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Jump, a bicicleta elétrica da Uber

Depois do boom de bikes oferecidas pelos aplicativos dos bancos, como Itaú e Bradesco, o Brasil recebe novos modelos de bicicletas compartilhadas. É o caso da Yellow, que chegou ao país há pouco tempo, e da Jump, a bike elétrica da Uber que ensaia sua estreia por aqui. 

O sistema vai funcionar da mesma forma que tem a logística de pedir um Uber: no próprio aplicativo da empresa, que muita gente por aqui já tem, haverá a opção “pedalar” e, assim, será liberado um código que, usado no local onde está a bicicleta, libera sua utilização. 

O fato das bikes da Jump serem elétricas tem suas vantagens e desvantagens. As vantagens são óbvias, afinal, elas facilitam e muito a vida de quem precisa encarar grandes subidas e descidas, são bem mais fáceis de pedalar e poderão ser deixadas em qualquer lugar, independente de “haver vaga”, o que vez ou outra atrasa quem usa as bikes de outras empresas que não contam com essa opção, por exemplo. 

O problema é: será que as grandes cidades estão mesmo prontas para compartilhar itens assim? É claro que seria o ideal, mas fica a dúvida em relação ao tempo que essas bikes vão permanecer intactas, isentas de qualquer tipo de danificação. Elas funcionam a bateria, e esta deve ser carregada ao final do dia. Ou seja, a logística de como isso será feito ainda é um tanto quanto misteriosa. E tem a questão do preço também, é claro. Nos EUA, o aluguel custa o equivalente a oito reais por trinta minutos e, a partir daí, é cobrado por minuto. Será que financeiramente o esquema vale a pena? A conferir. A Jump
 
A empresa nasceu como uma startup de empresas compartilhadas e foi comprada pela Uber em abril deste ano. Com o acordo, a Uber passou a ter acesso às 12 mil bicicletas da Jump, que estão espalhadas por 40 cidades, em seis diferentes países. De acordo com os boatos em torno do assunto, a Jump pediu um valor aproximado de 100 milhões de dólares aos interessados em adquirir a marca – grana que a Uber teria investido. 

Antes da aquisição, a Uber trabalhou com a marca durante um período de dois meses, em uma espécie de teste para poder oferecer opções de compartilhamento de bicicletas no seu app. Aparentemente o projeto piloto deu muito certo e, por isso, a Uber efetivou a compra da empresa de e-bike norte-americana. 

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Escrito por Gustavo Giglio

Updater, sócio do UoD, diretor de marketing/novos negócios.

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