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Minha loucura

Só um louco reconhece outro louco.

Loucura é normalidade para quem não é normal.

Já percebeu como o mundo está cada vez mais estranho?

Estamos todos estressados. Sobram preocupações e não faltam eternas dores de cabeça. Tudo é motivo para explodir com quem está perto da gente. Quando conseguimos sorrir, na maioria das vezes é um riso nervoso. Tá faltando um pouco de graça verdadeira nessa vida nossa de cada dia. Mas, onde ela está? Ah, se eu soubesse! Tento, na medida do possível encontrar uma pedrinha aqui e ali, como se garimpasse no meio do caos do universo um pouco de alegria. Tentamos tudo: pessoas, animais, livros, roupas, chocolate, bebidas, drogas, sexo, comida, religião, política, futebol, etc. Não faltam opções, mas mesmo assim ainda estamos com as mãos tremendo e com aquela sensação de sufocamento, quase sempre.

Talvez um pouco de loucura alivie as coisas. Fazer o que ninguém espera. Fazer o que eu mesmo não espero. Sair da rotina. Olhar para o outro lado da rua, do rio, da cidade, do mundo. Buscar novas perspectivas, às vezes, ajuda. O que nos entristece talvez seja o excesso da velha versão de nós mesmos. O filtro gasto que usamos para entender um mundo que muda todos os dias. Acabamos experimentando algo que nunca é o mesmo, usando os mesmos velhos olhos.

Tente algo novo!

Assista ao filme Patch Adams. Você vai se surpreender. Se já viu, convide alguém pra ver contigo. Dividir alegrias é uma forma poderosa de matar tristezas.

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Contributor

Escrito por William Barter

Autodidata em busca de novas perspectivas na aplicação da criatividade. Consultor de marketing e autor do livro "Imaginação: A Arma Mais Poderosa do Universo". Idealizador do projeto Crie & Ative, que oferece cursos e palestras sobre criatividade em escolas e empresas.

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