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Fotos históricas restauradas digitalmente

Antes da década de 70, era praticamente impossível dar cores às fotos originalmente impressas em preto e branco. A colorização básica até existia, mas exigia pintar cuidadosamente a cor no filme e os resultados não ficavam muito fiéis. 

Graças aos computadores, a colorização digital revolucionou esse processo. O trabalho ainda é difícil e demorado, mas o resultado é fiel e, muitas vezes, transforma as fotos em verdadeiras obras de arte, especialmente registros históricos. 

O trabalho é conduzido de forma a combinar as cores da maneira mais próxima possível e, muitas vezes, os artistas precisam adivinhar as cores e escolhê-las de forma a harmonizar com o restante da imagem. 

Confira abaixo dez registros históricos que impressionam em suas versões coloridas: 

Menina russa de 18 anos olha para a lente da câmera durante a libertação do campo de concentração de Dachau em 1945.
Mary Winson, fundadora e presidente da Limited Suffrage Society durante o movimento de sufrágio americano por volta de 1910.

Crianças lambendo blocos de gelo durante uma onda de calor em Nova York, no ano de 1912.
Soldados em um abrigo cheio de escombros na França durante a Primeira Guerra Mundial, em 1917.

O Pelé, em São Paulo, em 1958.
Audrey Hepburn, em 1953.
Homens desempregados ao lado de fora do restaurante de sopa de Al Capone em Chicago, durante a Grande Depressão, em 1931.
Jornal vespertino noticia o afundamento do Titanic no dia 15 de abril de 1912.
Alojamentos lotados no campo de prisioneiros de Buchenwald, em abril de 1945.
A caça submarina de um índio nativo americano de Ojibwe, em Minnesota, em 1908.

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Escrito por Gustavo Giglio

Updater, sócio do UoD, diretor de marketing/novos negócios.

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