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10 séries não americanas para ver na Netflix

Acredite se quiser, mas além dos Estados Unidos, outros países também produzem conteúdo. Para quem está querendo fazer uma maratona no próximo final de semana, preparei uma lista com séries gringas para dar aquela diversificada.

1. La Casa de Papel (Espanha)


Eu sei que todo mundo já viu a série ou tem algum amigo que recomendou 20 vezes, mas tenho que colocar aqui porque não tem jeito. Seguindo os comandos do “Professor”, um grupo de assaltantes orquestra um golpe na Casa da Moeda da Espanha. É daquelas séries que você termina em dois dias porque não consegue parar mesmo.

Se você não viu La Casa de Papel, ainda dá tempo de participar do hype da série, corre lá!

2. Dark (Alemanha)

 

Outra queridinha de 2017 foi Dark por motivos óbvios: um drama com ficção científica, crianças desaparecidas e viagem no tempo. É uma combinação difícil de dar errado, convenhamos.

3. Merlí (Espanha)

 

https://www.youtube.com/watch?v=Wk8nUkwZLxk

Com um quê de Sociedade dos Poetas Mortos, o drama Catalão é sobre um professor de filosofia diferentão que ensina os alunos a pensarem livremente e usa métodos não convencionas para ensinar. A série foi cancelada, mas há 40 episódios para aproveitar na Netflix.

4. The End of the F****** World (Reino Unido)

 

O drama adolescente pode ser visto em um dia, com oito episódios de cerca de 20 minutos cada. A jornada tragicômica de James e Alyssa em busca de um sentido na vida é um road movie com sangue, uma história de amor e um humor ácido típico de dois adolescentes desajustados.

5. Midnight Diner: Tokyo Stories (Japão)

 

Esta é uma adaptação do mangá Shinya Shokudō, de Yarō Abe. A série se passa em um pequeno restaurante que opera entre meia-noite e 7h. O dono e único funcionário é conhecido por seus clientes como Master. Cada episódio conta a história de um personagem e do prato que é servido.

6. Top of the Lake (Nova Zelândia)

 

Esta é para quem gosta de uma coisa mais sombria. A série conta a história do desaparecimento de uma menina de 12 anos grávida. A detetive problemática Robin Griffin, interpretada por Elisabeth Moss (sim, a June de Handmaid’s Tale), vai investigar o caso já que está de férias na cidade para passar os dias com sua mãe doente.

7. A Louva-a-Deus (França)

 

Uma serial killer, que é mãe de um policial, aceita colaborar com a polícia para pegar outro assassino que age como ela.

8. As Telefonistas (Espanha)

 

A série se passa em 1929 e retrata o período no qual mulheres começaram a trabalhar, conquistando sua independência. Porém uma delas é procurada pela polícia, além de telefonista.

9. Suburra (Itália)

 

Droga, porrada e o Vaticano. Parece boa, não? A série foi inspirada em um livro de mesmo nome dos autores de Giancarlo De Cataldo e Carlo Bonini. Um poderoso gângster conhecido como Samurai quer transformar uma cidade litorânea perto de Roma em uma nova Atlantic City, um paraíso de jogos de azar, mas tem que lidar com os rivais que complicam os planos.

10. Please Like Me (Austrália)

 

Por último deixei minha queridinha, Please Like Me. Esta série retrata o dia a dia de dois amigos, Josh e Tom, que estão no começo dos 20 anos, não sabem o que querem da vida e não têm noção de basicamente nada. Josh descobre que é gay e tem que lidar com isso, o que acaba nem sendo um grande problema. Pior é lidar com a mãe depressiva que tenta cometer suicídio e com os pequenos dramas diários de todos os que o cercam. Com um humor ácido, o drama (eu acho que é um drama) retrata de maneira delicada essa fase da vida que todos passam.

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Escrito por Laura Reif

Jornalista freelancer, fã de Smiths, Tolkien e Allen Ginsberg. Gosta de gatos, café, comida vegana e karaokês. Ariana, mas não acredita nesse negócio de signos. Se especializou em jornalismo cultural e tem interesse em arte, tecnologia, cinema e listas engraçadas.

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