Hoje, apenas ⅓ da população mundial está conectada à internet. Isso significa que quase 5 bilhões de pessoas ainda não tem acesso à rede e todos os seus benefícios. Uma causa importante que além de transformadora, carrega um potencial de negócio incrível, principalmente para as grandes empresas de tecnologia.

Dentro deste contexto, surgiu no ano passado a Internet.org, uma associação criada por Mark Zuckerberg em parceria com os principais líderes da industria (Facebook, Ericsson, MediaTek, Nokia, Opera, Qualcomm, Samsung) para tornar a internet acessível em todos os lugares do planeta. A organização pretende preparar o mundo para uma economia pautada pelo conhecimento e não apenas por recursos físicos e matérias primas.

Nesta quinta-feria, Mark anunciou em seu perfil do Facebook a criação do Connectivity Lab. Uma unidade de negócios responsável pela expansão da conectividade no mundo. O time integra profissionais das mais diferentes expertises, entre eles cientistas da NASA e do National Optical Astronomy Observatory, além de renomados institutos de pesquisa.

Post-Mark

Mas o destaque entre os integrantes está nos engenheiros da Ascenta, start-up responsável pela criação do drone movido a energia solar que mais tempo circulou pelo mundo. Isso porque o primeiro plano do Lab seria produzir drones carregáveis por energia solar que flutuem pelo planeta como pequenos satélites que distribuirão internet via laser para as regiões que hoje não tem acesso à rede.

Em algum momento da vida você já teve que responder a pergunta: o que você quer ser quando crescer? Jamal Penjweny não se esqueceu dessa pergunta. O fotógrafo, artista e cineasta iraquiano fez, em 2012, a série I Wish (Eu Desejo), onde captou os sonhos não realizados das pessoas diante das suas realidades.
Sobre essa série, Jamal disse: ‘Quando crianças nós temos sonhos de nos tornarmos famosos, vemos Maradona jogando futebol ou um filme de Bruce Lee e achamos que seremos estrelas como eles quando crescermos. mas a vida nos dá outra forma, torna-se outra, e nós não temos a chance de viver esses sonhos‘.

 

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E sobre as pessoas: ‘Cada uma das pessoas fotografadas nesta série tinha sonhos do estrelato desportivo. O homem nas montanhas queria se tornar um nadador campeão, mas ele nasceu num lugar sem piscinas; o homem com a foto do Bruce Lee teve aulas de karatê e, em seguida, tornou-se um Mullah; o homem com a foto de um Ferrari sempre quis ser um piloto de corrida, agora ele tem um burro e vende gasolina‘.
O questionamento de oportunidades, sorte, destino e o que mais cada um acredite é o que nos faz refletir. E o artista aproveita essa deixa para finalizar: ‘A vida não é como a animação, você não pode pintar o que quiser. Fiz esse projeto para dar um momento em que os sonhos podem se tornar realidade, para que cada pessoa possa encenar seu sonho, mesmo que não possa cumpri-lo na vida real’.

Ainda dá Tempo é uma iniciativa independente com objetivo de abrir os olhos para o simples fato que para começar uma mudança, é preciso acreditar na sua possibilidade.

A ideia do vídeo é algo que o UoD dissemina há algum tempo. Que para mudar é necessário mudar suas atitudes. Como o projeto mesmo afirma: ‘Mudando nosso jeito de pensar, mudamos nosso jeito de agir e agindo mudamos o mundo‘.

A pergunta que fica é quando e onde perdemos as nossas esperanças? Ainda dá tempo de nos recuperarmos.

(enviado por Juliana Ohashi- obrigado)

Projeto independente interessante que faz uso de um experimento social para explorar como as pessoas enxergam o futuro do mundo, e como uma virada pode nos fazer repensar o assunto.

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Concepting and Script: Gabriel T Garcia Felipe Sampaio Luis Paulo Gatti Rainor Marinho

Director: Cleber Leal de Almeida (Colisão Filmes - colisaofilmes.com/)

Producer: Helena Canhoto (Colisão Filmes - colisaofilmes.com/)

Photography: Alexandre Genga (Genga Estúdio Fotográfico - tinyurl.com/osk93jh) Fernando Reis (http://cargocollective.com/ferreis)

Music: Explosions In The Sky – Postcard From 1952

Translation: Matthew Scheffler [/zilla_toggle]

Mais infos: 2morecoffees@gmail.com (e na página original do video no Vimeo)

Jeremiah, ator e diretor de cinema de 32 anos de idade, resolveu ter uma conversa com o mesmo Jeremiah aos 12.

Na verdade foi o contrário, claro.

Jeremiah gravou um VHS com uma mensagem para si mesmo e o deixou guardado por 20 anos. Agora chegou a hora dele ter uma conversa (meio estranha) com o seu próprio passado:

E como eu não poderia deixar de associar uma coisa com a outra, segue o meu “vídeo-para-o-futuro” favorito da vida.

E aí, já gravou o seu?

Esse vídeo mostra um experimento onde um robô treinado para reconhecer figuras se olha no espelho e não sabe quem é. Basicamente ele ainda precisa da ajuda do “mestre” para isso, mas mesmo assim é impressionante! Quanto tempo vocês dão para que os robôs se reconheçam entre si e comecem a pensar como uma classe de seres?

via Trabalho Sujo, dica da Mariana Oliveira

Ooops, acho que já vi esse filme. Depois do jump tem o final dele (spoiler).

Nokia HumanForm

Tela flexível, sensível ao toque, semi-transparente e que aceita diversos tipos de interações e gestos. Essas são algumas das características do Nokia HumanForm, um celular-conceito da Nokia feito para tentar projetar e prever o futuro dos dispositivos móveis daqui a uns bons anos.

Nokia HumanForm foi criado em um esforço conjunto para traduzir as mais promissoras e novas nanotecnologias em experiências relevantes para o usuário, prototipá-las para tomada de decisões e criar aspiração para o futuro portifólio da empresa.

Para saber mais sobre o projeto, Nokia Research Center.

Productivity Future Vision

Vídeos-conceito de produtos futuristas são um ótimo recurso para enxergar não apenas o que existirá de mais moderno na tecnologia dentro de alguns anos, mas também para enxergar o que nos falta no presente.

O vídeo abaixo foi produzido pela Microsoft e mostra como a tecnologia embutida nos objetos do dia-a-dia nos ajudará a sermos mais produtivos e interconectados. Com interfaces touch a dar e vender, o vídeo mostra um futuro clean, onde a tecnologia é bastante discreta e funcional.

Trabalhar em um escritório como esse mostrado no vídeo não seria nada mal, né?

Só faltou a Microsoft mostrar o outro lado da moeda: como abastecer de energia todas essas interfaces de forma sustentável, consciente e inclusiva.

Palestra bem legal do dinamarquês Jens Schriver para o Ossobu.co, o “TED do cerrado”.

Especialmente interessante para o momento do Brasil no mundo, considerado um país promissor em muitos sentidos, mas cuja cultura e o modo de fazer as coisas não está dentro dos “padrões” do mundo desenvolvido. Talvez o modo como nos relacionamos com o tempo explique bastante sobre o papel que vamos desempenhar daqui pra frente…

Impressionante ver o que a mente humana já pode conceber.  Se a airbus chegou a esse conceito significa que as tecnologias estão disponíveis mesmo que ainda inviáveis.  Dá uma idéia de como poderíamos acelerar o desenvolvimento da raça humana ao invés de nos preocuparmos com soluções paleativas e burocráticamente enganosas como etanol, belo monte, pet, juros bancários, trânsito, parar no pedágio (ou cobrar pedágio), políticos, acumulação,  …