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Sonic Brand: qual é o som da sua marca?

Se a sua marca ainda não tem um som próprio, talvez seja a hora de começar a pensar nisso.

Talvez, dependendo da sua idade, você entenda perfeitamente que os “reclames do plim-plim” referenciam o som padrão da Rede Globo. Ou que o soar similar a um gongo (“tum-dum”) indica que alguém vai assistir algo na Netflix. Se é verdade que estamos voltando à uma era de valorização do áudio (ou, ao menos, à uma era de ouro dos podcasts, segundo o site Chartable) como é que a sua marca é reconhecida quando a imagem já não importa tanto assim, e o que vale é o som que ouvimos?

Sonic Brands – ou, na minha versão aportuguesada, áudio-logos – estão novamente em voga. Não é exatamente uma novidade, especialmente para quem reconhece o som característico da Nokia, o iniciar de um MacOs ou a assinatura sonora da Intel, mas o assunto tem despertado o interesse de algumas marcas, como a Mastercard, que recentemente anunciou o lançamento da sua marca sonora.

Mastercard Sonic Brand

Mastercard anunciou recentemente o lançamento da sua marca sonora

Além de acompanhar suas campanhas, o áudio-logo da marca deve soar também nas suas maquininhas assim que um pagamento é feito. Quem também se mostrou preocupada com a importância desse tema foi a Google, que durante a conferência Google I/O divulgou seu próprio guia de design de áudio, com dicas sobre as melhores práticas para incorporar marcações sonoras e identificações em áudio em projetos digitais.

Grandes marcas já consolidadas têm sua própria assinatura sonora e podem ser reconhecidas com sons que remetem aos seus valores ou principais características – no vídeo abaixo, especialistas explicam à Wired qual a psicologia por trás de algumas famosas “marcas sonoras”. Se a sua marca ainda não tem um som próprio, talvez seja a hora de começar a pensar nisso.

A Psicologia das assinaturas sonoras

Os sons mais facilmente reconhecíveis do mundo

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Escrito por Jacqueline Lafloufa

Jornalista freelancer há 10+ anos, já escreveu e editou para grandes publicações brasileiras (Galileu, UOL, B9, Tecnoblog). Também transforma suas pesquisas jornalísticas em apresentações públicas – como palestras, oficinas e debates. Eventualmente atua como ghostwriter, com experiência em produção de conteúdo. Em oportunidades especiais, faz tradução literária do inglês para o português. É pós-graduada em comunicação digital (USP) e jornalismo científico (Unicamp), e bacharel em estudos literários.

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