Comportamento Música

Grupo formado por 47 artistas foi criado para tocar durante o Rock in Rio

47 artistas, um repertório variado de canções, apresentações em sete dias de festival: estes são alguns dos números da Banda Itaú, que se apresentou em todos os dias de Rock in Rio.

Dentro do conceito “Quem busca as diferenças se encontra”, que permeia todas as ativações do banco durante o festival, a orquestra é formada por pessoas de diferentes perfis, histórias, que tocam os mais diversos instrumentos – e conta ainda com nove bailarinos e um DJ. A música é a ponte que conecta todas essas histórias, fazendo com que tantas diferenças possam juntas atingir um resultado incrível.

A ideia da criação da orquestra surgiu após um trabalho conjunto entre o diretor artístico Felipe Santos e o marketing do Itaú para entender como encantar ainda mais o público do Rock in Rio este ano, após uma bem-sucedida edição em 2017 – quando a programação da Arena do Itaú esteve entre os momentos lembrados como os mais memoráveis do festival. Como o show surpresa do Raimundos naquela edição, por exemplo.

Com uma estrutura parecida – novamente um espaço próprio para shows – a busca foi por levar uma experiência diferente para os visitantes.

“Quisemos dar oportunidade para pessoas que já tinham um talento musical relevante, mas nunca haviam tido uma oportunidade como esta, de tocar em um festival tão grandioso. Tentamos incluir o maior número de pessoas possível, e daí surgiu a ideia de montar uma orquestra”, diz Eduardo Tracanella, diretor de marketing do Itaú Unibanco.

O primeiro passo para começar a Banda Itaú foi definir uma base. Sempre com o pensamento de dar oportunidades a novos talentos e não se basear em nomes já conhecidos da música, o diretor artístico Felipe Santos buscou uma banda já existente tocada por uma instituição. Assim surgiram os primeiros integrantes: a Banda Alana, mantida pelo Instituto Alana, que trabalha com jovens de baixa renda oferecendo oficinas musicais e encaminhado essas pessoas para uma profissão na arte. Silvanny Rodriguez, regente da Banda Alana, se juntou então ao projeto como diretora musical.

Aos integrantes da Banda Alana foram somados músicos de diversos lugares, idades e contextos. Os critérios para a seleção foram poucos: ter talento, talentos ainda não reconhecidos pelo grande público e ter interesse em abraçar a oportunidade. Desta forma, formou-se o grupo de 47 pessoas que forma a Banda Itaú.

Músicos profissionais

Nem todos os selecionados já trabalhavam profissionalmente com a música – e para tocar no festival, precisaram tirar a carteira da Ordem dos Músicos do Brasil, conselho federal que disciplina e fiscaliza o exercício da profissão no país. Como é preciso pagar um valor para fazer a prova – que muitos dos novos integrantes da banda não tinham condições de pagar – o Itaú se comprometeu a bancar o valor de inscrição.

Todos passaram na prova, e agora podem atuar como músicos profissionais oficialmente.

Até então em sua maioria desconhecidos entre si, os integrantes começaram a ensaiar para suas apresentações – que serão, além de musicais, visuais – ainda em junho.

Com uma regente percursionista, vozes predominantemente femininas (seis mulheres e dois homens entre os cantores) e os mais diversos instrumentos – desde guitarra e teclado até timbal, repique, bumbo, surdos, trombone, trompetes, tuba e saxofone – a orquestra vai tocar músicas de todos os estilos contemplados no Rock in Rio, entre artistas nacionais e internacionais.

“Fizemos um estudo sobre o Rock in Rio, vendo tudo o que já tocou desde o primeiro festival, e tentamos fazer uma seleção de músicas que fosse representativa. Temos bandas e artistas que vão tocar este ano, como Muse e Anitta, que já tocaram, como Cazuza, Mutantes, Nação Zumbi e Maroon 5, passando por outras que nunca se apresentaram no festival, mas são referência como Beatles ”, explica o diretor artístico.

FICHA TÉCNICA

Titulo: Banda Itaú |Em busca das diferenças
Agência: Africa
Anunciante: Banco Itaú
Produto: Rock in Rio 2019
CCO: Sergio Gordilho
Diretora Executivo de Criação: Sophie Schonburg
Diretores de Criação: Phil Daijó / Leandro Pinheiro
Criação:  Thiago Andrade / Leonardo Henrique Barbosa / Vinicius Turani
Atendimento: Renato Broggin / Tariana Cruz / Isabel Julianelli / Paula Coelho / Carolina Mader / Natalia Vasconcelos / Felipe Francis / Sofia Seligman
Mídia:  Francisco Custódio / Beto Lima / Nathália Oliveira / Marcelo Carmim / Mariana Tolosa
Planejamento: Rafael Camilo / Felipe Nogueira / Rafael Trevisan / Leonardo Juhasz
Insights – Inovação e pesquisa criativa: Eduardo Berardinelli / Asaph Luccas / Marina Salles / João Pacca / Lídia Thays
Pulse: Ana Carolina Santos/ Caroline Ferraz/ Bruno Rivas/ Kamilla Felix
Produção Agência: Rodrigo Ferrari / Mariana Hermeto / Priscila Moscovich
Produtora/Imagem: CEGO
Diretor: Daniel Levenhagem
Produtora Executivo:  Maria Reser
Coordenadora de Produção: Julia Jubileu
Atendimento: Maria Reser
Diretor de Fotografia: Victor Ponce
1º Assistente Câmera: Lucci Antunes
2º Assistente Câmera: Marília Morais
Segunda Unidade Fotografia: Danilo Arenas
Som Direto: Pier Valencise
Motion: Diego Brito
Color Grading: Acauan Pastore
Pós-Produção:  CEGO
Montador:  Bárbara Ramona / Daniel Fiori / Daniel Levenhagem
Produtora de Som: Lucha Libre Audio
Atendimento: Thais Urenha
Supervisão Musical: Paulinho Corcione / Equipe Lucha
Aprovação Cliente: Eduardo Tracanella / Juliana Cury / Natalia Barreira / Victor Hugo Vitena Barbosa

1 comentário

Otavio 10 de outubro de 2019 at 11:10 AM

Eu estive presente no desenvolvimento desse projeto e posso afirmar e confirmar que a ideia nasceu dentro da Tracylocke, inspirada na apresentação da Beyonce no Coachella. A ideia da Nina Lucato e Gustavo Teixeira. Felipe foi o curador e montou a banda. Africa, que feio. Muito feio.

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