Quem diria que viveríamos para ver a cura do Câncer?

É, amigos. Parece que temos.
Este não é um post sobre previsão do futuro, sou eu vibrando e compartilhando a notícia fantástica de que cientistas americanos chegaram a uma nova abordagem imunoterápica, que levou a um completo desaparecimento de tumores em uma mulher com câncer de mama avançado, cuja previsão de sobrevida era mínima (meses de vida).

A técnica consiste em extrair os linfócitos que se formam naturalmente no tumor, cultiva-los fora do corpo e injeta-los de volta no paciente. No caso mulher (que citei acima), que já tinha tentado uma série de abordagens (incluindo terapias hormonais e quimioterapia), eram 62 mutações nas células e TODOS os tumores desapareceram.

Historicamente, este é o tratamento mais personalizado já atingido na medicina e já está sendo usado para tratar mais 3 tipos diferentes de câncer metastático: colorretal, dueto biliar e cervical. E o mais incrível é que o procedimento apresenta baixíssimo nível de toxicidade, em comparação às quimioterapias convencionais.

Os estudos seguem e se suportarem esses excelentes resultados preliminares, a produção de terapias de células para cada paciente será, sem dúvida, um desafio logístico e técnico, exigindo laboratórios e especialistas especializados em escala.

Entenda mais, aqui.

 

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