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Por que Pantera Negra é mais que um filme

Mais que um filme

Michael B. Jordan está entre nós!

Mesmo vindo à CCXP para falar sobre o ótimo CREED 2, percebe-se que os fãs já o elegeram como o melhor vilão do Universo Cinemático da Marvel. 

E, junto com ele, vem a notícia fresquinha que o filme fez (ainda mais) história. Ontem, foi indicado na categoria de melhor filme de drama no Globo de Ouro, se tornando o primeiro filme de herói a conquistar o feito. O longa de Ryan Coogler concorre com Infiltrado na Klan, Bohemian Rhapsody, If Beale Street Could Talk Nasce Uma Estrela.

Pantera Negra não é apenas um filme. É muito mais. E o que faz ele ir além não é a recente eleição como um dos melhores filmes de 2018 feita pelo National Board of Review. Não. A obra da Marvel é muito mais do que isso.

As homenagens à cultura africana no figurino do longa (veja abaixo) arrepiam qualquer um. Mas também não é isso que faz Pantera Negra ser muito mais.

Nem mesmo a trilha genial de Kendrick Lamar faz com que Pantera Negra seja mais do que um filme.

As atuações marcantes e um dos melhores vilões do Marvel Cinematic Universe (MCU) também não fazem Pantera Negra ser mais do que um filme. É outra coisa.

O elenco feminino, talvez? Uma presença tão forte e nunca vista no MCU? Também não. 

A direção sempre competente de Ryan Coogler? Não. Não é isso.

Pantera Negra é mais do que um filme porque salva vidas. Isso mesmo. Salva vidas!

Fãs encarnam o personagem antes da exibição
Fã celebra o filme durante sessão

Pantera Negra é um alento para os negros fãs de cultura pop. É um aviso de duas horas que diz: “Seja negro. Deixe seu cabelo crespo crescer. Use roupas coloridas. Dance e sorria. Você pode”. É um espelho cujo reflexo há muito estava coberto, salvo raras exceções.

É um aviso para todas as crianças negras: vocês podem ser reis e rainhas. E não há nada de errado nisso.

É a obra definitiva para o negro que ainda não acreditava em si mesmo.

Pantera Negra é uma injeção de autoestima para todos que nunca se sentiram representados no cinema.

Um livro de auto-ajuda sem a baboseira dos livros de auto-ajuda e em forma de filme da Marvel. Quer coisa melhor?

Um conselho: quando a esperança findar, assista novamente (e, na semana que ganha novo destaque por conta de Michael B. Jordan no Brasil para a CCXP, melhor ainda! Separei aqui, o link do TC Play pra você assistir).

Wakanda Forever.

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Escrito por Leonardo Araujo

Jornalista e conteúdo digital. Admirador do caos nas horas vagas.

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