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Outloud, o app que o Spotify deveria comprar

Uma forma democrática de controlar a playlist da sua festa ou da música ambiente

Entre os sites de tecnologia, há um buxixo sobre uma potencial nova funcionalidade do Spotify, que permitiria que vários amigos controlassem uma determinada playlist. Mas sabe o que eu acho? Eu acho é que ninguém conhece ainda o Outloud.dj.

Descobri o app inspirada pelo Jukestar, que era usado em um bar na Cidade do México enquanto estive visitando a cidade. Através de um link, quem está no local pode sugerir canções e votar de-mo-cra-ti-ca-men-te sobre as próximas músicas que estão para ser tocadas. Através do já conhecido sistema de “up vote” e “down vote” (joinha ou nada feito, na minha tradução divertida), consegui fazer um lobby na minha mesa pra colocar Anitta pra tocar em pleno bar rock’n’roll no México. Sou brasileira legítima.

O Outloud.dj tem a mesma dinâmica do Jukestar, mas com um visual bem mais bonito. Quem “hospeda” a playlist a ser tocada precisa ter uma conta premium do Spotify para dar acesso ao acervo do serviço de streaming e pode escolher as opções que os convidados terão acesso – como indicar músicas novas na playlist, por exemplo. O funcionamento é bem simples, a configuração é rápida e o visual é bem bacana – digo por experiência própria, pois já andei testando o app para usar em uma festa que vou fazer em breve.

A única funcionalidade faltante? Em caso de brasileiros no recinto, é preciso ter uma função de “veto” da música que está tocando em um determinado momento, caso a escolha seja ruim ou apenas para fins de piada. Precisei de apenas duas músicas seguidas da Anitta no bar mexicano para que os outros visitantes entenderem que eles iam precisar se unir pra vetar a minha sequência de músicas da cantora brasileira na jukebox digital deles.

Em todo caso, fica a minha dica pro Spotify: vão conversar com Frank te Pas, o criador do Outloud, porque o app já está bem prontinho e funcional.

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Escrito por Jacqueline Lafloufa

Jornalista freelancer há 10+ anos, já escreveu e editou para grandes publicações brasileiras (Galileu, UOL, B9, Tecnoblog). Também transforma suas pesquisas jornalísticas em apresentações públicas – como palestras, oficinas e debates. Eventualmente atua como ghostwriter, com experiência em produção de conteúdo. Em oportunidades especiais, faz tradução literária do inglês para o português. É pós-graduada em comunicação digital (USP) e jornalismo científico (Unicamp), e bacharel em estudos literários.

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