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Repórteres sem Fronteiras – Quando eu crescer, quero ser morto a tiros

Correspondência de Guerra não é um trabalho fácil; muitas vezes nem mesmo gratificante. Mas alguém tem que fazê-lo.

Alguém tem que ter a coragem de ir a campo enfrentar às vezes ambos os lados que estão em guerra para poder retratar e documentar as atrocidades cometidas.

É a única maneira do resto do mundo ter consciência do que está realmente acontecendo e também de aprendermos para não repetirmos os erros (essa última parte parece não funcionar tão bem assim…).

O Repórteres Sem Fronteiras é uma das organizações mais conceituadas nessa difícil atividade e, dadas as dificuldades da carreira, que criança será que gostaria de segui-lá?


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Escrito por Leonardo Amaral

Formado em uma coisa que ninguém nunca ouviu falar, acabei escrevendo.

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