dá pra aumentar ou reduzir a velocidade, bem como decidir a hora de parar:

Além da diversão de andar em um skate assim, é interessante pensar que em breve esta tecnologia pode ser melhorada e adaptada para outras plataformas  e sistemas, e ter várias outras aplicações. E, ainda que com propósitos diferentes, isso também me lembrou das pesquisas do neurocientista Miguel Nicolelis sobre a interface cérebro-máquina. Ok, aí fiz correlações demais, né? :)

via PSFK.

Acho que o sonho de todo fanático por esporte é poder pratica-lo todos os dias. Lembro que enquanto tentava aprender a andar de skate (tentativa nunca bem sucedida) era expressamente proibido entrar com o skate dentro de casa. Tacos ficariam marcados e o vizinho reclamaria, eram essas as justificativas.

E então você cresce, ganha dinheiro e encontra um amigo arquiteto pronto para projetar sua casa e realizar seu sonho de criança. O briefing? Tentar unir o conceito de uma casa com a possibilidade de andar de skate dentro dela.

O resultado é isso. Uma casa em forma de pista ou uma pista onde você pode morar.

Dica foi do Edu Han.

O design que mais me chama atenção é aquele que repensa o já existente, e o studio do designer Mike Simonian tem um certo talento para isso. Em parceria com Pieter Schouten, Mike desenhou o Flowlab Skateboard, um skate com 14 rodas que alcança inclinação de até 45 graus, oferecendo a fluidez e a sensação real de andar de snowboard ou surfar em pleno asfalto. Para os early adopters também dos esportes radicais, custa em média U$ 80,00 no site da Sport Technology. Via