‘porncast’ pode ser o novo vício depois dos podcasts

O áudio é rei hoje em dia, e a revolução chegou também ao mundo da erótica. Startups como Quinn, Dipsea e Ferly oferecem aos audiófilos acesso a contos atrevidos e de puro erotismo – ou como podemos chamar: ‘ear-porn’ ou ‘porncast’ (não pesquisa esses termos no Google – no trabalho!!).

As empresas adotam abordagens diferentes.

Quinn é mais um PornHub para os ouvidos, onde os criadores enviam suas próprias faixas; os usuários podem filtrar desde gosto até gêneros – há até uma tag para sotaques britânicos.

Ferly é um aplicativo focado no bem-estar completo com histórias em áudio e conselhos sobre sexo e bem-estar.

Já a Dipsea, que levantou US$ 5,5 milhões em investimento, cria todo o seu conteúdo próprio. Sua biblioteca de contos eróticos é produzida profissionalmente, e por isto trabalha no modelo de pagamento mensal, US$ 9 por mês.

Caso testar algum, manda abaixo para dizer o que achou.

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Julio Moraes
Julio Moraes é empresário e atua na área de estratégia e planejamento em Marketing & Digital há mais de 16 anos e conta com trabalhos em mais de 20 empresas nacionais e internacionais. Atualmente vivendo e trabalhando em Los Angeles e com trabalhos ganhadores do EMMY® - The Television Academy e indicados ao HFPA® Golden Globes.
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