Em outra era, a gente usava uma coisa chamada telefone. Até que surgiram as mensagens instantâneas, primeiro por texto e depois por voz (aquelas que você grava no seu WhatsApp, por exemplo) e descobrimos que deixar um audio é bem mais eficiente do que um telefonema porque libera quem fala e quem escuta para interagir em seu próprio tempo, quando for mais adequado. E o conteúdo fica guardado.

O nome disso é “comunicação assíncrona”, aquela que é desconectada do tempo e espaço, em que o emissor e o receptor se comunicam na medida que tenham tempo disponível e as respostas deixam de ser imediatas. 

O Weet é exatamente igual aos áudios lá do seu WhatsApp (ou Signal ou Telegram, melhores, recomendo), só que com video. Ou seja, você pode deixar seu recado e MOSTRAR alguma coisa na sua tela. Sim, é um recurso que a maioria de nós já usou, eu por exemplo costumo mandar uns videos curtinhos com algumas instruções de postagem para novos autores. Mas o weet levou essa dinâmica para outro patamar porque criou uma base onde esses pequenos videos vão se acumulando e viram verdadeiras conversas, tutoriais e todo tipo de colaboração, com muitas e muitas trocas.

Ou seja, na essência, o Weet nasceu para ser uma alternativa as reuniões online, que acabaram virando algo tão – ou mais – improdutivo do que as reuniôes tradicionais.

Assista esse video curtinho para conferir mais detalhes:

Tem inclusive uma extensão de Chrome pra facilitar as coisas.

E aqui um comparativo com o Google Meet (é mais uma comparação entre as dinâmicas):

Wagner Brenner

Fundador e editor do Update or Die.

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